Desde o recorde de junho, o Ibovespa afundou 10%. Já o dólar, que chegou a cair abaixo dos R$ 5 pela 1ª vez em um ano, subiu outros 10% em dois meses. Foi mais do que apagado o fortalecimento do real, que come poeira de moedas emergentes. Empolgação com PIB no retrovisor deu lugar a futuro nebuloso nos radares. Com crise política e teto de gastos a perigo, expectativas de inflação e fiscais se descontrolaram. E, para completar, fim de estímulos dos EUA promete puxar Selic ainda mais para cima, achatando potencial de crescimento já bem do chinfrim