A prática de entregar a criança aos cuidados de outra família, diante de um processo comandado por uma Vara da Infância e Juventude, é uma prática prevista e assegurada pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). A mãe que opta por esse procedimento tem direito, inclusive, ao sigilo do caso garantido. Nas últimas semanas, o caso da atriz Klara Kastanho tomou conta dos noticiários e das redes sociais. Após um estupro, ela teve um bebê e decidiu entrega-lo à adoção. Mas porque, mesmo previsto pela legislação, mesmo sendo um direito dela, mesmo agindo com dignidade, Klara foi exposta e julgada?