O governo Jair Bolsonaro recusou vacinas da Pfizer no ano passado à metade do preço pago por Estados Unidos, Reino Unido e União Europeia. Consideradas caras em agosto de 2020 pelo então ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, até 70 milhões de doses poderiam ter sido entregues a partir de dezembro por US$ 10 cada. A segunda dose do imunizante foi aplicada em quase 23 milhões de brasileiros, 14,25% da população nacional.