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"Somos um, mas não somos os mesmos. Temos que carregar um ao outro." Essa é a tradução de um trecho da música “One” da banda U2 e que retrata, de forma poética, a convivência entre a pessoa infectada com o vírus HIV. Apesar de ter sido descoberto muitas décadas antes, o HIV veio à tona no início da década de 1980 e trouxe consigo chagas que até hoje permanecem em nossa sociedade, sendo uma das mais eloquentes a capa da revista VEJA de 1989 que trouxe a imagem de Cazuza acompanha da seguinte manchete: "Cazuza, uma vítima da Aids que agoniza em praça pública."
A ciência evoluiu, mas a sociedade ainda não.
A década de 1980 representou para o Brasil o fim dos “anos de chumbo” com a transição democrática finalizada no ano de 1985, possibilitando uma ascensão do rock nacional e, sobretudo, a recepção de um grande festival que se mantém ativo até os dias atuais. Estamos falando do Rock in Rio. Evento que reuniu em um mesmo dia Queen e Pepeu Gomes (democrático, não é mesmo?).
Falando em festival, já ouviu falar no Live Aid? E no Live 8? Não? Esse episódio trata também dos tantos festivais ocorridos nesse período.
Ah! Importante mencionar que no fim da década de 1980, a maior cortina [de ferro] do Mundo se abriu. E o episódio que marcou esse momento foi a Queda do Muro de Berlim.
Esperamos que goste do episódio. E até a década de 1990!
#direitoromano #romaemusica #romacast #podcastbr
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Dicas do episódio:
- @fernandokayser -> FILME: Clube de Compras Dallas (2013) | Bohemian Rhapsody (2018)
- @aindrusiack -> LIVROS: Civilização: Ocidente x Oriente - Niall Ferguson | Ditadura à Brasileira - Marco Antonio Villa | PODCAST: Nerdcast Extra - Vivendo com HIV | FILME: Filadélfia (1993)
- @cristianrosareal -> FILME: The Dirt – Confissões do Mötley Crüe (2019) | Disco: Cabeça de Dinossauro - Titãs (1986)
- @diegogazineu -> YOUTUBE: Festivais com as bandas citadas no episódio, principalmente os nacionais
- @aquilesmaciel -> SÉRIES: Chernobyl (2019)
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Data da gravação: 08/06/2021
Edição: @fernandokayser
Trilha: Happy Rock | www.bensound.com
Apoio: @katycalcados
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Seguindo a linha de combate à desinformação, o episódio de hoje buscará desvendar o que é a PEC 32/2020, popularmente conhecida como a PEC da Reforma Administrativa que, segundo o Governo, buscará modernizar o serviço público a fim de reverter à sociedade um melhor atendimento, eficiência e, conforme muito se noticia, uma significativa redução dos custos da máquina pública. Será mesmo?
Não acredite em tudo o que lê nas mídias e, principalmente, nas redes sociais sobre os temas; afinal, como na letra da canção “Menino Mimado”: que não vive [busca] a verdade, meu bem, flutua nas ilusões da mente de um louco qualquer. Ou seja, se você não buscar se informar adequadamente, cairá sempre na narrativa que tanto o Governo quanto a oposição buscam te passar. E essa narrativa geralmente beira à obscuridade ou a ridicularização do tema.
Para isso serve o ROMACAST. Um programa que tenta jogar luz à debates complexos – ou nem tanto – que estão em destaque – ou não – nas redes sociais e na mídia.
Esse episódio serve, portanto, para tentar desmistificar algumas informações um tanto exageradas sobre os problemas e possíveis benefícios que a PEC da Reforma Administrativa trará ao serviço público se realmente for aprovada pelo Congresso Nacional.
#podcast #podcastbr #romacast #reformaadministrativa #direitopublico
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DICAS:
Data da gravação: 01/06/2021
Trilha: Hip Jazz - www.bensound.com
As urnas eletrônicas foram instituídas no sistema eleitoral brasileiro nas eleições presidenciais do ano de 2002. Desde então, há tentativas de subverter a sua utilização. Foi assim com a Lei nº 10.408 de 10 de janeiro de 2002, com a Lei nº 12.034 de 29 de setembro de 2009 e, mais recentemente, com a Proposta de Emenda à Constituição nº 135/2019 de autoria da Deputada Governista Bia Kicis (PSL).
O motivo do retorno da discussão envolvendo a necessidade de “voto impresso auditável” teve como origem a eleição presidencial de 2014 quando o então candidato tucano (PSDB), Aécio Neves, questionou o resultado das urnas; dando origem, pois, ao ressurgimento da discussão e que se tornou cada vez mais presentes desde as eleições presidenciais de 2018, quando, mesmo tendo vencido o pleito eleitoral, o atual presidente, Jair Bolsonaro, seguindo a linha narrativa do ex-presidente norte americano Donald Trump, sustentou que houve fraude eleitoral.
Vale ressaltar que até o momento nem um nem outro comprovaram a suposta fraude.
Um dos argumentos é de que o voto impresso transmite ao eleitor uma maior confiabilidade no processo eleitoral; afinal de contas, mesmo com o voto na urna eletrônica, poderia, se quisesse, conferir se o voto declarado na urna corresponde ao por ela impresso. Uma espécie de double check (dupla checagem).
Ao se analisar mais a fundo a proposta – desconsiderando os argumentos rasos utilizados pela Deputada Bia Kicis e outros tantos defensores -, ela se mostra válida; porém, isso não significaria chancelar uma narrativa que tem como único objetivo atentar contra as instituições democráticas?
Esse tipo de narrativa foi debatida no episódio de nº 009 do ROMACAST, no qual trouxemos como mote o livro “Como as Democracias Morrem”. Questionar e incutir na população o sentimento de desconfiança às instituições democráticas é um claro exemplo de Governo com viés autoritário. Vamos mesmo manter essa discussão?
#podcast #podcastbr #romacast #votoimpresso #reformapolitica #riscodemocratico
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DICAS:
Data da gravação: 25/05/2021
Trilha: Hip Jazz - www.bensound.com
Eis o segundo episódio do quadro 'Papo de Roma': um simples papo descontraído entre os hosts do Romacast.
Neste, falamos sobre a polêmica proposta de tributação dos livros.
Entra Governo, sai Governo e a pauta da Reforma Tributária sempre está presente.
Mas, por que falar disso hoje? Porque há um [nem tão] recente parecer/resultado de consulta emitido pela Receita Federal, que vem no sentido de endossar o Projeto de Lei nº 3.887/2020, que revoga a alíquota zero da PIS e da COFINS – contribuições sociais – sobre os livros.
Em resumo, a proposta de Reforma Tributária encabeçada pelo Ministro Paulo Guedes tem como finalidade viabilizar a tributação dos livros em uma alíquota de 12%, por meio da instituição da CBS – Contribuição de Bens e Serviços.
E qual a justificativa utilizada pelo Governo e corroborada pelo parecer da Receita Federal? O subterfúgio utilizado é de que os livros são consumidos apenas pela elite; desconsiderando por completo o fato de que a grande maioria dos consumidores de livros no país vêm de famílias com renda mensal média de até 6 (seis) salários.
Faz algum sentido? Vamos dar esse tiro no pé mesmo? Cultura, arte e educação já são pontos enfraquecidos do nosso país… Vamos piorar?
Em um país de Machado de Assis, Jorge Amado, Mario Quintana, Guimarães Rosa, entre outros, é curioso a força que o Governo faz para desincentivar a busca e o prazer pela leitura, quando deveria era incentivar cada vez mais e a partir da mais tenra idade, a fim de tornar um hábito como qualquer outro, porém, com uma capacidade de produzir pensadores críticos, criativos e outros tantos benefícios que somente a leitura propicia.
Venha participar desse Papo de Roma, no qual abordamos nossas histórias com a literatura desde a infância e a importância que tiveram em nossas vidas.
Ao final, ainda fazemos um extra conversando sobre a ideia do voto impresso… que deve ser tema de um próximo Romacast.
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Qual a opinião de vocês sobre esses temas?
Interajam conosco e tornem o Romacast maior do que já é.
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#romacast #direitoromano #podcastbr #tributaçãodelivros
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Data da gravação: 18/05/2021
Edição: @fernandokayser
Trilha: Hip Jazz | www.bensound.com
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@fernandokayser | @aindrusiack | @renata_mdreher
Annie, are you ok? Are you ok, Annie?
Certamente você já deve ter ouvido essa frase em um dos clássicos lançados por Michael Jackson no álbum mais vendido de todos os tempos. A canção se chama “Smooth Criminal” e a história dessa frase... bem, você só conhecerá ao ouvir o episódio de hoje.
Além da ascensão da música pop, por meio de Michael Jackson e Madonna, houve uma significativa mudança no Rock a partir da utilização – cada vez maior – de sintetizadores. Claríssimo exemplo é a música “Take on Me”, da banda norueguesa A-ha, mas que também pode ser percebida em “Menina Veneno”, do Ritchie.
Por fim, a década de 80 trouxe avanços na forma de consumirmos a música; antes, consumida por meio de singles, álbuns e shows; a partir de 1981, por meio visual com a criação da Music Television (MTV) – você certamente passou algumas tardes assistindo aos videoclipes de grandes bandas e até mesmo de bandas que você nem sequer conhecia.
Enfim, a década de 80 é uma das mais criativas no cenário musical e, indiscutivelmente, uma das mais marcantes.
Então, “break the silence” e venha curtir este episódio “Like a virgin”.
#direitoromano #romaemusica #romacast #podcastbr #annieareyouok #likeavirgin #meninaveneno
Dicas do episódio:
- @fernandokayser -> FILME: Scarface (1983) | YOUTUBE: Scarface School Play.
- @aindrusiack -> PODCAST: Discoteca Básica.
- @cristianrosareal -> FILME: Donnie Darko (2001) | JOGO: GTA Vice City (2002).
- @diegogazineu -> FILMES: De Volta para o Futuro (1985) | Clube dos Cinco (1985) | Top Gun (1986).
- @aquilesmaciel -> SÉRIES: Miami Vice (1984) | Dark (2017).
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Data da gravação: 09/05/2021
Edição: @fernandokayser
Trilha: Happy Rock | www.bensound.com
Apoio: @katycalcados
Eric Ries conceitua a Startup como um novo produto ou serviço criado em condições de extrema incerteza, por meio de conceitos altamente disruptivos, isto é, que não se submetem ao fluxo normal de um processo. De maneira ainda mais objetiva: se é difícil empreender onde já há concorrência e, portanto, conhecimento de suas variáveis, torna-se mais difícil criar um novo produto ou serviço sem base alguma. Esse, definitivamente, é o conceito de Startup.
Ideias, sejam simples ou geniais, são a válvula propulsora de um grande novo produto ou serviço, contanto que seja minimamente viável (“MVP”), o que requer uma experimentação rápida e com menos custos que o expectado. Quando percebida a insuficiência ou não receptividade desse novo produto/serviço no mercado explorado, pivota-se. O importante, como diz o gato de Cheshire, é saber para onde se quer ir.
Empreender é difícil. No Brasil, ainda mais.
Se você não entendeu lhufas dos parágrafos anteriores, o nosso convidado de hoje, Prof. Dr. Éderson Garin Porto, soube fazê-lo de forma muito didática. Afinal, ele é autor de diversas obras vinculadas ao Direito Tributário e que nos últimos anos vem se dedicando ao tema de novas tecnologias e inovações. Além de nutrir uma sede insaciável de conhecimento, não poupa esforços para compartilhá-lo com o maior número de pessoas.
Esperamos que gostem do episódio e estamos receptivos ao recebimento de críticas (construtivas) e sugestões de temas. Ah, não poderia faltar: aguardamos ansiosamente o contato de investidores e patrocinadores :)
Um forte abraço da equipe RomaCast.
#romacast #direitoromano #podcastbr #startups #inovacao
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DICAS:
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Data da gravação: 12/04/2021
Trilha: Hip Jazz - www.bensound.com
"Com a fé de quem olha do banco a cena; do gol que nós mais precisava na trave; a felicidade do branco é plena; (...) a felicidade do preto é quase."
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A letra da música Ismália, do Emicida, retrata em suas primeiras estrofes a regra da realidade da população negra no Brasil que, incrivelmente, ainda carrega sob seus ombros as chagas de feridas abertas do período da escravidão no país – em seus mais de 3 séculos de duração.
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Ainda que em 1888 tenha sido promulgada a Lei Áurea, pondo fim, portanto, ao regime escravista, pouco se fez pela população negra em nosso país, mantendo-os, sempre que possível, à margem da sociedade em razão de sua raça.
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E por mais que brademos que há apenas a raça humana, a distinção da raça ainda é um fator político preponderante, sobretudo quando por meio desta “política de Estado” se é possível manter a população negra nas camadas sociais mais baixas; afinal, ainda impera em nossa sociedade o conceito de que negros são incapazes, que são inferiores e que são “menos” humanos do que os brancos.
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A carne mais barata do mercado é a carne negra. Essa conceituação não é uma invenção nossa, ela vem de anos de preconceito e de um racismo estrutural que mata diariamente um sem número de negros em razão da sua cor e de sua raça.
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Debater e entender o racismo estrutural existente em nossa sociedade é tarefa essencial para a sua desconstrução – ou evolução -, pois como diz Djamila Ribeiro: não basta não ser racista, é preciso ser antirracista.
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E aqui vale ressaltar que o tribunal da internet em nada contribui para a causa, pois quando confrontando com um ato isolado praticado por qualquer indivíduo, de pronto o acusa e julga como racista. Como se toda a sua história de vida tenha se pautado por atos como o praticado.
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A forma de se buscar evitar comportamentos racistas é perceber-se criticamente. É refletir sobre o tema. É conversar e debater sobre ele, sobretudo em uma sociedade que nega suas origens e busca a todo momento “jogar para debaixo do tapete” todas as suas chagas que, inegavelmente, no primeiro momento de crise se mostrarão cada vez mais abertas.
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Novamente tomando como base o Big Brother Brasil (21), esse episódio tem como proposta trazer à tona um tema complexo, mas que precisa se tornar pauta de debates diários a fim de que - de uma vez por todas - a gente deixe de se esquivar dele com termos como “mimimi” ou “vitimismo”. Não é “mimimi” e muito menos “vitimismo”. É racismo estrutural.
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DICAS:
- @fernandokayser:
FILME: A 13ª Emenda [Netflix]
SÉRIE: Olhos que Condenam [Netflix].
- @aindrusiack:
LIVROS:
Pequeno Manual Antirracista - Djamila Ribeiro
Racismo Estrutural - Sílvio Almeida
Escravidão - Laurentino Gomes
- @douglas.alexandre21:
FILME: 12 Anos de Escravidão
ÁLBUM: What’s Going On - Marvin Gaye.
- @cassyuss:
SÉRIE: Quem matou Malcolm X? [Netflix]
MÚSICA: Cê Lá Faz Ideia - Emicida
DOCUMENTÁRIO: AmarElo.
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Data da gravação: 11/04/2021
Trilha: Hip Jazz - www.bensound.com
Gestão e Inovação dentro da Administração Pública soam inverossímeis, mas elas existem e vão ao encontro de um dos princípios constitucionais mais controversos com a realidade prática: a eficiência.
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Nada mais natural, para nós brasileiros, que tecer duras críticas contra a Administração Pública de um modo geral, muito pela pecha de 'extremamente burocrática e engessada' que tanto ouvimos e por vezes constatamos dentro do serviço público.
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Entretanto, tal qual um mineirinho, a inovação vem muito timidamente surtindo efeitos dentro das instituições, embora não ao ponto de se tornar algo institucional, permanecendo, por enquanto, como medidas individuais trazidas pelos servidores que constatam a necessidade de se “atualizar”.
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Diversos são os movimentos dentro da Administração Pública, mas no episódio de hoje focamos na Advocacia Pública por meio da visão e propósitos trazidos pela nossa convidada, @cinaravila, Procuradora do Município de Novo Hamburgo/RS, e que por meio da página @pgmambiental vem promovendo debates e alcançando outros tantos Procuradores e servidores que se interessam pelos temas de gestão e inovação.
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Os debates vão desde a promoção de lives a conversas com autores e suas obras, mas não se limitam ao meio digital: há também a realização de seminários e encontros anuais entre Procuradores para discutirem sobre novas tendências e como aplicá-las ao sistema da Administração Pública.
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Em resumo: gestão e inovação não estão nada distantes da Gestão Pública. Elas existem e são implantadas regularmente. O que resta, contudo, é deixar essas medidas ainda mais transparentes para a sociedade. Esse, ao que nos parece, continua sendo o grande desafio.
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#romacast #direitoromano #podcastbr #advocaciapublica #gestaoeinovacao #pgmambiental
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Fique sempre com Roma.
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Dicas do episódio:
- @fernandokayser -> SÉRIE: Billions (2016).
- @aindrusiack -> TEDx: O profissional do futuro – Michelle Schneider (2018).
- @renata_mdreher -> SÉRIE: A Vida e a História de Madam C.J. Walker (2020).
- @cinaravila -> SÉRIE: A Era dos Dados.
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Data da gravação: 30/03/2021
Edição: @fernandokayser
Trilha: Hip Jazz | www.bensound.com
Apoio: @katycalcados
O Roma & Música fecha os anos 70 com um episódio recheado de curiosidades, fake news (descubra!) e muita informação.
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Se no episódio anterior o foco foi no Led Zeppelin, o episódio de hoje também é dedicado a um grande artista, um camaleão que lançou tendências que transcenderam a musicalidade. Sim, é chegado o momento de falar de David Bowie e o que ele representa(ou) no rock.
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Mas nem só de Bowie se vive, às vezes ficamos Pistols (perdão pelo trocadilho infame).
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Nos anos 70 também surgiu uma nova vertente do rock, denominada Punk. Uma versão mais agressiva tanto na musicalidade quanto na atitude.
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Portanto: Hey! Ho! Let's listen esse episódio!
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ESCUTE A PLAYLIST DESSE EPISÓDIO! -> Roma e Música 03 - Bowie Punk
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Fique sempre com Roma.
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Dicas do episódio:
- @fernandokayser -> YOUTUBE: Ramones live at US Festival (1982) | FILME: Gangues de Nova York (2002).
- @aindrusiack -> ÁLBUM: What's going on - Marvin Gaye (1971).
- @cristianrosareal -> SÉRIE: Punk (2019) | ÁLBUM: Ramones (1976).
- @diegogazineu -> FILME: The Runaways - Garotas do Rock (2010) | FILME: Gia: Fama e Destruição (1998).
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Data da gravação: 28/03/2021
Edição: @fernandokayser
Trilha: Happy Rock | www.bensound.com
Apoio: @katycalcados
Eis a estreia do quadro 'Papo de Roma': um simples papo descontraído entre os hosts do Romacast.
Neste episódio, abordamos alguns tópicos que pululam no noticiário [quase que] diariamente e, embora não tenhamos formação técnica para definir se o famigerado 'tratamento precoce' para a COVID-19 é bom ou não – ou melhor: se existe ou não -, nada impede que tragamos para a pauta essa discussão, sobretudo quando o tema requer uma análise maior do que recebemos via grupos de WhatsApp.
Além disso, trouxemos para a pauta a permanência e aplicação de uma lei promulgada nos “anos de chumbo” em tempos democráticos; sem contar na surpresa ao descobrirmos que um juiz de primeira instância proferiu decisão monocrática para decidir sobre a suspensão da cogestão entre o Estado do Rio Grande do Sul e seus Municípios.
Enfim, temas não faltam para debatermos no RomaCast.
E qual a opinião de vocês sobre esses temas?
Interajam conosco e tornem o RomaCast maior do que já é [sem humildade].
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#romacast #direitoromano #podcastbr
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Fique sempre com Roma.
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Data da gravação: 21/03/2021.
Edição: @fernandokayser
Trilha: Hip Jazz | www.bensound.com
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@fernandokayser | @aindrusiack | @renata_mdreher
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