Reprograme Seu Cérebro Cast

Reprograme Seu Cérebro Cast

By André Buric, fundador do BrainPower | A sua Academia Cerebral e criador do Método Reprograme Seu CérebroScienceSocial SciencesHealth & FitnessMental HealthEducationSelf-Improvement
Download on the App Store

Reprograme Seu Cérebro Cast episodes

  • 1272 – Como parar de remoer uma conversa que já acabou

    A conversa acabou faz horas, e na sua cabeça ela já está no terceiro replay. Em cada um, você responde melhor. Não é frescura nem falta de saber deixar para lá: é o seu cérebro tentando fechar um assunto que ficou aberto. Em 2011, os psicólogos E. J. Masicampo e Roy Baumeister pediram a pessoas que lembrassem de uma tarefa importante que ainda não tinham terminado, e os pensamentos sobre ela invadiam uma leitura simples feita logo depois. Quando essas pessoas escreviam um plano específico para a tarefa, o que iam fazer e quando, a invasão sumia, sem que nada tivesse sido terminado. A conversa que te incomodou é uma tarefa aberta desse tipo. Só que rever não fecha: em 2005, Ethan Kross, Ozlem Ayduk e Walter Mischel mostraram que quem relembra por dentro, pelos próprios olhos, uma situação que deu raiva volta a sentir a raiva, e quem olha a mesma cena de longe consegue entender o que aconteceu sem se queimar de novo. O problema não é pensar na conversa. É o lugar de onde você olha. E quem aprendeu que uma palavra errada custa caro vira vigia das próprias conversas, revisando até as que foram bem.

    Se esse episódio mexeu com algo em você, o próximo passo é o Mergulho no Inconsciente, a imersão ao vivo e online do André Buric para encontrar de onde vem essa vigilância e entender o que há por trás de cada comportamento seu. Garanta o seu lugar: https://mergulho.brainpower.com.br/?utm_source=podcast&utm_medium=reprograme-seu-cerebro-cast&utm_content=ep-1272-remoer-conversa

    Neste episódio você vai entender por que o cérebro não larga a conversa que terminou sem fecho, por que reescrever a cena no banho ou antes de dormir não resolve nada, e por que algumas pessoas revisam até as conversas que foram bem. Vai ver o que acontece quando metade do cérebro está ocupada em falar e a outra metade em te monitorar, e por que isso tira a sua naturalidade. E sai com três coisas para a próxima vez que a cena voltar: dar um fecho no papel em três linhas, decidir se existe alguma ação e transformar isso em plano, e sair da cena para olhar de longe, como quem assiste a si mesmo de fora. Porque o mundo paga pelo valor que você usa, não pelo que você tem.

    Você está sintonizado no podcast do BrainPower | A Sua Academia Cerebral, dedicado a impulsionar seu cérebro desde 2016. Aqui, desvendamos não só o cérebro, mas as profundezas do seu inconsciente.

    Este é o seu refúgio para controlar o seu cérebro e, consequentemente, controlar a sua vida. Vamos decifrar os enigmas dos seus padrões cerebrais, mergulhar no oceano do inconsciente, e esculpir uma personalidade cativante, que atrai e inspira.

    Juntos vamos eliminar as correntes da procrastinação, da falta de energia e de foco, estresse, ansiedade e outros padrões que você não desejar. Abrindo caminho para você fazer parte do 1%. O 1% que move o mundo!

    Seu futuro começa hoje! Bora #RumoAo1Porcento!

    Para mais informações sobre nossos treinamentos entre em @brainpowerbr no Instagram.

    Um abraço, André Buric.

    ps: compartilhe! 😉

    Show notes

    1272 – Como parar de remoer uma conversa que já acabou

    00:00 A conversa acabou, mas na sua cabeça ela não para de se repetir
    00:59 Reprograme Seu Cérebro Cast: o seu cérebro a seu favor, para mais foco, presença e reconhecimento
    01:36 Como isso aparece: o almoço de família, a mensagem respondida com “ok”, a conversa que terminou sem terminar
    03:34 A conclusão errada: “eu penso demais, eu sou assim”
    03:42 O cérebro não larga o que ficou sem fecho (Masicampo e Baumeister, 2011)
    04:24 O plano basta: a invasão some antes de a tarefa terminar
    05:35 A conversa que te incomodou é uma tarefa aberta
    06:00 Por que o cérebro traz a conversa de volta
    06:18 Rever não fecha: olhar a cena por dentro ou de longe (Kross, Ayduk e Mischel, 2005)
    09:12 O problema não é reviver a conversa, é o lugar de onde você olha
    10:01 Por que algumas pessoas revisam as conversas importantes
    11:02 Metade do cérebro falando, metade vigiando
    12:53 Enquanto você não entende o porquê, você repete
    14:04 O Mergulho no Inconsciente
    15:03 Primeira: dê um fecho no papel, em três linhas
    15:37 Segunda: decida se existe alguma ação e faça o plano
    16:08 Terceira: saia da cena e olhe de longe
    16:30 Mais leve, mais presente, mais você
    16:56 O mundo paga pelo valor que você usa, não pelo que você tem

    Pontos-chave

    • Remoer uma conversa não é frescura: é o cérebro tentando fechar um assunto que ficou aberto.
    • O cérebro não precisa que você resolva tudo; precisa saber que aquilo não vai ficar esquecido, e um plano específico basta para a invasão sumir.
    • Rever não fecha: reviver a cena por dentro reacende a emoção, e olhar a mesma cena de longe permite entender sem se queimar de novo.
    • Quem aprendeu que uma palavra errada custa caro vira vigia das próprias conversas e revisa até as que foram bem.
    • Com metade do cérebro ocupada em te monitorar, você perde a naturalidade e a conversa não flui.
    • Três linhas no papel, a decisão sobre a ação e o olhar de longe dão à conversa o fecho que o replay não dá.
    • O mundo paga pelo valor que você usa, não pelo que você tem: o que fica preso no replay é valor que não chega ao mundo.

    Faça seu diagnóstico

    Se você percebeu que revisa as conversas mesmo quando elas foram bem, existe um padrão por trás disso, e ele tem raiz. O Inside Brain, o diagnóstico gratuito do BrainPower, nomeia o padrão inconsciente que está operando em você agora, em poucos minutos: https://brainpower.com.br/diagnostico?utm_source=podcast&utm_medium=reprograme-seu-cerebro-cast&utm_content=ep-1272-remoer-conversa

    Fontes citadas

    • Masicampo, E. J. e Baumeister, R. F. (2011). Consider it done! Plan making can eliminate the cognitive effects of unfulfilled goals. Journal of Personality and Social Psychology, 101(4), 667-683. https://doi.org/10.1037/a0024192
    • Kross, E., Ayduk, O. e Mischel, W. (2005). When asking “why” does not hurt: distinguishing rumination from reflective processing of negative emotions. Psychological Science, 16(9), 709-715. https://doi.org/10.1111/j.1467-9280.2005.01600.x

    18 min
  • 1271 – Por que você só faz quando alguém cobra

    Você responde na hora quem te pede alguma coisa e resolve o problema de um amigo antes do seu. E aquilo que é só seu está parado há meses. Se alguém cobra, você entrega; se ninguém cobra, você trava. Não é preguiça, e não é falta de força de vontade. Em 2003, pesquisadores da Universidade da Califórnia em Los Angeles mostraram que ser deixado de fora de um jogo de passar a bola ativa no cérebro uma região que também responde ao incômodo da dor física: para o cérebro, ser reprovado é ameaça, e ele põe a sua energia onde tem alguém olhando. Em 2000, Joseph Ferrari e Dianne Tice viram que quem tem o hábito de adiar se prepara menos quando a tarefa é apresentada como avaliação da capacidade, e que essa diferença some quando a mesma tarefa vira jogo: a pessoa não adia a tarefa, adia o julgamento. E um estudo de 2004 com universitários ligou o carinho dos pais que vinha só com o bom desempenho à obrigação interna e à autoestima que sobe e desce. O que é dos outros tem plateia; o que é seu, não. E é justamente aí que o seu valor está em jogo.

    Se esse episódio mexeu com algo em você, o próximo passo é o Mergulho no Inconsciente, a imersão do André Buric ao vivo e online nos dias 23 e 24 de janeiro: dois dias para encontrar a regra que o seu cérebro aprendeu e que hoje puxa o seu freio de mão. Garanta o seu lugar: https://mergulho.brainpower.com.br/?utm_source=podcast&utm_medium=reprograme-seu-cerebro-cast&utm_content=ep-1271-so-quando-cobram

    Neste episódio você vai entender por que o que é só seu fica sempre por último, mesmo quando é o que você mais quer, o que o cérebro sente quando alguém deixa de te passar a bola, e por que o que você chama de autossabotagem pode ser o seu cérebro te protegendo do julgamento. Vai ouvir a frase de uma aluna do Mergulho que resume tudo isso, e por que buscar aprovação completa é uma conta que nunca fecha. E sai com três coisas para fazer a partir de hoje: tirar a avaliação da tarefa chamando o seu projeto de rascunho, dar ao que é seu os primeiros 20 minutos do dia, e trocar “será que vão gostar?” por “isso me aproxima de quem eu quero ser?”.

    Você está sintonizado no podcast do BrainPower | A Sua Academia Cerebral, dedicado a impulsionar seu cérebro desde 2016. Aqui, desvendamos não só o cérebro, mas as profundezas do seu inconsciente.

    Este é o seu refúgio para controlar o seu cérebro e, consequentemente, controlar a sua vida. Vamos decifrar os enigmas dos seus padrões cerebrais, mergulhar no oceano do inconsciente, e esculpir uma personalidade cativante, que atrai e inspira.

    Juntos vamos eliminar as correntes da procrastinação, da falta de energia e de foco, estresse, ansiedade e outros padrões que você não desejar. Abrindo caminho para você fazer parte do 1%. O 1% que move o mundo!

    Seu futuro começa hoje! Bora #RumoAo1Porcento!

    Para mais informações sobre nossos treinamentos entre em @brainpowerbr no Instagram.

    Um abraço, André Buric.

    ps: compartilhe! 😉

    Show notes

    1271 – Por que você só faz quando alguém cobra

    00:00 Se alguém cobra, você entrega. Se ninguém cobra, você trava
    00:38 Reprograme Seu Cérebro Cast: a leitura de hoje
    01:04 Como isso aparece no seu dia: a mensagem relida, a casa arrumada para a visita, o seu projeto parado
    01:27 A conclusão errada: “eu não tenho força de vontade”
    01:42 Ser deixado de fora dói: o jogo de passar a bola (Universidade da Califórnia em Los Angeles, 2003)
    02:44 A pessoa não adia a tarefa, adia o julgamento (Ferrari e Tice, 2000)
    03:49 O que você chama de autossabotagem pode ser o seu cérebro te protegendo
    04:22 O que é dos outros tem plateia; o que é seu, não
    04:51 De onde vem essa conta: o carinho que vinha com o desempenho (Israel e Estados Unidos, 2004)
    05:53 A frase de uma aluna do Mergulho no Inconsciente
    06:31 O preço: o trabalho que compra aprovação no lugar do trabalho que gera o seu valor
    06:55 Não existe aprovação completa
    07:35 Primeira: tire a avaliação da tarefa (chame de rascunho)
    08:25 Segunda: o que é seu vem antes (20 minutos, antes das mensagens dos outros)
    08:59 Terceira: troque a pergunta
    09:30 Essa regra foi aprendida, e o que é aprendido se reprograma: o Mergulho no Inconsciente
    10:20 A frase para guardar

    Pontos-chave

    • O que é só seu fica por último não por preguiça, mas porque não tem ninguém cobrando nem olhando.
    • Para o cérebro, ser deixado de fora é ameaça: ele põe a sua energia onde tem alguém olhando.
    • Muitas vezes a pessoa não adia a tarefa, adia o julgamento: sem preparo, a culpa do fracasso fica com a falta de tempo, não com ela.
    • Quando o carinho veio junto com o desempenho, o cérebro aprende que você só vale quando alguém vê o que você faz.
    • Aprovação completa não existe: sempre vai ter alguém que faria diferente.
    • Chamar o projeto de rascunho, dar a ele os primeiros 20 minutos do dia e trocar a pergunta tiram o julgamento do caminho.

    Faça seu diagnóstico

    Se você percebeu que trava sempre que ninguém está olhando, existe um padrão por trás disso, e ele tem raiz. O Inside Brain, o diagnóstico gratuito do BrainPower, nomeia o padrão inconsciente que está operando em você agora, em poucos minutos: https://brainpower.com.br/diagnostico?utm_source=podcast&utm_medium=reprograme-seu-cerebro-cast&utm_content=ep-1271-so-quando-cobram

    Fontes citadas

    • Eisenberger, N. I., Lieberman, M. D. e Williams, K. D. (2003). Does rejection hurt? An fMRI study of social exclusion. Science, 302(5643), 290-292. https://doi.org/10.1126/science.1089134
    • Ferrari, J. R. e Tice, D. M. (2000). Procrastination as a self-handicap for men and women: a task-avoidance strategy in a laboratory setting. Journal of Research in Personality, 34(1), 73-83. https://doi.org/10.1006/jrpe.1999.2261
    • Assor, A., Roth, G. e Deci, E. L. (2004). The emotional costs of parents’ conditional regard: a self-determination theory analysis. Journal of Personality, 72(1), 47-88. https://doi.org/10.1111/j.0022-3506.2004.00256.x

    11 min
  • 1270 – Como parar de adiar o que você precisa fazer

    Tem gente que passa uma semana inteira sem fazer o que precisava e chega no domingo exausta, sem ter resolvido nada. Não é preguiça, e não é falta de disciplina. É a sala de espera: enquanto uma conversa difícil, um e-mail, uma consulta ou uma decisão fica pendente, o cérebro vive como quem espera ser chamado no consultório, sem fazer nada e sem conseguir relaxar. Uma revisão de anos de estudos sobre procrastinação (Sirois e Pychyl, 2013) mostrou que a gente adia para aliviar o humor de agora: empurrar a tarefa traz uns cinco minutos de alívio, e o cérebro aprende que adiar alivia. Só que esperar o que é ruim já dói. Num estudo da Universidade Emory (Berns e colegas, 2006), muitas pessoas preferiram levar um choque mais forte na hora a ficar esperando por um mais fraco, e durante a espera a região do cérebro que processa a dor já trabalhava, mais forte em quem prestava mais atenção ao que estava por vir. E o que fica pendente volta como pensamento intrusivo, até no jantar com a família. Adiar não te poupa: te parcela, com juros. A saída não exige resolver tudo hoje, porque um plano específico já faz a cabeça parar de cobrar (Masicampo e Baumeister, 2011).

    Se esse episódio mexeu com algo em você, o Inside Brain é o próximo passo natural: um diagnóstico cognitivo gratuito que nomeia o padrão inconsciente operando em você agora: https://brainpower.com.br/diagnostico?utm_source=podcast&utm_medium=reprograme-seu-cerebro-cast&utm_content=ep-1270-adiar

    Neste episódio você vai entender por que adiar cansa mais do que fazer, o que acontece no seu cérebro enquanto alguma coisa importante fica pendente, por que a gente empurra o que dá desconforto e não o que dá trabalho, e o que a espera de um choque elétrico revela sobre a sua semana. Vai ouvir também como a pendência entra em casa, e o que uma criança de dois anos percebe quando o pai está ali sem estar. E sai com o plano em três linhas (quando, onde e o primeiro passo) que faz a cabeça parar de cobrar antes mesmo de você fazer, e com a diferença entre a espera ruim e a espera boa: a boa tem data para acabar.

    Você está sintonizado no podcast do BrainPower | A Sua Academia Cerebral, dedicado a impulsionar seu cérebro desde 2016. Aqui, desvendamos não só o cérebro, mas as profundezas do seu inconsciente.

    Este é o seu refúgio para controlar o seu cérebro e, consequentemente, controlar a sua vida. Vamos decifrar os enigmas dos seus padrões cerebrais, mergulhar no oceano do inconsciente, e esculpir uma personalidade cativante, que atrai e inspira.

    Juntos vamos eliminar as correntes da procrastinação, da falta de energia e de foco, estresse, ansiedade e outros padrões que você não desejar. Abrindo caminho para você fazer parte do 1%. O 1% que move o mundo!

    Seu futuro começa hoje! Bora #RumoAo1Porcento!

    Para mais informações sobre nossos treinamentos entre em @brainpowerbr no Instagram.

    Um abraço, André Buric.

    ps: compartilhe! 😉

    **

    Show notes

    **
    1270 – Como parar de adiar o que você precisa fazer

    00:00 Pare de achar que adiar te dá descanso
    00:37 Reprograme Seu Cérebro Cast: a leitura de hoje
    01:08 As cenas: a conversa ensaiada, o médico, o e-mail, a decisão do trabalho
    02:05 Cansado sem ter feito nada
    02:28 A sala de espera
    02:58 O que a gente empurra é o desconforto, não o trabalho
    03:23 Não é preguiça: o alívio de cinco minutos (Sirois e Pychyl, 2013)
    04:34 Esperar já dói: o estudo do choque (Universidade Emory, 2006)
    06:08 A armadilha: adiar não te poupa, te parcela
    06:27 A pendência vai junto para o jantar (Universidade Estadual da Flórida, 2011)
    06:53 O Dudu e a sala de espera dentro de casa
    08:02 A conversa difícil com o sócio ou com o chefe
    08:52 O plano específico que faz a cabeça parar de cobrar
    09:22 O plano em três linhas: quando, onde e o primeiro passo
    10:46 A espera boa tem data para acabar
    11:13 O que fica: o que você empurra não some
    11:41 O Inside Brain, o diagnóstico gratuito
    12:23 Quem mata o tempo

    Pontos-chave

    • Adiar não descansa: enquanto algo importante fica pendente, o cérebro vive numa sala de espera.
    • A gente empurra o que dá desconforto, não o que dá trabalho.
    • Adiar é regulação do humor de agora: cinco minutos de alívio que o cérebro aprende a repetir.
    • Esperar o que é ruim já dói, e dói mais em quem dedica mais atenção ao que está por vir.
    • O que fica pendente volta como pensamento intrusivo e vai junto para o jantar com a família.
    • Um plano específico (quando, onde e o primeiro passo) faz a cabeça parar de cobrar antes mesmo de você fazer.

    Faça seu diagnóstico

    Se você percebeu que não empurra só uma coisa, que empurra quase tudo, existe um padrão por trás disso, e ele tem raiz. O Inside Brain, o diagnóstico gratuito do BrainPower, nomeia o padrão inconsciente que está operando em você agora, em poucos minutos: https://brainpower.com.br/diagnostico?utm_source=podcast&utm_medium=reprograme-seu-cerebro-cast&utm_content=ep-1270-adiar

    Fontes citadas

    • Berns, G. S., Chappelow, J., Cekic, M., Zink, C. F., Pagnoni, G. e Martin-Skurski, M. E. (2006). Neurobiological substrates of dread. Science, 312(5774), 754-758. https://doi.org/10.1126/science.1123721
    • Sirois, F. e Pychyl, T. (2013). Procrastination and the priority of short-term mood regulation: consequences for future self. Social and Personality Psychology Compass, 7(2), 115-127. https://doi.org/10.1111/spc3.12011
    • Masicampo, E. J. e Baumeister, R. F. (2011). Consider it done! Plan making can eliminate the cognitive effects of unfulfilled goals. Journal of Personality and Social Psychology, 101(4), 667-683. https://doi.org/10.1037/a0024192

    13 min
  • 1269 – Seu valor não sumiu, está soterrado

    Existe um tipo de pessoa que acumulou anos de estrada: formação, prática, histórias que pouca gente viveu, e gente que vem pedir conselho a ela. E mesmo assim, quando olha para a própria vida, alguma coisa não bate: o nome ainda não tem o peso que deveria, o trabalho não é visto do tamanho que ela sabe que poderia ter. A conclusão automática é que falta alguma coisa, e ela vai atrás de mais um curso, mais uma especialização, mais uma fórmula que deu certo para alguém. Pouco tempo depois, está no mesmo lugar, um pouco mais cansada e mais descrente de si. O problema quase nunca foi falta. O valor não sumiu: ele está soterrado, como um veio de ouro debaixo de camadas de terra. A primeira camada é o excesso (mil ideias, e o cérebro, diante de possibilidades demais, adia). A segunda é o rótulo (pela habituação, aquilo que você faz com facilidade há anos virou paisagem, e ninguém lê o próprio rótulo de dentro do vidro). A terceira é o molde (toda fórmula “certa” põe mais uma camada por cima do que era seu). Por isso somar não resolve: o caminho é resgatar.

    Se esse episódio mexeu com algo em você, o Simulador de Projeto é o próximo passo natural — em cerca de oito minutos você responde perguntas sobre o que já viveu e sabe fazer, e recebe uma leitura do potencial do seu repertório: https://brainpower.com.br/programas/youescale/simulador?utm_source=podcast&utm_medium=youescale-conversas-set26&utm_content=ep-valor-soterrado

    Neste episódio você vai entender por que quem mais tem repertório é quem menos enxerga o próprio valor, quais são as três camadas que soterram o que você já tem, e por que mais um curso quase sempre é só mais uma camada. E vai fazer, junto comigo, o exercício das quatro perguntas que levam ao território onde o seu valor mora: o que você faz com facilidade, para que as pessoas te procuram, que problema real você resolve que poucos resolvem, e como você é diferente de todo mundo, que é a mais difícil de responder sozinho, porque de dentro do vidro a gente não vê.

    Você está sintonizado no podcast do BrainPower | A Sua Academia Cerebral, dedicado a impulsionar seu cérebro desde 2016. Aqui, desvendamos não só o cérebro, mas as profundezas do seu inconsciente.

    Este é o seu refúgio para controlar o seu cérebro e, consequentemente, controlar a sua vida. Vamos decifrar os enigmas dos seus padrões cerebrais, mergulhar no oceano do inconsciente, e esculpir uma personalidade cativante, que atrai e inspira.

    Juntos vamos eliminar as correntes da procrastinação, da falta de energia e de foco, estresse, ansiedade e outros padrões que você não desejar. Abrindo caminho para você fazer parte do 1%. O 1% que move o mundo!

    Seu futuro começa hoje! Bora #RumoAo1Porcento!

    Para mais informações sobre nossos treinamentos entre em @brainpowerbr no Instagram.

    Um abraço, André Buric.

    ps: compartilhe! 😉

    Show notes

    1269 – Seu valor não sumiu, está soterrado

    00:00 — O que você faz com facilidade, até de graça?
    00:50 — Gente com muito valor represado
    02:13 — A reação automática: mais um curso, mais uma fórmula
    02:50 — Outra leitura: o valor não sumiu, está soterrado
    03:23 — A primeira camada: o excesso
    04:23 — A segunda camada: o rótulo (a habituação)
    05:12 — A terceira camada: o molde
    06:26 — Resgatar, e não adicionar
    06:40 — As perguntas que levam ao seu território
    08:02 — A quarta pergunta: como você é diferente
    08:28 — O exemplo de quem acalma os outros
    10:46 — Quando você resolve um problema real, a solução ganha o seu nome
    11:09 — O que está por cima daquilo que você já tem
    11:36 — O Simulador de Projeto gratuito
    13:06 — A primeira metade da vida trouxe repertório; a segunda coloca em campo

    Pontos-chave

    – Quem acumulou muito repertório costuma concluir que falta algo, e vai somar mais uma camada.
    – O valor não some: ele fica soterrado pelo excesso, pelo rótulo e pelo molde.
    – Diante de possibilidades demais, o cérebro não escolhe: adia.
    – Pela habituação, o que você faz com facilidade há anos vira paisagem para você, nunca para os outros.
    – Toda fórmula “certa” pede que você se adapte a ela, e cada adaptação enterra o que era só seu.
    – O caminho é resgatar, e não adicionar: o que é trivial para você costuma ser exatamente o que falta para o outro.

    Faça sua simulação

    Se você tem anos de estrada e sente que o seu nome ainda não tem o peso que deveria, o Simulador de Projeto lê o potencial do seu repertório em cerca de oito minutos: https://brainpower.com.br/programas/youescale/simulador?utm_source=podcast&utm_medium=youescale-conversas-set26&utm_content=ep-valor-soterrado

    14 min
  • 1268 – Criança não obedece quem grita

    Existe um detalhe nessa cena que muda tudo, e quase nenhum pai repara nele. O grito funciona. A criança para na hora, fica em silêncio, às vezes até faz o que você mandou, e na sua cabeça a conta fecha: deu certo. Só que ela não parou porque entendeu. Ela parou porque o corpo dela entrou em alerta. E quando um cérebro entra em alerta, ele desliga o que não é essencial para sobreviver àquele momento. O que não é essencial ali é justamente aprender. A criança em alerta não está processando a lição nem formando memória do que era certo fazer: está esperando a tempestade passar. Defesa não ensina nada. É por isso que a mesma cena volta na semana seguinte, e na outra, e você grita de novo, e funciona de novo, e vai se formando a crença de que é assim que se resolve. Não é teimosia sua. É que resultado imediato vicia qualquer cérebro, inclusive o seu.

    Se esse episódio mexeu com algo em você, o Inside Brain é o próximo passo natural — um diagnóstico cognitivo gratuito que nomeia o padrão inconsciente operando em você agora: https://brainpower.com.br/diagnostico

    Neste episódio você vai entender por que o grito dá resultado rápido e por que esse resultado é exatamente o problema, o que acontece dentro do cérebro de uma criança em estado de alerta, e por que a culpa que você sente depois não é sinal de que você é um pai ruim, mas prova de que existe amor ali. Você vai entender também a diferença entre obedecer por medo e obedecer por vínculo: o medo some quando você sai da sala, e a criança aprende a esperar você sair; o vínculo continua existindo quando ninguém está olhando, porque ela não quer decepcionar alguém que virou parte da identidade dela. E, no fim, o que fazer no momento exato em que o grito ia sair, mais o que dizer quando ele já saiu.

    Você está sintonizado no podcast do BrainPower | A Sua Academia Cerebral, dedicado a impulsionar seu cérebro desde 2016. Aqui, desvendamos não só o cérebro, mas as profundezas do seu inconsciente.

    Este é o seu refúgio para controlar o seu cérebro e, consequentemente, controlar a sua vida. Vamos decifrar os enigmas dos seus padrões cerebrais, mergulhar no oceano do inconsciente, e esculpir uma personalidade cativante, que atrai e inspira.

    Juntos vamos eliminar as correntes da procrastinação, da falta de energia e de foco, estresse, ansiedade e outros padrões que você não desejar. Abrindo caminho para você fazer parte do 1%. O 1% que move o mundo!

    Seu futuro começa hoje! Bora #RumoAo1Porcento!

    Para mais informações sobre nossos treinamentos entre em @brainpowerbr no Instagram.

    Um abraço, André Buric.

    ps: compartilhe! 😉

    Show notes

    Criança não obedece quem grita
    00:00 — Ela obedece quem ela não quer decepcionar
    01:04 — Por que o grito funciona, e por que é isso que mantém o problema
    01:44 — O cérebro em alerta desliga o aprendizado
    02:20 — A cena que volta toda semana, e a crença que se forma
    02:59 — A parte pesada: a culpa que ninguém diz em voz alta
    03:50 — A culpa é prova de que existe amor
    05:30 — Obedecer por medo: some quando você sai da sala
    07:40 — Obedecer por vínculo: a criança te incorpora na identidade dela
    09:30 — O que fazer no momento exato em que o grito ia sair
    11:30 — O que dizer quando o grito já saiu
    12:40 — Você não é um pai que grita. É uma pessoa cansada usando a ferramenta errada

    Pontos-chave
    A criança não para porque entendeu, para porque entrou em alerta — e cérebro em alerta não aprende, só sobrevive ao momento
    Resultado imediato vicia qualquer cérebro, inclusive o do adulto: é por isso que o grito se repete
    A culpa que vem depois não é sinal de falta de amor, é a prova de que o amor existe
    Quem obedece por medo espera você sair da sala; quem obedece por vínculo não quer decepcionar alguém que virou parte de quem ela é
    O vínculo não se constrói na hora do conflito, se constrói nos momentos em que não está acontecendo nada
    Ferramenta se troca: você não é um pai que grita, é uma pessoa cansada usando a única ferramenta que te ensinaram

    Faça seu diagnóstico
    Inside Brain — diagnóstico cognitivo gratuito que nomeia o padrão dominante que opera em você: https://brainpower.com.br/diagnostico

    14 min
  • 1267 – Quem reclama de tudo não está reclamando do mundo

    Tem um detalhe nessa história que quase ninguém repara e que derruba a explicação mais óbvia. A pessoa que reclama de tudo reclama até daquilo que deu certo. A viagem foi ótima, mas o voo atrasou. A promoção veio, mas agora é responsabilidade demais. O evento muda, a reclamação continua. E se a reclamação sobrevive até quando o mundo colabora, então ela nunca foi sobre o mundo. Não é mau humor, não é negatividade, e não é falta de gratidão. É uma decepção pequena, controlada, tomada em doses diárias, para que a decepção grande nunca tenha a chance de atropelar. Quem está lá embaixo não cai.

    Se esse episódio mexeu com algo em você, o Inside Brain é o próximo passo natural — um diagnóstico cognitivo gratuito que nomeia o padrão inconsciente operando em você agora: https://brainpower.com.br/diagnostico

    Neste episódio você vai entender por que “essa pessoa é negativa” é uma explicação que não fecha, qual é a diferença entre a decepção que você escolhe e a que te atropela, o que existe embaixo do discurso de “eu só sou realista”, e por que o medo real não é de se decepcionar, é de ter esperança. Você vai ver também de onde vem essa decisão, que quase sempre foi tomada muito antes, num momento em que esperar custou caro, e por que ela continua sendo executada décadas depois sem nunca ter sido revisada. E, no fim, o que muda no dia em que a pessoa enxerga a proteção: ela para de decidir sozinha.

    Você está sintonizado no podcast do BrainPower | A Sua Academia Cerebral, dedicado a impulsionar seu cérebro desde 2016. Aqui, desvendamos não só o cérebro, mas as profundezas do seu inconsciente.

    Este é o seu refúgio para controlar o seu cérebro e, consequentemente, controlar a sua vida. Vamos decifrar os enigmas dos seus padrões cerebrais, mergulhar no oceano do inconsciente, e esculpir uma personalidade cativante, que atrai e inspira.

    Juntos vamos eliminar as correntes da procrastinação, da falta de energia e de foco, estresse, ansiedade e outros padrões que você não desejar. Abrindo caminho para você fazer parte do 1%. O 1% que move o mundo!

    Seu futuro começa hoje! Bora #RumoAo1Porcento!

    Para mais informações sobre nossos treinamentos entre em @brainpowerbr no Instagram.

    Um abraço, André Buric.

    ps: compartilhe! 😉

    Show notes

    Quem reclama de tudo não está reclamando do mundo
    00:00 — O detalhe que derruba a explicação óbvia: ela reclama do que deu certo
    01:15 — Onde o “mas” sempre aparece (e por que a posição dele entrega tudo)
    02:20 — Por que “pessoa negativa” não fecha: quem vive decepcionado sofreria o tempo todo
    03:30 — Decepção escolhida contra decepção que atropela — a diferença que muda tudo
    04:40 — O discurso pronto: “eu sou realista, eu só falo a verdade”
    05:30 — O medo real não é de se decepcionar, é de ter esperança
    06:20 — A decisão antiga que continua sendo executada sem revisão
    07:10 — O que muda quando a proteção é enxergada

    Pontos-chave
    A reclamação que sobrevive ao que deu certo não é sobre o acontecimento — é independente dele
    Baixar a expectativa de propósito é uma estratégia de administrar a ansiedade antes que ela chegue, não um traço de personalidade
    Decepção escolhida é pequena, controlada e diária; decepção que atropela é grande e vem sem aviso — quem está embaixo não cai
    Embaixo do “eu sou realista” não está o medo de se decepcionar, está o medo de ter esperança
    O padrão foi decidido num momento em que esperar custou caro, e nunca mais foi revisado
    No dia em que a pessoa enxerga a proteção, ela para de decidir sozinha

    Faça seu diagnóstico
    Inside Brain — diagnóstico cognitivo gratuito que nomeia o padrão dominante que opera em você: https://brainpower.com.br/diagnostico

    9 min
  • 1266 – Neurociência revela: amar alguém sequestra seu córtex pré-frontal

    Tem uma coisa que a neurociência mostrou em ressonância funcional e que muda a forma como você olha pra trás. Quando você se apaixona, o seu córtex pré-frontal medial — a região responsável por julgamento, análise de risco e avaliação crítica — tem a atividade suprimida. Não é figura de linguagem. É o que aparece no scanner. O circuito de recompensa, banhado em dopamina e ocitocina, literalmente reduz o sinal pras regiões que avaliam o outro de forma crítica. Você não fica cego. Você fica com o freio parcialmente desligado. E é aí que mora o problema: decisões permanentes tomadas nesse estado ficam permanentes — mesmo que o estado seja temporário.

    Se esse episódio mexeu com algo em você, o Inside Brain é o próximo passo natural — um diagnóstico cognitivo gratuito que nomeia o padrão inconsciente operando em você agora: https://brainpower.com.br/diagnostico

    Neste episódio você vai entender o mecanismo neural exato por trás do ‘como é que eu não vi?’, por que a natureza desenhou o cérebro pra suprimir o crítico interno quando você forma vínculo, e três movimentos práticos pra não assinar contrato de vida com o órgão da assinatura no escuro. Pico emocional não decide. Pico emocional sente. Decisão pede córtex online.

    Você está sintonizado no podcast do BrainPower | A Sua Academia Cerebral, dedicado a impulsionar seu cérebro desde 2016. Aqui, desvendamos não só o cérebro, mas as profundezas do seu inconsciente.

    Este é o seu refúgio para controlar o seu cérebro e, consequentemente, controlar a sua vida. Vamos decifrar os enigmas dos seus padrões cerebrais, mergulhar no oceano do inconsciente, e esculpir uma personalidade cativante, que atrai e inspira.

    Juntos vamos eliminar as correntes da procrastinação, da falta de energia e de foco, estresse, ansiedade e outros padrões que você não desejar. Abrindo caminho para você fazer parte do 1%. O 1% que move o mundo!

    Seu futuro começa hoje! Bora #RumoAo1Porcento!

    Para mais informações sobre nossos treinamentos entre em @brainpowerbr no Instagram.

    Um abraço, André Buric.

    ps: compartilhe! 😉

    Show notes
    Neurociência revela: amar alguém sequestra seu córtex pré-frontal

    00:00 — Por que decisões grandes parecem óbvias depois — e não eram antes

    00:24 — A diferença entre estar cego e estar com o freio desligado
    02:10 — O que o estudo de Bartels e Zeki mostrou no scanner
    03:30 — A casa com sala de festa e sala de reunião — o que acende e o que apaga
    05:00 — Por que isso é um recurso evolutivo (e por que ele te trai no século 21)
    05:40 — O efeito reverso: quando a paixão acaba e o córtex volta
    06:50 — 3 movimentos práticos: pico emocional, terceirizar julgamento, pedágio temporal

    Pontos-chave
    • Paixão suprime atividade do córtex pré-frontal medial — região do julgamento, análise de risco e avaliação crítica
    • O circuito de recompensa (dopamina, ocitocina) sobrescreve o julgamento — não é metáfora, é neuroimagem
    • Decisões permanentes tomadas nesse estado ficam permanentes, mesmo que o estado seja temporário
    • ‘Como é que eu não vi?’ depois do término não é insight novo — é o córtex pré-frontal voltando online
    • Pico emocional de qualquer tipo (paixão, raiva, medo) compromete a decisão — pede pedágio temporal
    • Faça seu diagnóstico

      Inside Brain — diagnóstico cognitivo gratuito que nomeia o padrão dominante que opera em você: https://brainpower.com.br/diagnostico

      Fonte citada

      Bartels, A., & Zeki, S. (2004). The neural correlates of maternal and romantic love. NeuroImage, 21(3), 1155–1166.

      9 min
    • 1265 – Neurociência explica: seu cérebro sabota o que você sabe que precisa fazer

      Você sabe o que precisa fazer. Tem clareza, tem intenção, talvez tenha planejado com café na mão. E não faz. No dia seguinte, repete. E aí vem o ciclo cruel de se chamar de fraco, indisciplinado, sem foco. Nesse episódio eu te mostro que o problema não está no seu caráter — está na arquitetura do seu sistema nervoso. E te entrego o insight que a maioria nunca alcança: o seu cérebro não está te traindo. Ele está te protegendo. Do único jeito que ele sabe. O travamento não é o sistema falhando. É o sistema funcionando perfeitamente — com dados desatualizados. Existe uma parte do seu cérebro que planeja e outra que protege. Quando a parte que protege detecta qualquer sinal de ameaça — mesmo que a ameaça seja só a possibilidade de se expor, de falhar, de ser visto — ela veta a ação antes que você conscientemente decida qualquer coisa. Você sente isso como ‘não conseguir começar’. O cérebro sente como sobrevivência. E enquanto você continuar tentando resolver isso com mais método, mais disciplina, mais força de vontade, você vai continuar lutando contra um sistema que não tem intenção de ceder. Porque não é uma batalha de vontade. É uma questão de calibração. E calibração dá pra mudar.

      Se você quer parar de adivinhar qual padrão está te travando, eu construí uma porta de entrada gratuita: o Inside Brain, um diagnóstico cognitivo de cinco minutos que nomeia o padrão dominante operando em você. Acessa em https://brainpower.com.br/diagnostico.

      No episódio você vai entender por que esse travamento se acumula ciclo após ciclo até virar identidade, por que mais produtividade e mais motivação não resolvem, o insight central que inverte completamente a relação com o padrão, e a pergunta exata que desativa parte do circuito inibitório na próxima vez que você travar. Padrão sem nome continua te governando. Padrão mapeado pode ser reescrito. E sistema com dados atualizados opera diferente.

      Você está sintonizado no podcast do BrainPower | A Sua Academia Cerebral, dedicado a impulsionar seu cérebro desde 2016. Aqui, desvendamos não só o cérebro, mas as profundezas do seu inconsciente.

      Este é o seu refúgio para controlar o seu cérebro e, consequentemente, controlar a sua vida. Vamos decifrar os enigmas dos seus padrões cerebrais, mergulhar no oceano do inconsciente, e esculpir uma personalidade cativante, que atrai e inspira.

      Juntos vamos eliminar as correntes da procrastinação, da falta de energia e de foco, estresse, ansiedade e outros padrões que você não desejar. Abrindo caminho para você fazer parte do 1%. O 1% que move o mundo!

      Seu futuro começa hoje! Bora #RumoAo1Porcento!

      Para mais informações sobre nossos treinamentos entre em @brainpowerbr no Instagram.

      Um abraço, André Buric.

      ps: compartilhe! 😉

      Show notes

      Por que você sabe o que precisa fazer e mesmo assim não faz — e o que a neurociência tem a dizer sobre isso.

      00:00 — O domingo do ‘agora vai’ que vira a segunda do ‘de novo não fiz’

      00:30 — Por que o problema não está no seu caráter — e o insight que inverte tudo
      01:10 — O dia em que eu apaguei meu primeiro vídeo depois de dois dias no ar
      02:15 — As duas vozes dentro do seu cérebro que disputam cada ação
      03:40 — A ameaça que o cérebro detecta raramente é a tarefa em si
      05:00 — Por que repetir ‘sei mas não faço’ transforma hesitação em identidade
      06:10 — O caso da executiva sênior cujo cérebro estava protegendo do sucesso
      07:00 — O insight que a maioria nunca formula: o travamento não é falha do sistema
      08:00 — Affect labeling: por que nomear o medo desativa parte do circuito
      08:30 — Como atualizar o arquivo em vez de lutar contra o sistema

      Pontos-chave:

      – Procrastinação crônica em pessoas de alta capacidade analítica raramente é falta de disciplina — é circuito inibitório ativo.
      – O córtex pré-frontal planeja, a amígdala veta. Quando ela detecta ameaça implícita, inibe o circuito motor antes da ação começar.
      – A ameaça quase nunca é a tarefa. É o que a tarefa representa: falha, inadequação, exposição.
      – O insight central: o travamento não é o sistema falhando — é o sistema funcionando perfeitamente, com dados desatualizados. Isso muda a intervenção.
      – Métodos de produtividade falham porque operam no córtex, mas o veto vem do sistema límbico.
      – Nomear o padrão desativa parte do mecanismo. Clareza é irreversível.

      Diagnóstico cognitivo gratuito (Inside Brain): https://brainpower.com.br/diagnostico

      11 min
    • 1264 – Ciência confirma: o doce não é fome

      Você jantou bem, sentou no sofá, e quinze minutos depois estava procurando alguma coisa doce. Não estava com fome. Sabia que não estava com fome. E foi mesmo assim. Se isso te soa familiar, esse episódio é pra você — porque a ciência já decifrou o que está acontecendo, e não tem nada a ver com falta de disciplina. O núcleo accumbens dispara antes da sua decisão consciente. A dopamina não é recompensa pelo açúcar, é recompensa pela antecipação. E o doce, na verdade, é o jeito mais barato que o seu sistema nervoso encontrou pra regular um estado emocional que você ainda não nomeou.

      Se você reconheceu esse padrão em você, eu fiz uma coisa que vai te ajudar a ir mais fundo. Fiz um PDF detalhando o que o seu cérebro faz internamente, e quais são os 3 passos pra você nomear o estado emocional ANTES que o núcleo accumbens consolide a escolha. Quando o nome chega, o córtex pré-frontal entra na frente — e a vontade perde urgência.

      Baixe seu PDF em https://brainpower.com.br/pdfs/circuito-do-doce

      Neste episódio você vai entender o circuito completo (núcleo accumbens, dopamina, córtex pré-frontal, amígdala), por que a sua noite é neurologicamente mais difícil que a sua manhã, o que o estudo de Avena (2008) provou sobre açúcar e dependência, e — mais importante — a chave que destrava o circuito sem precisar de força de vontade: nomear o estado interno antes do disparo. Não é dieta. É recalibração de qual âncora emocional o seu sistema nervoso está usando.

      Você está sintonizado no podcast do BrainPower | A Sua Academia Cerebral, dedicado a impulsionar seu cérebro desde 2016. Aqui, desvendamos não só o cérebro, mas as profundezas do seu inconsciente.

      Este é o seu refúgio para controlar o seu cérebro e, consequentemente, controlar a sua vida. Vamos decifrar os enigmas dos seus padrões cerebrais, mergulhar no oceano do inconsciente, e esculpir uma personalidade cativante, que atrai e inspira.

      Juntos vamos eliminar as correntes da procrastinação, da falta de energia e de foco, estresse, ansiedade e outros padrões que você não desejar. Abrindo caminho para você fazer parte do 1%. O 1% que move o mundo!

      Seu futuro começa hoje! Bora #RumoAo1Porcento!

      Para mais informações sobre nossos treinamentos entre em @brainpowerbr no Instagram.

      Um abraço, André Buric.

      ps: compartilhe! 😉

      Show notes
      Sobre este episódio

      Uma investigação sobre o que realmente acontece no seu cérebro entre o jantar e o chocolate de fim de noite. Spoiler: não tem nada a ver com fome.

      Timestamps
      • 00:00 — O detalhe que quase ninguém te conta sobre vontade de doce
      • 00:24 — Por que isso não é falta de disciplina (e nunca foi)
      • 02:15 — O circuito que dispara antes da sua decisão consciente
      • 03:30 — O estudo de Avena (2008) e o que ele provou sobre açúcar
      • 04:45 — Por que a sua noite é mais difícil que a sua manhã
      • 06:10 — O caso real de um aluno que parou em três semanas (sem dieta)
      • 07:30 — A chave: nomear o estado antes do circuito disparar
      • Pontos-chave
        • Dopamina não é recompensa pelo açúcar — é recompensa pela antecipação
        • Existe um nome técnico pro que o doce está fazendo: regulação emocional alostática
        • O córtex pré-frontal sai do ar primeiro quando você está sobrecarregado — por isso força de vontade falha à noite
        • Nomear a emoção reativa o córtex pré-frontal e desacelera a amígdala
        • O problema não é o doce. É o estado interno que ele está silenciando
        • Diagnóstico Cognitivo Gratuito — Inside Brain

          Descubra em 4-5 minutos qual padrão dominante está operando em você, o mecanismo neural por trás dele e o atalho pra quebrar.

          👉 https://brainpower.com.br/diagnostico

          Referência citada

          Avena, N. M., Rada, P., & Hoebel, B. G. (2008). Evidence for sugar addiction: behavioral and neurochemical effects of intermittent, excessive sugar intake. Neuroscience & Biobehavioral Reviews, 32(1), 20–39.

          11 min
        • 1263 – Por que não consigo focar por mais de dez minutos?

          Você acha que está só cansado. Ou desfocado. Ou que é a idade chegando. Não é. O que está acontecendo com você é mais sério, mais silencioso e muito mais comum do que parece — e tem nome. Demência digital precoce. A síndrome do século XXI. Cada vídeo curto, cada notificação, cada scroll que parece inofensivo está reduzindo a atividade do seu córtex pré-frontal — a região que sustenta planejamento, autocontrole e visão de longo prazo. Em outras palavras: você está sendo treinado, sem saber, a esquecer o amanhã.

          Se você quer entender qual padrão dominante está operando em você agora, fiz um diagnóstico cognitivo gratuito chamado Inside Brain — em poucos minutos uma IA treinada pelo método BrainPower nomeia o seu padrão e o mecanismo neural por trás: https://brainpower.com.br/diagnostico

          Neste episódio você vai entender o mecanismo dopaminérgico real por trás dessa reconfiguração, vai enxergar por que isso não é falha de disciplina e sim física do seu cérebro, e vai sair com a primeira fresta de consciência necessária pra começar a recodificar o padrão. Porque o que você não nomeia, te governa.

          Você está sintonizado no podcast do BrainPower | A Sua Academia Cerebral, dedicado a impulsionar seu cérebro desde 2016. Aqui, desvendamos não só o cérebro, mas as profundezas do seu inconsciente.

          Este é o seu refúgio para controlar o seu cérebro e, consequentemente, controlar a sua vida. Vamos decifrar os enigmas dos seus padrões cerebrais, mergulhar no oceano do inconsciente, e esculpir uma personalidade cativante, que atrai e inspira.

          Juntos vamos eliminar as correntes da procrastinação, da falta de energia e de foco, estresse, ansiedade e outros padrões que você não desejar. Abrindo caminho para você fazer parte do 1%. O 1% que move o mundo!

          Seu futuro começa hoje! Bora #RumoAo1Porcento!

          Para mais informações sobre nossos treinamentos entre em @brainpowerbr no Instagram.

          Um abraço, André Buric.

          ps: compartilhe! 😉

          Show notes
          Neste episódio
          • 00:00 — A síndrome silenciosa que está reconfigurando o seu cérebro
          • 00:22 — Por que isso não é cansaço, nem falta de disciplina
          • 02:07 — O que a dopamina realmente faz (e por que coach explica errado)
          • 04:32 — A metáfora da cidade: como a fiação do seu cérebro está mudando
          • 06:57 — O caso do executivo de 42 anos que perdeu o músculo da profundidade
          • 08:00 — O primeiro passo concreto pra reverter o padrão
          • Pontos-chave
            • O excesso de estímulos imediatos reduz a atividade do córtex pré-frontal — região do planejamento e autocontrole
            • Cada microrrendição ao estímulo curto enfraquece as conexões cerebrais que sustentam tarefas longas
            • O cérebro tem gravidade: ele puxa pra onde tem menos atrito, por isso força de vontade não basta
            • A demência do agora se manifesta em decisões aparentemente desconectadas: gastos, alimentação, carreira, relações
            • Reversibilidade existe via neuroplasticidade — começa por nomear o mecanismo
            • Próximo passo

              Diagnóstico cognitivo gratuito Inside Brain — 4 a 5 minutos, sem cadastro pra começar:

              https://brainpower.com.br/diagnostico

              10 min

            About Reprograme Seu Cérebro Cast

            From the publisher's feed

            Você não procrastina, perde o foco, perde a disciplina, ou fica estressado à toa. Você tenta executar dentro de um sistema mental que trabalha contra você. André Buric, neurocientista, mestre pelo…

            More shows like Reprograme Seu Cérebro Cast

            Como Você Fez Isso? | Caio Carneiro by ATrinca Mídia

            Como Você Fez Isso? | Caio Carneiro

            46 Listeners