Após altas consideráveis no período da pandemia, o Brasil conseguiu diminuir os números da mortalidade materna, mas ainda não chegou às metas de redução estabelecidas pelas políticas públicas e internacionalmente.
Os dados mais recentes, referentes a 2023, indicam que a razão de mortalidade materna em território nacional girava entre 55 e 60 óbitos a cada 100 mil nascimentos.
Até 2027, o governo espera alcançar uma queda de 25% nos índices atuais. Isso significa chegar a patamares nunca antes registrados em território nacional.
Embora o Brasil tenha avançado no acesso ao pré-natal a partir da criação do Sistema Único de Saúde (SUS), a desigualdade ainda representa um obstáculo na efetividade da mudança.
A Rede Alyne propõe soluções para essas e outras questões que não estavam contempladas anteriormente no planejamento das políticas de saúde materna. Maria Gomes, coordenadora do Portal de Boas Práticas e de Ações Nacionais e de Cooperação do Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira, o IFF da Fiocruz, conversou com o Repórter SUS sobre o tema.
Ficha técnica:
Reportagem, produção e apresentação: Nara Lacerda, Juliana Passos e Letycia Holanda
Parceria: Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio da Fundação Oswaldo Cruz (EPSJV/Fiocruz)
Trabalhos técnicos: Adilson Oliveira
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