A morte do líder do grupo Wagner despertou o questionamento sobre o que ocasionou a queda da aeronave. Isso porque o jato produzido pela Embraer e contava com 10 pessoas a bordo é considerado de extrema segurança. Todos morreram inclusive Yevgeny Prigozhin, comandante mercenário, considerado traidor da pátria pelo presidente russo, Vladimir Putin. Aliás, ele não foi o único desafeto do chefe de estado a morrer de forma misteriosa. Em setembro do ano passado, Ravil Maganov, presidente de uma petrolífera caiu do sexto andar de um hospital em Moscou e não resistiu. O caso foi tratado como suicídio e ele era contra a guerra, pedia cessar-fogo. Em 2015, um opositor do atual presidente morreu baleado. Antes da guerra, um advogado crítico de Putin, líder da oposição Alexei Nalvani, quse morreu envenenado em um avião. A substância encontrada no organismo dele era o Novichok, agente nervoso da era soviética.