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"Que o homem, alegrando-se em ser amado por Aquele que teme, ouse amá-lo também e tema desagradar o seu amor, ainda que pudesse fazê-lo impunemente." - Santo Agostinho
Ouça o último episódio da série sobre as virtudes teologais, na voz de Vítor Júnior.
A esperança é a virtude teologal (dom de Deus), que nos faz desejar como nossa felicidade o Reino dos Céus e a Vida Eterna, pondo nossa confiança nas promessas de Cristo, apoiando-nos não em nossas forças, mas no socorro da graça do Espírito Santo (cf. CIC §1817).
Ouça mais esse episódio narrado por Vitor Jr.
A fé é a virtude teologal pela qual cremos em Deus e em tudo o que Ele nos disse e revelou e que a santa Igreja nos propõe para acreditarmos, porque Ele é a própria verdade. Pela fé, «o homem entrega-se total e livremente a Deus» (67). E por isso, o crente procura conhecer e fazer a vontade de Deus. «O justo viverá pela fé» (Rm 1, 17). A fé viva «actua pela caridade» (Gl 5, 6).
Ouça o primeiro episódio de nossa nova série, agora sobre as virtudes teologais, na voz de Vitor Júnior.
É o autocontrole, autodomínio, renúncia, moderação. A temperança ordena afetos, domestica os instintos, sublima as paixões, organiza a sexualidade, modera os impulsos e apetites. Abre o caminho para a continência, a castidade, a sobriedade, o desapego. É próprio da temperança o cuidado conosco mesmo, com os outros e com a natureza. A temperança não permite que sejamos escravos, mas livres e libertadores e nos encaminha para o cumprimento dos deveres e para a maturidade humana. Sem renúncia não há maturidade. Grande fruto da renúncia é a alegria e a paz.
Ouça mais esse episódio na voz de Rodolfo Ribeiro.
“A fortaleza é a virtude moral que, no meio das dificuldades, assegura a firmeza e a constância na prossecução do bem. Torna firme a decisão de resistir às tentações e de superar os obstáculos na vida moral. A virtude da fortaleza dá capacidade para vencer o medo, mesmo da morte, e enfrentar a provação e as perseguições. Dispõe a ir até à renúncia e ao sacrifício da própria vida, na defesa duma causa justa. “O Senhor é a minha fortaleza e a minha glória” (Sl 118, 14). “No mundo haveis de sofrer tribulações: mas tende coragem! Eu venci o mundo!” (Jo 16, 33).”
(Catecismo da Igreja Católica, 1808)
Ouça mais esse episódio sobre as Virtudes Cardeais, narrado por Diogo Duarte.
A virtude da justiça faz parte de quem deseja fazer o bem e viver o amor.
Platão afirmava que a justiça é a virtude daquele que estabeleceu o equilíbrio entre o espírito, honra pessoal e desejo que imprime assim uma característica da alma. O Catecismo da Igreja Católica define a justiça como a virtude que consiste na vontade constante e firme de dar a Deus e ao próximo o que Lhe é devido. São duas referências: ser justo para com Deus e para com o próximo. Uma não pode ser menos que a outra, pois as duas andam juntas. A virtude está na pessoa, seja com Deus ou com o próximo a atitude é a mesma. Uma pessoa justa é aquela que faz jus ao seu próprio ser.
Ouça mais esse episódio de nossa série sobre as Virtudes Cardeais, narrado por Mateus Borges.
“O sábio de coração será chamado prudente” (Pr 16, 21)
A prudência é a virtude que dispõe o espírito para discernir, em qualquer circunstância, qual é o nosso verdadeiro bem e escolher os meios para atingi-lo. Neste episódio narrado pela Irmã Cláudia você poderá refletir um pouco sobre essa virtude que dá sentido a todas as outras.
A correção fraterna é uma advertência que o cristão faz ao seu próximo para o ajudar a avançar no caminho da santidade. É um instrumento de progresso espiritual que contribui para conhecermos os nossos defeitos pessoais e, com a ajuda de Deus, encararmos esses defeitos e melhorar na nossa vida cristã. Ouça agora mais sobre esse assunto, na voz do seminarista Hugo.
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