Em texto a chefes de Estado e governo das maiores economias do mundo, diretor-geral da OMS, Tedros Ghebreyesus, e presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendem “vontade política no mais alto nível” e “senso de urgência” para incluir compartilhamento de benefícios; para ambos, acordo não comprometerá soberania dos países.