Equipes de resgate no Japão seguem buscando nesta quarta-feira (03) sobreviventes do terremoto de magnitude 7,6 na escala Richter que atingiu o gigante asiático no Ano Novo. Além da destruição provocada por estradas cortadas, estruturas danificadas e localização remota das áreas mais atingidas, os japoneses têm enfrentado temperaturas congelantes, chuvas e o aumento do risco de novos deslizamentos.
Duas explosões mataram 103 pessoas que caminhavam em procissão para o túmulo de Qassem Soleimani, o general iraniano morto por um ataque com drone dos Estados Unidos em 2020.
O grupo viajava de ônibusde de Monterrey, no norte do México, para Matamoros, cidade fronteiriça com os Estados Unidos, e foi sequestrado por homens armados no sábado, dia 30. Mas as autoridades locais só divulgaram o caso na terça-feira, dia 2.
Unicef destaca que conflitos crescentes, desastres, insegurança alimentar e surtos de doenças se combinaram para criar necessidades humanitárias sem precedentes em 2024.
Escalada de violência no noroeste da Síria preocupa pela morte de civis, especialmente crianças. A situação causa danos a escolas e pressão adicional em instalações de saúde.
O Programa Mundial de Alimentos alerta para a ameaça de fome e doenças em áreas densamente povoadas em Gaza, para onde milhares de pessoas fugiram da violência no norte e centro do enclave.
A Coreia do Sul protestou oficialmente contra um dos alertas de tsunami emitidos pelos japoneses no terremoto de Ano Novo. As informações são da Agência de Notícias Reuters.
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