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Neste episódio de estreia da nova temporada do SciTalk, adentramos o coração de uma das mais fascinantes maravilhas da tecnologia espacial, o Telescópio Espacial James Webb.
Lançado em 2021, o Telescópio Espacial James Webb (JWST) é a próxima grande maravilha no campo da astronomia. Nomeado em homenagem a James E. Webb, administrador da NASA durante alguns dos anos mais formativos da agência, o JWST é uma vitrine brilhante das conquistas humanas na ciência e tecnologia.
O JWST é frequentemente descrito como o sucessor do famoso Telescópio Espacial Hubble, mas na verdade, ele vai muito além. Equipado com um espelho primário de 6,5 metros - mais do que o dobro do tamanho do espelho do Hubble - o JWST foi projetado para coletar muito mais luz. Isso permite aos cientistas observar objetos celestes mais fracos ou mais distantes, incluindo as primeiras galáxias que se formaram no universo.
Abrace o desconhecido e prepare-se para refletir sobre a magnitude do cosmos neste episódio fascinante.
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Referências:
- GARDNER, J. P. et al. The James Webb space telescope. Space science reviews, v. 123, n. 4, p. 485–606, 2006.
- How are Webb’s full-color images made? Disponível em:
- PAYEUR, G. et al. Correlated read noise reduction in infrared arrays using deep learning. The Astronomical journal, v. 163, n. 6, p. 292, 2022.
- XIN, L. Webb telescope goes into space. Innovation (Cambridge (Mass.)), v. 3, n. 1, p. 100198, 2022.
Para celebrar o início das gravações da nova temporada do SciTalk, decidi narrar mais um texto de um dos meus divulgadores de ciência favorito: Neil deGrasse Tyson.
Muito em breve divulgarei a data de estreia, mas talvez o "episódio" de hoje já dê uma ideia da temática central da 4ª temporada.
E acreditem: o universo está dentro de nós.
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Texto original: Neil deGrasse Tyson
Tradução: Guilherme Briggs
A depressão, também conhecida como transtorno depressivo maior, afeta mais de 260 milhões de pessoas ao redor do mundo.
No mês de setembro, temos a campanha do Setembro Amarelo, dedicada à prevenção do suicídio. Todos os dias, cerca de 32 pessoas dão fim a própria vida. E estima-se que 96% dos casos estão relacionados com transtornos mentais, principalmente depressão.
O 44º episódio do SciTalk examina a depressão além da tristeza, buscando entender as suas origens e sinais.
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Caso você esteja passando por um momento difícil, procure ajuda no Centro de Valorização da Vida e o Centro de Atenção Psicossocial (CAP) da sua cidade. O CVV (https://www.cvv.org.br) funciona 24 horas por dia (inclusive aos feriados) pelo telefone 188, e também atende por e-mail, chat e pessoalmente. São mais de 120 postos de atendimento em todo o Brasil.
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Referências:
- Eisch, A. J. and Petrik, D. (2012) “Depression and hippocampal neurogenesis: a road to remission?,” Science (New York, N.Y.), 338(6103), pp. 72–75.
- Pittenger, C. and Duman, R. S. (2008) “Stress, depression, and neuroplasticity: a convergence of mechanisms,” Neuropsychopharmacology: official publication of the American College of Neuropsychopharmacology, 33(1), pp. 88–109.
- Rajkowska, G. (2003) “Depression: what we can learn from postmortem studies,” The Neuroscientist: a review journal bringing neurobiology, neurology and psychiatry, 9(4), pp. 273–284.
Você já pensou em como a vida começou na Terra? Será que foi de forma espontânea, apenas com as reações químicas primordiais? Ou a vida pode ter literalmente caído do espaço?
Conheça a teoria que investiga a hipótese de que a vida se espalhou pelo universo através de asteroides e cometas carregados de microrganismos: Panspermia Cósmica.
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Referências:
- Crick, F. H. C. and Orgel, L. E. (1973) “Directed panspermia,” Icarus, 19(3), pp. 341–346.
- Ginsburg, I., Lingam, M. and Loeb, A. (2018) “Galactic Panspermia,” The astrophysical journal. Letters, 868(1), p. L12.
- Napier, W. M. (2004) “A mechanism for interstellar panspermia,” Monthly notices of the Royal Astronomical Society, 348(1), pp. 46–51.
- “NASA - NASA researchers make first discovery of life’s building block in comet”. Disponível em: https://www.nasa.gov/mission_pages/stardust/news/stardust_amino_acid.html
Todos os dias buscamos aprender novas habilidades, assuntos e até idiomas. E quem orquestra toda tradução de conhecimento em aprendizagem é o cérebro humano.
Descubra os mecanismos da neurociência da aprendizagem no 42º episódio do SciTalk!
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Referências:
- Collins, J. W. (2007) “The neuroscience of learning,” The Journal of neuroscience nursing: journal of the American Association of Neuroscience Nurses, 39(5), pp. 305–310.
- Dayan, E. and Cohen, L. G. (2011) “Neuroplasticity subserving motor skill learning,” Neuron, 72(3), pp. 443–454.
- Green, C. S. and Bavelier, D. (2008) “Exercising your brain: a review of human brain plasticity and training-induced learning,” Psychology and aging, 23(4), pp. 692–701.
E se fosse possível encontrar uma teoria que unisse todas as forças da natureza e as leis da física? Uma teoria de TUDO!
Físicos buscam por ela há décadas, até agora sem sucesso em encontrá-la. Porém, existe uma forte candidata: A Teoria das Cordas.
Descubra como ela pode alterar a nossa percepção da realidade no 41º episódio do SciTalk.
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- Abdalla, E. (2005) “Teoria quântica da gravitação: cordas e teoria M,” Revista Brasileira de Ensino de Física, 27(1), pp. 147–155.
- Gubser, S. S. (2011) The little book of string theory. Princeton, NJ: Princeton University Press.
- Wood, C. (2019) What is string theory?, Space.com. Space. Available at: https://www.space.com/17594-string-theory.html
Através de suas células imortais, Henrietta Lacks mudou a nossa compreensão da biologia humana e permitiu avanços importantes na ciência.
Conheça a sua história imortal no 40º episódio do SciTalk.
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- Skloot, R. (2010) The immortal life of Henrietta lacks. Crown Publishing Group.
Carbono é o elemento mais importante encontrado no Planeta Terra. A partir dele, a vida se torna um milagre possível ao gerar muitos compostos diferentes.
A curiosidade humana criou muitas perguntas durante todos esses séculos de desenvolvimento científico, incluindo a possibilidade de formas de vida não baseadas em carbono.
Quer descobrir se isso é possível? Aperte o play no 39º episódio do SciTalk!
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- Kan, S. B. J. et al. (2016) “Directed evolution of cytochrome c for carbon-silicon bond formation: Bringing silicon to life,” Science (New York, N.Y.), 354(6315), pp. 1048–1051.
- Petkowski, J. J., Bains, W. and Seager, S. (2020) “On the potential of silicon as a building block for life,” Life (Basel, Switzerland), 10(6), p. 84.
- Wolfe-Simon, F. et al. (2011) “A bacterium that can grow by using arsenic instead of phosphorus,” Science (New York, N.Y.), 332(6034), pp. 1163–1166.
Você consegue ouvir o barulho de vida ao entrar em uma floresta, mas existe um som que está escondido: a comunicação das árvores. E ele está logo abaixo de nossos pés.
Para celebrar o Mês do Meio Ambiente, o 38º episódio do SciTalk explorará o complexo universo das árvores.
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- Jabr, F. (2020) “The social life of forests,” The New York times, 7 December. Available at: https://www.nytimes.com/interactive/2020/12/02/magazine/tree-communication-mycorrhiza.html.
- Simard, S. W. et al. (1997) “Net transfer of carbon between ectomycorrhizal tree species in the field,” Nature, 388(6642), pp. 579–582.
O ser humano caminha para um futuro onde a imortalidade poderá ser um novo começo para uma vida que sempre sonhamos em viver.
Estaríamos livres da nosso corpo mortal, porém, presos em um ciberespaço onde a realidade é construída por código binário.
Conheça a ciência e as consequências do armazenamento de mentes no 37º episódio do SciTalk.
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- Axmacher, N. et al. (2006) “Memory formation by neuronal synchronization,” Brain research reviews, 52(1), pp. 170–182.
- Cappuccio, M. L. (2017) “Mind-upload. The ultimate challenge to the embodied mind theory,” Phenomenology and the cognitive sciences, 16(3), pp. 425–448.
- Gonzalez, W. G. et al. (2019) “Persistence of neuronal representations through time and damage in the hippocampus,” Science (New York, N.Y.), 365(6455), pp. 821–825.
- Laakasuo, M. et al. (2018) “What makes people approve or condemn mind upload technology? Untangling the effects of sexual disgust, purity and science fiction familiarity,” Palgrave communications, 4(1). doi: 10.1057/s41599-018-0124-6.
- Oh, S. W. et al. (2014) “A mesoscale connectome of the mouse brain,” Nature, 508(7495), pp. 207–214.
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