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Zona de desenvolvimento proximal
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Zona de Desenvolvimento Proximal (ZDP) é um conceito elaborado por Vygotsky, e define a distância entre o nível de desenvolvimento real, determinado pela capacidade de resolver um problema sem ajuda e o Nível de desenvolvimento potencial determinado através de resolução de um problema sob a orientação de um adulto ou em colaboração com outro companheiro (uma criança mais velha). É a série de informações que a pessoa tem a potencialidade de aprender mas ainda não completou o processo, conhecimentos fora de seu alcance atual, mas potencialmente atingíveis. A Zona de Desenvolvimento Proximal define aquelas funções que ainda não amadureceram, mas que estão em processo de maturação, funções que amadurecerão, mas que estão, presentemente, em estado embrionário.
Esta ideia aproxima-se à de Jim Cummins, de informação mais um (ou i + 1), que afirma que o indivíduo não pode construir conhecimento novo sem uma estrutura, um fundamento, de aprendizagem prévia. Lev Vygotsky diz que o indivíduo não pode transpor um expediente de aprendizagem sem algum conhecimento anterior cognitivamente relacionado, a fim de conectar e suportar a nova informação.
As propostas a discutidas na obra estão baseadas na observação direta do cotidiano da escola onde foram examinados planos de ensino, propostas pedagógicas e livros didáticos, e foram entrevistados professores e equipe de direção (coordenadores pedagógicos, diretores e vice-diretores) , nas novas teorias educacionais, e nos PCN, que sugerem contrapor a fragmentação e a linearidade do currículo à interdisciplinaridade, fazer face à alienação com a transversalidade, e neutralizar o excessivo individualismo com o trabalho coletivo.
As propostas a discutidas na obra estão baseadas na observação direta do cotidiano da escola onde foram examinados planos de ensino, propostas pedagógicas e livros didáticos, e foram entrevistados professores e equipe de direção (coordenadores pedagógicos, diretores e vice-diretores) , nas novas teorias educacionais, e nos PCN, que sugerem contrapor a fragmentação e a linearidade do currículo à interdisciplinaridade, fazer face à alienação com a transversalidade, e neutralizar o excessivo individualismo com o trabalho coletivo.
As propostas a discutidas na obra estão baseadas na observação direta do cotidiano da escola onde foram examinados planos de ensino, propostas pedagógicas e livros didáticos, e foram entrevistados professores e equipe de direção (coordenadores pedagógicos, diretores e vice-diretores) , nas novas teorias educacionais, e nos PCN, que sugerem contrapor a fragmentação e a linearidade do currículo à interdisciplinaridade, fazer face à alienação com a transversalidade, e neutralizar o excessivo individualismo com o trabalho coletivo.
De maneira clara e didática, Maria Teresa Eglér Mantoan, uma das maiores especialistas em inclusão escolar no país, explica o que é educação inclusiva, discute os passos necessários para implantá-la e ressalta o que a sociedade ganha com esse processo. Obra fundamental para pais e educadores.
•A parte da gramática que estuda as classes de palavras é a MORFOLOGIA (morfo = forma, logia = estudo), ou seja, o estudo da forma. Na morfologia, portanto, não estudamos as relações entre as palavras, o contexto em que são empregadas, ou outros fatores que podem influenciá-la, mas somente a forma da palavra.
Francisco Imbernón
Formação docente e profissional: formar-se para a mudança e a incerteza
O professor deve ter um papel mais ativo no planejamento e reformulação de estratégias e programas educacionais, para educar na vida e para a vida.
Discussão sobre o papel da ciência e da educação na sociedade. Critica rigorosamente a "neutralidade científica", percebendo por trás dessa concepção uma postura política de manutenção da ordem socioeconômica estabelecida; Paulo Freire alerta cientistas e educadores para a responsabilidade com o processo da transformação histórica.
ARROYO, Miguel. “Formar educadoras e educadores de Jovens e Adultos”.
IN:SOARES, Leôncio (org.). Formação de educadores de Jovens e Adultos. Belo
Horizonte: Autêntica/SECAD-MEC/UNESCO, 2006
Baixe e leia a obra completa:
https://www.academia.edu/8982920/Formacao_de_educadores_de_jovens_e_adultos
" Os sete saberes necessários à educação do futuro de Edgar Morin não nos passa nenhuma formula secreta de como devemos pensar a educação, mas busca demonstrar algumas lacunas existentes entre o que é educar hoje e como deveria ser a educação do futuro. No seu estudo ele nos afirma que a educação depende da combinação desses saberes o qual deveria ser tratada em toda a sociedade e em toda cultura."
https://administradores.com.br/artigos/resenha-os-sete-saberes-necessarios-a-educacao-do-futuro
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