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Um simples hemograma pode revelar mais do que os médicos conseguem identificar ao analisar seus resultados individualmente. A startup brasileira Huna desenvolveu uma tecnologia de inteligência artificial que encontra padrões associados a um risco maior de câncer e ajuda a definir quais pacientes devem ser priorizados no rastreamento.
Neste episódio do Revolução IA, Letycia Cardoso conversa com Vinícius Ribeiro, CEO e cofundador da Huna, sobre como a empresa desenvolveu seus algoritmos a partir de dados de 5 milhões de pacientes, as parcerias com instituições de saúde e o potencial de reduzir os custos do diagnóstico e do tratamento.
Segundo a startup, a tecnologia já permitiu encontrar de três a quatro vezes mais casos de câncer de mama nos grupos priorizados. Em uma simulação com uma operadora, a economia estimada chegou a R$ 8 milhões por ano.
O Revolução IA é uma produção do NeoFeed.
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