Dito e feito. O Fed vai mesmo subir juros em março para, depois, começar a enxugar os dólares com que inundou os mercados na pandemia. Em NY, embora as bolsas tenham subido boa parte do dia, a realidade se impôs na hora final. No Brasil, o ritmo de disparada foi contido, mas se manteve a despeito das más notícias sobre a inflação