Com o ranger e o gemer da roda gasta do tempo
Um rei de tudo é levado ao ajoelhar lento
Uma vida não-nascida, sem primeiro ar respirar
Na noite escura, em des-vida até o dia clarear
No tempo ela convoca todos os cavaleiros
Sobre os melhores ainda morde seu aço certeiro
O olho de um matador, o faro de um cão
No vento e na carne, caçador sem prisão
Cada estocada, cada corte, cada membro decepado, renascido
Em matéria disforme, torcida, inchada, num espírito gemido
O graveto e a cidade, ambos valem além da pena
Sempre prezados por todos, mas seus fins vazios condena
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