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RW+ episodes

  • Boate Kiss: por que a tragédia deve ser lembrada?
    A longa elaboração de um luto coletivo passa pelo silenciamento, pelo tempo e pela luta. Por que esses elementos são tão importantes? E por quais razões familiares de vítimas e sobreviventes preferem não silenciar sobre a tragédia da boate Kiss, apesar da dor? O episódio traz relatos de sobreviventes e familiares e mostra como as pessoas diretamente impactadas pelo incêndio lutam por justiça e pela memória das vítimas de 27 de janeiro de 2013.
    29 min
  • Boate Kiss: leis para evitar que tragédias se repitam
    Em dezembro de 2013, a Lei Kiss foi criada com o objetivo de dar clareza e segurança à fiscalização e à prevenção e proteção contra incêndios no Rio Grande do Sul. 12 anos depois, a lei já sofreu diversas alterações. O que mudou na lei e na atuação do Corpo de Bombeiros para evitar que tragédias se repitam?
    25 min
  • Boate Kiss: a busca por responsabilização em vias internacionais
    Avança na Comissão Interamericana de Direitos Humanos a denúncia que pode responsabilizar o Estado brasileiro pela tragédia da boate Kiss. Em 2024, a CIDH considerou admissível a denúncia movida pela Associação de Familiares de Vítimas e Sobreviventes de Santa Maria (AVTSM) que busca responsabilizar a Prefeitura de Santa Maria, o Ministério Público do Rio Grande do Sul e o Corpo de Bombeiros pela falta de fiscalização e problemas na emissão dos licenciamentos da boate.
    30 min
  • Boate Kiss: o incêndio, a investigação e a sensação de impunidade
    Da noite para o dia, o incêndio da boate Kiss transformou a história de Santa Maria e comoveu o país e o mundo. A reportagem de Eduardo Covalesky relembra os primeiros momentos após o incêndio, a investigação policial nas semanas seguintes, a busca por responsabilizações e a lembrança diária de familiares de vítimas e sobreviventes sobre a dor que acometeu uma comunidade inteira pela tragédia que vitimou 242 pessoas, a maioria jovens, em uma casa noturna superlotada em janeiro de 2013. 

    Esse episódio usa efeitos sonoros e elementos da série sobre a Kiss do Globoplay.
    31 min
  • Radioweb 24 anos: por que amamos fazer rádio?
    Neste mês em que celebramos 24 anos de Radioweb, a gerente de conteúdo Mariana de Freitas conta uma história diferente. Não é sobre a Radioweb especificamente, mas sobre as pessoas que fazem o rádio pulsar todos os dias. 

    Você vai ouvir o repórter Hiury Wdson, que descobriu aos 11 anos, ouvindo o comercial do mercadinho do tio, que queria viver para contar histórias. Vai conhecer a jornalista Priscila Mendes, nossa “louca do rádio” em Belo Horizonte, que invadia estúdios para descobrir como tudo funcionava. Tem também a Rita Faustino, mineira que trocou equipamentos de rádio por histórias de bastidores e hoje cuida das nossas parceiras afiliadas.

    E não para por aí. O Marcelo Bonora, nosso editor de áudio, lembra como começou no tempo do analógico. E o Rafael Silva, que realizou o sonho duplo de trabalhar com rádio e com a Radioweb, conta como é estar no centro das notícias em Brasília.

    Esse especial é mais do que um programa: é um convite para você sentir o que nós sentimos todos os dias — o amor pelo rádio.
    13 min
  • A medicina como negócio, o impacto na formação e as fake news
    A medicina tem enfrentado diferentes desafios. Pandemia, crise climática, fake news e disseminação de faculdades com formação deficitária são alguns exemplos. Diante de uma conjuntura que não é favorável, as provações e julgamentos crescem. Assuntos até então pouco questionados, passaram a ser foco de discussão, até mesmo, em mesa de bar, como as informações falsas sobre vacinas. Jovens em universidades transformaram as salas de aula e ambientes de residência em reality shows nas redes sociais. As faculdades, até pouco tempo referenciadas por grandes instituições, agora sofrem com a concorrência de locais de ensino com menor infraestrutura e know-how. São sobre esses desafios e como a medicina pode se defender e agir que que você ouve nesse conteúdo.
    23 min
  • Gerir carreira e maternidade impõe desafios para cientistas
    No dia 8 de julho, celebramos o Dia Nacional da Ciência e do Pesquisador Científico. A data é um convite à reflexão sobre a produção de conhecimento no país — e, principalmente, sobre quem está por trás das descobertas que impactam vidas e transformam realidades.

    Neste especial produzido pela RW+, a repórter Joyce Santos apresenta relatos emocionantes, como o da engenheira de software Ana Souza, que viu sua vida e seu doutorado se transformarem com o nascimento prematuro do filho. Ou da professora Fernanda Staniscuaski, da UFRGS, integrante do grupo Parent in Science, que luta para que a parentalidade seja considerada nos currículos e na avaliação de desempenho de cientistas.

    A reportagem também apresenta as conquistas legislativas recentes, como as Leis 13.536, 14.925 e 15.124, que garantem prazos estendidos, licenças e vedam discriminações em processos seletivos de bolsas e pesquisa por motivo de gestação ou adoção.
    23 min
  • Bioma Pampa: das raízes familiares à luta pela preservação
    O Bioma Pampa, aqui no Brasil, está restrito ao Rio Grande do Sul, correspondendo a 63% do território gaúcho e 2% do Brasil. A área do Pampa abrange ainda Argentina e Uruguai./ O bioma é constituído principalmente por vegetação campestre, ou seja, gramíneas, herbáceas e algumas árvores. O termo Pampa tem origem indígena, que significa região plana. O Bioma abriga mais de 3 mil espécies de plantas e seiscentas de animais./ Infelizmente, hoje ele é  mais degradado que a Amazônia e o Cerrado, quando falamos em termos proporcionais. Apenas 3% da área é protegida. A silvicultura e a monocultura de soja e arroz são as maiores ameaças do Pampa. Segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais do Brasil, 58% do bioma já foi tomado pelo agronegócio. Dados do MapBiomas, apontam que entre 1985 e 2022, o pampa gaúcho perdeu quase 3 milhões de hectares de vegetação nativa. Diferente de outros biomas brasileiros, a criação de gado é uma aliada na preservação do Pampa. Isso porque os campos nativos sempre abrigaram herbívoros de grande porte. Por ser uma vegetação rasteira, não tendo a imponência de grandes florestas, a devastação do Pampa acaba não sendo percebida com grande apelo, apesar de sua alta capacidade de sequestro de carbono.Nesta reportagem, a história de duas irmãs que levam a tradição da família pecuarista nos campos do Sul e as ameaças que colocam em risco o bioma.
    42 min

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