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O tempo no cinema não é uma linha reta, mas um plano-sequência que se recusa a terminar. Ao fecharmos as cortinas de 2025, percebemos que as imagens que ficaram conosco não foram apenas as mais barulhentas, mas aquelas que souberam ler o espírito de um tempo fragmentado.
Neste episódio, Flávia Arielo, Fernando Geloneze e Jason Baroni revisitam um ano marcado pela resiliência das histórias originais e pela consolidação do cinema nacional no centro do debate global. O trio analisa como filmes como "O Agente Secreto" e "Pecadores" redimensionaram o conceito de sucesso para além da bilheteria bruta.
🎞️ Os eixos desta conversa:
A Ascensão do Agente Secreto: O fenômeno de Wagner Moura e o impacto do marketing na percepção do cinema brasileiro.
A Anatomia do Horror em 2025: O refinamento estético de "A Hora do Mal" e o brilhantismo musical de "Pecadores".
Paul Thomas Anderson e a polarização: "Uma Batalha Após a Outra" como termômetro político das tensões americanas e brasileiras.
O olhar técnico de "Sonhos de Trem": A fotografia de Adolpho Veloso e a sensibilidade masculina em meio ao luto.
Expectativas 2026: Do retorno de Christopher Nolan com "A Odisseia" à aposta bilionária da Marvel com o Doutor Destino.
Para além de uma lista de "melhores do ano", este episódio é uma investigação sobre o que ainda nos faz sair de casa para encarar o escuro de uma sala de projeção. Entre animações chinesas bilionárias e suspenses políticos que dividem nações, o Cinematografia questiona: o que as imagens de 2025 dizem sobre quem nos tornamos?
Qual foi o frame que não saiu da sua cabeça este ano?
Deixe sua reflexão nos comentários.
By Cinematografia PodcastO tempo no cinema não é uma linha reta, mas um plano-sequência que se recusa a terminar. Ao fecharmos as cortinas de 2025, percebemos que as imagens que ficaram conosco não foram apenas as mais barulhentas, mas aquelas que souberam ler o espírito de um tempo fragmentado.
Neste episódio, Flávia Arielo, Fernando Geloneze e Jason Baroni revisitam um ano marcado pela resiliência das histórias originais e pela consolidação do cinema nacional no centro do debate global. O trio analisa como filmes como "O Agente Secreto" e "Pecadores" redimensionaram o conceito de sucesso para além da bilheteria bruta.
🎞️ Os eixos desta conversa:
A Ascensão do Agente Secreto: O fenômeno de Wagner Moura e o impacto do marketing na percepção do cinema brasileiro.
A Anatomia do Horror em 2025: O refinamento estético de "A Hora do Mal" e o brilhantismo musical de "Pecadores".
Paul Thomas Anderson e a polarização: "Uma Batalha Após a Outra" como termômetro político das tensões americanas e brasileiras.
O olhar técnico de "Sonhos de Trem": A fotografia de Adolpho Veloso e a sensibilidade masculina em meio ao luto.
Expectativas 2026: Do retorno de Christopher Nolan com "A Odisseia" à aposta bilionária da Marvel com o Doutor Destino.
Para além de uma lista de "melhores do ano", este episódio é uma investigação sobre o que ainda nos faz sair de casa para encarar o escuro de uma sala de projeção. Entre animações chinesas bilionárias e suspenses políticos que dividem nações, o Cinematografia questiona: o que as imagens de 2025 dizem sobre quem nos tornamos?
Qual foi o frame que não saiu da sua cabeça este ano?
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