O mercado de seguros no Brasil vive em constante transformação. Produtos tradicionais, como automóveis, saúde, vida e capitalização, já há algum tempo dividem espaço com opções de proteção para pets, celulares e até contra riscos cibernéticos. Ano após ano, o consumidor brasileiro parece dar mais atenção aos perigos envolvidos nas mais diversas atividades e situações, como foi o caso da pandemia, que movimentou R$ 7 bilhões em indenizações.
Diante do novo comportamento, a arrecadação do setor – excluindo saúde – cresceu. Chegou a R$ 294,6 bilhões no período entre janeiro e outubro deste ano, 17,9% maior na comparação com o mesmo período de 2021. E é sobre isso que vamos conversar com o presidente da Confederação Nacional das Seguradoras, Dyogo Oliveira.