Se as Palavras Tivessem Decote

Se as Palavras Tivessem Decote

By Vanessa MartinsArtsBooks
Download on the App Store

Se as Palavras Tivessem Decote episodes

  • Ep. 14 - A Casa do Viajante sem Sono

    Um episódio pequeno no tempo de duração. Com poemas gigantes. José Tolentino Mendonça e a sua escrita magnânime. A temática da Casa é-me muito especial e quero voltar a ela novamente. Mas não consegui encontrar espaço para mais do que estes três poemas. São poemas que, se lhes dermos a calma, nos retribuem em grandeza.

    O corredor na penumbra

    Bicicletas

    Amazigh


    Do livro O Viajante sem Sono, José Tolentino Mendonça, Assírio & Alvim

    4 min
  • Ep.13 - O Trabalho

    Segunda-feira é dia de regresso ao trabalho, depois de uma pequena pausa para respirar, tantas vezes só para organizar. Por isso hoje o tema é o do trabalho. Boa semana a todos.



    Leituras:


    António Gedeão, Calçada de Carriche;

    Cecília Meireles, Horário de Trabalho;

    António Ramos Rosa, Poema dum Funcionário Cansado;

    João Luís Barreto Guimarães, As Empregadas Fabris;

    Vinicius de Moraes, O Operário em Construção;

    António Lobo Antunes, Teoria e Prática dos Domingos.

    22 min
  • EP 12 - Comunidade

    “Sacristão do surrealismo" chamou-lhe João Gaspar Simões, crítico literário. Libertino, chamaram-lhe outros. Vagabundo, os menos literatos. Fascinante, sensível. Tem muitos nomes e diferentes. Luiz Pacheco é controverso. Mas o inegável, para lá da sua vida desregrada, é a balança de precisão que tem para as palavras, a forma como as faz dançar, a fluidez de tudo isso.

    A comunidade é um dos seus textos mais admirados. Mais admiráveis.

    31 min
  • EP 10 - Os Amigos

    Chegamos ao décimo episódio deste podcast e é tempo de homenagear os amigos. O facto de serem imprescindíveis, únicos, alicerce e confiança. Em tudo aquilo com que temos de nos desenvencilhar nesta sopa de letras chamada cosmos.

    Apesar de o Miguel Esteves Cardoso dizer que os amigos nunca são para as ocasiões, o ‘Se as Palavras Tivessem Decote’ só existe porque há amigos bons que ajudaram no parto. O Guilherme, sempre, o Gama com a voz da intro e o TóPé, amigo/ amor, com os separadores e o trabalho de montagem. Hoje este episódio é vosso.


    Leituras:

    Os Amigos, Al Berto

    Mal nos Conhecemos, Alexandre O’Neill

    Convite Triste, Carlos Drummond de Andrade

    Os Amigos, Sophia de Mello Breyner Andresen

    Os Amigos Nunca São para as Ocasiões, Miguel Esteves Cardoso

    8 min
  • EP 9 - Mãe

    Este episódio é sobre a personificação do amor. As mães. As lutadoras, que sacrificam, sustentam, alicerçam. As que partiram e as que estão, frágeis ou firmes. A minha, sobretudo, que celebra hoje mais um aniversário da sua vida cheia de alegria e otimismo, risos e motivação. À minha mãe que sempre encurtou as distâncias.

    Parabéns mãe!


    Leituras

    Mãe, António Ramos Rosa

    Pequeno Poema, Sebastião da Gama

    Quando eu for pequeno, José Jorge Letria

    Tenho Saudades do Calor ó Mãe, Daniel Faria

    No Sorriso Louco das Mães, Herberto Helder

    Mãezinha, António Gedeão

    Mil Estrelas no Colo, José Luís Peixoto

    Mãe, António Lobo Antunes

    18 min
  • EP 8 - Viajar

    Setembro é tempo de regressar. De desfazer as malas e voltar ao que é nosso todos os dias. À beleza do quotidiano, quando tem beleza que baste, ou à beleza da tentativa de mudança, quando é o que procuramos. À batalha dos dias, portanto. Regressar às viagens curtas no trajeto mas grandes nos sonhos.

    Bom regresso às rotinas.


    Leituras

    Ofício do Viajante, Al Berto

    Os Portões que dão para Onde?, José Saramago

    Viagem, Miguel Torga

    A Secreta Viagem, David Mourão-Ferreira

    Na Véspera de Não Partir Nunca, Álvaro de Campos

    Para além da Curva da Estrada, Alberto Caeiro

    Na Terra do Nunca, Nuno Júdice

    13 min
  • EP7 - Ode Marítima

    O mar, lugar de lonjura e de conquista, traz a vontade de conquista. E esta conquista transporta o errado, o vil, o monstruoso. Por isso uma ode marítima, e uma ode do Engenheiro Campos só podia ter esse apontar de dedo. No episódio anterior o tema do mar, da leveza, do balançar. Mas a Ode Marítima ficou a martelar-me na mente. Hoje liguei o microfone e li de uma assentada. A boca seca, tantas vezes, mas a ideia de que se parasse não retomaria a leitura. O desacerto de algumas palavras, a hesitação, mas o ímpeto que uma leitura de Álvaro de Campos me toma. O mar, mais que todos nós, saberá contar uma História grandiosa cheia de vileza e sangue.

    Leitura:

    Álvaro de Campos, Ode Marítima

    56 min
  • EP6 - Mar

    Tempo de sol, areia e mar, muito mar. Tempo de mergulhos. E de poesia também. De mergulhar nas palavras, escolher as mais leves, as mais frescas.

    Leituras:

    Sophia de Mello Breyner Andresen, Mar

    Fernando Pessoa, Mar Português

    António Botto, Passei o Dia Ouvindo o que o Mar Dizia

    Ricardo Reis, Uma Após Uma as Ondas Apressadas

    Frederico de Brito, Canção do Mar

    Mário Quintana, Obsessão do Mar Oceano

    Mário Cesariny, Radiograma

    9 min
  • EP5 - As Palavras

    Ninguém duvida da importância nem do poder das palavras. Precisamos delas em cada omento, por mais quotidiano ou ímpar que seja. Os poetas reconhecem-lhe a sua magia, o seu peso. O decote que têm, que deixam antever algo sensual, que fica levemente escondido, velado.  E este quinto episódio do Se as Palavras tivessem Decote recolhe alguns dos (muitos) poemas sobre a palavra. Seleção difícil, mas acabou por ser esta.

    Leituras:

    Mário Cesariny, You are Welcome to Elsinore

    Eugénio de Andrade, As Palavras

    Cecília Meireles, Não Digas Onde Acaba o Dia

    José Saramago, Poema à Boca Fechada

    Alexandre O’Neill, Há Palavras que nos Beijam

    Júlio Pomar, Segunda Nota Explicativa

    Manoel de Barros, O Apanhador de Desperdícios

    11 min

About Se as Palavras Tivessem Decote

From the publisher's feed

Um podcast onde as temáticas do dia-a-dia se apoiam na literatura, para nos inspirar e, quem sabe, orientar.