A decisão do premiê espanhol em dissolver o parlamento e convocar novas eleições foi um risco calculado. A opinião é do professor de relações internacional José Blanes Sala. Na manhã desta segunda-feira, Pedro Sanchez anunciou sua decisão que surpreendeu a todos, mas que está previsto na constituição do país. A justificativa foi a dura derrota do Partido Socialista Obreiro Espanhol, do primeiro-ministro, nas eleições regionais realizadas neste domingo. O Partido Popular, sigla conservadora, levou a melhor e venceu em quase todas as regiões do país.