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Nesta edição, o professor e escritor José Lucio da Silva Machado faz um resgate histórico dos principais acontecimentos que explicam por que o racismo ainda é muito presente na sociedade, apesar de haver muita gente que nega essa realidade. O professor diz que a discriminação racial é escancarada e que a população negra continua à margem de políticas públicas de inclusão, como na educação e na busca de emprego. Com riqueza de detalhes, as análises de Machado mostram que o racismo é muito mais grave e profundo que se pode imaginar.
Devastadora. Assim é a crise da pandemia da Covid no segmento, segundo o presidente da Associação Brasileira dos Promotores de Eventos. De acordo com Doreni Caramori Junior, metade das empresas do setor faliu. A quantidade de pessoas que perderam o emprego é de quase 1 milhão. Ele acredita que serão necessários pelo menos cinco anos para tentar recompor as perdas sofridas nos últimos 18 meses.
Segundo o economista José Maria Ramos, existe uma combinação de fatores para explicar a razão pela qual a gasolina está custando tão caro. Mas, alguns desses fatores têm um impacto maior sobre o cenário de inflação. Um deles é a política de preço adota pela Petrobras. Por parte do governo, Ramos entende que ele poderia interferir para impedir uma desvalorização tão grande da nossa moeda.
Já são 15 anos de experiência na arbitragem. Há seis, ele faz parte do quadro de árbitros da CBF. Essa é a carreira de Jefferson Piva, convidado da edição 37 do Reverberando, transmitida ao vivo no YouTube. Piva é árbitro assistente, tanto de campo quanto do VAR. E foi sobre o árbitro de vídeo que ele mais falou. A tecnologia, usada no Brasil desde 2017, veio para corrigir erros que costumam ocorrer durante os jogos, mas também tem um efeito colateral. É motivo de muitas polêmicas. Piva contou, em detalhes, como funciona o VAR.
Reunimos três brasileiros que vivem no exterior para saber como é a vida deles: Murilo Sirena, que está nos EUA; Ricardo Mior Junior, que mora na Inglaterra; e Hernandes Pizoni, que vive na Itália. A realidade do trio tem muitas coisas em comum: dificuldades, no começo, por não dominarem a língua local; muito trabalho; remuneração em moeda valorizada; custo de vida baixo, apesar do quadro atual de inflação; momentos marcantes, engraçados e difíceis; saudade da família, dos amigos e da comida; e, com exceção de Hernandes, que ainda não tem essa convicção, a certeza de que voltarão a morar no Brasil.
Crianças e adolescentes com menos de 16 anos estão assistindo ao novo fenômeno de audiência da Netflix e, para piorar, muitas vezes na companhia dos pais. Só que o conteúdo de Round 6 não é para esse público. O próprio criador da série já fez o alerta. Percebendo que o público infantil está tendo contato com ela, escolas, professores e profissionais de saúde têm divulgado orientações às famílias. Nesta edição, conversamos com Silvana Santos, psicóloga e psicopedagoga, e Cleverton Silva, professor e diretor escolar. De acordo com eles, não adiantar apenas proibir os filhos de verem Round 6 porque, de alguma forma, eles verão. O ideal é explicar por que a série não deve ser assistida.
Poder público, empresas e organizadores de eventos têm exigido das pessoas, para trabalhar ou para atividades de lazer, que comprovem que estão imunizadas contra a Covid. Então, perguntamos a dois advogados se a exigência está amparada pela lei. Jian Dagostini, que é a favor, afirma que sim, mas destaca que isso não impede que cidadãos não vacinados discutam judicialmente a medida. Jorge Trannin, que também é médico, é contra exigir que as pessoas se vacinem por entender que o direito de cada indivíduo tem de ser respeitado. Ele defende que outras possibilidades sejam usadas para comprovar que um indivíduo não oferece risco à coletividade, como os testes que mostram se o vírus está ativo e se a pessoa tem anticorpos. Ouça a edição 34 do Reverberando, transmitida ao vivo no YouTube.
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