Em “O Rádio era tão romântico”, Ruy Jobim mostra como é bom escrever (e ler) um livro de histórias – histórias de rádio e de vida. É um incentivo para outros fazerem o mesmo. Ruy sabe como sintonizar o ouvinte (leitor) e captar sua audiência. Faz rir, recordar, pensar, sonhar e querer ouvir e fazer mais rádio.
O livro é muito bom. Muito romântico. Mas não só: muito informativo, meio esquisito (você vai entender quando o ler), bem-humorado, realista. Entremeado de músicas que ouvimos na imaginação, enquanto os capítulos se sucedem.
Ruy Jobim nos convida a entrar um pouco na casa dele, casa de lembranças afetuosas, com pessoas sensíveis, que o ajudaram a chegar a seu destino: rádio e educação. Que dobradinha bonita: rádio e educação!
Texto de Fernando Mansur
Será que ele foi um Faraó? kkk