Ter uma conta em dólar ainda pode parecer, na cabeça da maioria das pessoas, coisa só para investidores que têm muito dinheiro para gastar. Mas a realidade não é mais bem esta – e o cidadão comum já tem opções de baixo custo ou até gratuitas para operar seus recursos na moeda americana. A questão é que nem mesmo a nova lei cambial brasileira, prevista para entrar em vigor no final do ano, permite contas em moedas estrangeiras. Carla Beni, economista e professora de MBAs da FGV, explica então como essas contas funcionam.