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Para concorrer aos prêmios de 1,5 mil libras, o candidato deve estar inscrito na 46ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Química (RASBQ) com resumo submetido, no qual ele deve ser o apresentador. Esse trabalho pode ser apresentado na forma de pôster ou apresentação oral. Além disso, o candidato deverá preencher também o formulário de inscrição e fazer o upload do resumo já submetido à 46ª RASBQ, apresentar uma carta de motivação e uma carta de recomendação. Elizabeth Magalhães, gerente geral da RSC no Brasil e o professor Edson dos Anjos (UFMS), integrante do comitê JP-SBQ dão os detalhes.
As inscrições estão abertas até 20/02/2023.
O link do formulário está disponível pelo link: bit.ly/PremioJP_formulario2023
Link do regulamento: bit.ly/PremioJP_regulamento2023
Químicos e químicas estão trabalhando intensamente na análise de dna e resíduos encontrados nas sedes dos Três Poderes, em decorrência dos ataques de 8 de janeiro. O professor Claudio Martin Pereira de Pereira (UFPel) fala sobre o papel da química forense, os avanços recentes na análise de impressões digitais, e as próximas fronteiras na pesquisa nesta área.
Ano novo, governo novo e embora, algumas mudanças necessárias e esperadas estejam em curso – como o restauro do FNDCT e o desaparelhamento de órgãos ligados à Educação, Ciência e Tecnologia -, ainda convivemos com fantasmas da onda liberal que passou pelo Brasil nos últimos anos. Isso porque permanece vivo na Câmara dos Deputados o PL 3081/22, de autoria do deputado Tiago Mitraud (Novo-MG), que prevê a desregulamentação de mais de uma centena de profissões entre elas a do químico. Diz o PL em seu artigo primeiro: “Esta Lei revoga e altera Leis, Decretos-Leis e um Decreto, a fim de desregulamentar profissões e atividades que não oferecem risco à segurança, à saúde, à ordem pública, à incolumidade individual e patrimonial.”
Nesta conversa, os professores Bruno Silva Leite (UFRPE), Diretor da Divisão de Ensino da SBQ e Valdemar Lacerda Junior (UFES), membro do Conselho Fiscal da SBQ e Conselheiro do CFQ, debatem esta péssima ideia.
Depois de oito anos a charmosa Águas de Lindóia volta a receber a Reunião Anual da SBQ. Nosso grande encontro será realizado no Hotel Monte Real, de 28 a 31 de maio, com o tema “Química: Ligando Ciências e Neutralizando Desigualdades – 100 anos das Teorias Ácido-Base”. Águas de Lindóia tem um significado especial para quem gosta de química. Foi uma das quatro cidades brasileiras visitadas pela cientista Marie Curie em 1926 – as outras foram Rio, São Paulo e Belo Horizonte. Madame Curie foi a Lindóia conhecer as águas radioativas das fontes termais localizadas no Balneário, fundado pelo médico italiano Francisco Tozzi.
Neste episódio, as professoras Vanessa do Nascimento (UFF), do comitê Jovens Pesquisadores SBQ, Denise Brentan da Silva (UFMS), do Núcleo Mulheres SBQ e o professor Luiz Gonzaga Lopes (UFC), secretário-geral da SBQ, falam sobre a volta da RASBQ a Águas de Lindóia, e a programação do encontro.
Saiba mais:
46ª RASBQ: http://www.sbq.org.br/46ra/
JP-SBQ: http://www.sbq.org.br/jp_sbq/home
Núcleo Mulheres SBQ: http://www.sbq.org.br/pagina/nucleo-mulheres
Visita de Marie Curie ao Brasil: https://www.crq4.org.br/quimicaviva_mariecurie_brasil
A adoção de estilo de vida saudável pode diminuir as probabilidades da ocorrência de ansiedade, depressão e burn-out.
Neste quarto episódio da série JP-Conecta sobre Saúde Mental, a psiquiatra Aline Nagai, do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas, e Coordenadora do Grupo de Interesse em Saúde Mental do Colégio Brasileiro de Medicina do Estilo de Vida (CBMEV), fala sobre os seis pilares de um estilo de vida saudável: alimentação, atividades físicas, sono, não abuso de substâncias tóxicas, manejo do estresse e a conectividade social. “O estilo de vida está ligado ao nosso comportamento, nossos hábitos e a adaptação ao ambiente e a outras pessoas. Um estilo de vida saudável é construído a partir de escolhas que favoreçam o desenvolvimento da saúde”, afirma.
A conversa tem a participação da professora Juliana Thomas (UFRGS), co-responsável por boletins e podcasts do Comitê JP-SBQ, que promove esta série.
Saiba mais:
https://journals.sagepub.com/doi/10.1177/1745691614568352
https://www.thepermanentejournal.org/doi/10.7812/TPP/17-025
Pós-graduandos de todo o País sofrem uma paulada em dezembro com o bloqueio de verbas para o pagamento de bolsas federais de mestrado, doutorado e pós-doutorado. A medida é reflexo da tentativa de sucateamento do sistema de educação, ciência e pesquisa, promovida pelo finado governo Bolsonaro.
O bloqueio contrasta com bons ares que surgem na Câmara dos Deputados, onde a Comissão de Ciência, Tecnologia, Comunicação e Informática aprovou o PL 4144-21, que prevê o reajuste periódico no valor das bolsas de pós-graduação e pesquisa no máximo a cada dois anos, com base no IPCA. A medida é longamente aguardada pela comunidade científica, já que os valores das bolsas estão congelados desde 2013 (R$ 1,5 mil para mestrado; R$ 2,2 mil para doutorado; R$ 4,1 mil para pós-doutorado)
Se aprovada nas demais comissões, a medida vai mudar a situação de profissionais como Regina Acácio (UFAL) e Samuel Santos (UFRGS), que fazem ciência de qualidade, e também fazem mágica para pagar as contas no final do mês. Ouça a história deles, com a análise de Eduarda Moreira (UFSCar), coordenadora do Comitê Jovens Pesquisadores SBQ.
Desde a idade escolar, somos todos tocados de uma forma ou outra pela tensão das provas finais. No final da escola, vem a tensão da escolha do curso superior e do vestibular. Na universidade e na pós-graduação esses fenômenos se repetem com maior intensidade. O final de um doutorado soma a tensão da defesa da tese com a incerteza sobre o futuro: haverá concurso para docência? Bolsas de pós-doc? Ou apenas a perspectiva de um desemprego altamente qualificado?
No terceiro episódio desta série sobre saúde mental promovida pelo comitê Jovens Pesquisadores da SBQ, o JP Conecta mergulha nessa questão que impacta todos os graduandos e pós-graduandos: como lidar com a pressão do final do ciclo e ansiedade do passo seguinte?
A química Dulce Helena Siqueira Silva, professora titular do Instituto de Química de Araraquara, foi à COP 27, Conferências das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, representando a Unesp – Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho. Nessa conversa ela fala sobre a Química como uma ferramenta para o combate às mudanças climáticas e o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), e conta como é participar deste grande evento.
O professor Rafael Dornellas, do Laboratório Peter Sorensen de Química Analítica (UFF) está desenvolvendo eletrodos para análises eletroquímicas com o auxílio de impressoras 3D. Essa linha de pesquisa é difundida no País. A novidade neste caso é que o Prof. Dornellas busca criar novos materiais para os eletrodos em vez de usar os que já são conhecidos e comercializados. A estratégia tem o objetivo de criar eletrodos de baixo custo.
Saiba mais: @labpetersorensen
Durante os últimos quatro anos intensificaram-se as tentativas de desmanche das instituições científicas no Brasil. Além do contingenciamento do FNDCT, demissões, aparelhamento e cortes orçamentários tiveram forte impacto na CAPES, no CNPq, em agências como o ICMbio, o IPAM e também nas universidades. A professora Rossimiriam Freitas (UFMG), presidente-sucessora da SBQ, e o professor Aldo Zarbin (UFPR), ex-presidente da SBQ, refletem sobre o que muda no ambiente de pesquisa e produção científica no Brasil sob o terceiro Governo Lula.
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