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Para ouvir, o artigo desta semana na Sábado, um apontamento sobre o apagão no mundo de Mark Zuckerberg que, parece, parou o mundo e foi notícia em todo o lado, ao mesmo tempo que o coelho sai da toca e começamos a perceber aquilo que muitos visionários já vinham dizendo há muito tempo: o melhor é sair e apagar as nossas contas. Carreguem para ouvir, porque aqui falamos sobre esse momento tão desejado por tantas pessoas: mudar de emprego. O segredo é simples. Não mudes, cria o teu próprio emprego. Numa organização ou em modo flying solo, torna-te de tal forma indispensável e original a ponto de criares o teu espaço na organização na qual já trabalhas ou com a qual desejas trabalhar. Se vais avançar numa de empreendedor… então resolve o problema de alguém ou pensa na melhor solução para um problema que ainda ninguém te tenha conseguido resolver e nunca de esqueças, a Netflix começou a alugar cassetes VHS. Crazy, right?!
A pandemia mudou o mundo e por todo o mundo há inúmeros exemplos de pessoas que estão a despedir-se dos seus empregos porque querem mais flexibilidade laboral, conjugando o trabalho presencial com o teletrabalho. Em alguns casos, perceberam que o teletrabalho garante os mesmos - ou melhores - resultados e não querem regressar ao escritório. A ideia de que podemos trabalhar a partir de qualquer lugar com ligação à Internet, a par da perseguição do nosso propósito e bem estar são os desafios do empregador de uma vida pós-pandemia. NOTEM: do empregador, não o nosso desafio, pois individualmente estamos adaptados ao contexto. Só temos mesmo de ser muito bons naquilo que fazemos. O confinamento, durante a pandemia, trouxe à tona problemas antigos e permitiu, a um grande número de profissionais, um tempo de reflexão sobre aquilo que é o seu propósito pessoal e profissional. O que queremos, afinal, da vida? A esta ideia, junta-se outra, já amplamente discutida, da descoberta e perseguição de um propósito e da mudança de vida, ou sobre como tornar o sonho realidade, e a paixão numa profissão. O futuro, dizem, irá conjugar a paixão e a tecnologia, pelo que é determinante saber abraçar a nossa paixão de forma pragmática e eficaz, transformando-a numa profissão ou, pelo menos, remuneração.
Apesar de, para muitos, a ideia seja estudar para ter um bom emprego, a ideia de emprego foi substituída por ocupação, a contratação por remuneração e a carreira por propósito. Mais do que um emprego, queremos ter uma ocupação - ou conjugar várias - que nos permita trabalhar menos e fazer mais, desenhando um percurso de vida que corresponde ao nosso propósito: aquilo que viemos ao mundo para realizar, traduzido numa vida com significado. E a tua vida, tem esse significado?
Beijos, e até para a semana!
P.
By Paula CordeiroPara ouvir, o artigo desta semana na Sábado, um apontamento sobre o apagão no mundo de Mark Zuckerberg que, parece, parou o mundo e foi notícia em todo o lado, ao mesmo tempo que o coelho sai da toca e começamos a perceber aquilo que muitos visionários já vinham dizendo há muito tempo: o melhor é sair e apagar as nossas contas. Carreguem para ouvir, porque aqui falamos sobre esse momento tão desejado por tantas pessoas: mudar de emprego. O segredo é simples. Não mudes, cria o teu próprio emprego. Numa organização ou em modo flying solo, torna-te de tal forma indispensável e original a ponto de criares o teu espaço na organização na qual já trabalhas ou com a qual desejas trabalhar. Se vais avançar numa de empreendedor… então resolve o problema de alguém ou pensa na melhor solução para um problema que ainda ninguém te tenha conseguido resolver e nunca de esqueças, a Netflix começou a alugar cassetes VHS. Crazy, right?!
A pandemia mudou o mundo e por todo o mundo há inúmeros exemplos de pessoas que estão a despedir-se dos seus empregos porque querem mais flexibilidade laboral, conjugando o trabalho presencial com o teletrabalho. Em alguns casos, perceberam que o teletrabalho garante os mesmos - ou melhores - resultados e não querem regressar ao escritório. A ideia de que podemos trabalhar a partir de qualquer lugar com ligação à Internet, a par da perseguição do nosso propósito e bem estar são os desafios do empregador de uma vida pós-pandemia. NOTEM: do empregador, não o nosso desafio, pois individualmente estamos adaptados ao contexto. Só temos mesmo de ser muito bons naquilo que fazemos. O confinamento, durante a pandemia, trouxe à tona problemas antigos e permitiu, a um grande número de profissionais, um tempo de reflexão sobre aquilo que é o seu propósito pessoal e profissional. O que queremos, afinal, da vida? A esta ideia, junta-se outra, já amplamente discutida, da descoberta e perseguição de um propósito e da mudança de vida, ou sobre como tornar o sonho realidade, e a paixão numa profissão. O futuro, dizem, irá conjugar a paixão e a tecnologia, pelo que é determinante saber abraçar a nossa paixão de forma pragmática e eficaz, transformando-a numa profissão ou, pelo menos, remuneração.
Apesar de, para muitos, a ideia seja estudar para ter um bom emprego, a ideia de emprego foi substituída por ocupação, a contratação por remuneração e a carreira por propósito. Mais do que um emprego, queremos ter uma ocupação - ou conjugar várias - que nos permita trabalhar menos e fazer mais, desenhando um percurso de vida que corresponde ao nosso propósito: aquilo que viemos ao mundo para realizar, traduzido numa vida com significado. E a tua vida, tem esse significado?
Beijos, e até para a semana!
P.