Média do mercado aposta em Selic indo aos 13% ao ano, e não falta quem mire em mais de 14% no fim do ciclo de alta. Já Campos Neto, sempre que pode, reforça que os 12,75% programados para maio bastam para domar a inflação. Quem manda, claro, é a autoridade monetária. Mas, na hora agá, qual realidade vai se impor?