O Equador amanheceu nesta sexta-feira com 57 agentes de segurança como reféns em seis presídios no país, segundo agências de notícias internacionais e jornais equatorianos.O país está em estado de emergência desde o assassinato do candidato presidencial Fernando Villavencio, em 9 de agosto. O assassinato de Villavencio teria sido reivindicada pelo grupo criminoso Los Lobos. O líder da facção foi transferido para um presídio de segurança máxima, o que teria motivado as rebeliões nos presídios e explosões de dois carros-bombas na capital, Quito. A cidade nunca havia tido ataques deste tipo, segundo os jornais locais.