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Se lembra que na semana passada tivemos um bate-papo maravilhoso com a Débora de Freitas, gestora de Qualidade e Segurança dos Alimentos de uma multinacional, que contou para gente sobre os desafios pessoais em gerir uma equipe de qualidade e segurança dos alimentos em meio a pandemia. Esta é a segunda parte desta conversa imperdível, onde vamos falar sobre os cinco primeiro temas que abordamos em nossos podcasts (o fim das soft-skills, se velocidade é mais importante que o tamanho, produtividade, sustentabilidade do trabalho remoto e diversidade). Então, não perca tempo e ouça este podcast sensacional!
Que tal um bate-papo com quem atua na indústria de alimentos sobre os cinco primeiro temas que abordamos em nossos podcasts? Sensacional, não é mesmo!? Por isso, convidamos uma gestora de Qualidade e Segurança dos Alimentos de uma multinacional para conversar com a gente sobre: o fim das soft-skills, se velocidade é mais importante que o tamanho, produtividade, sustentabilidade do trabalho remoto e diversidade. Este bate-papo será dividido em dois podcasts para que tenhamos tempo de falar um pouquinho sobre tudo! Então, não perca tempo e ouça este podcast super bacana!
Atualmente nada está mais na moda do que diversidade. Até a inclusão foi colocada de lado! E não me interprete mau, pois não compartilho tal pensamento de forma pejorativa, é que simplesmente me parece totalmente antagônico defender a valorização da diversidade – em pleno século XXI – através da imposição e da aceitação forçada, ao invés de se fomentar o RESPEITO nas relações para que a verdadeira diversidade se torne algo natural e real nas relações humanas.
Se você quer entender mais sobre as alterações provenientes da Portaria número 888 de 2021, do Ministério da Saúde, que trata das regulamentação para a portabilidade de água, não deixe de ouvir este nosso podcast com um resumo das novidades.
Desde o início da pandemia vimos grande parte das organizações aderindo ao trabalho remoto, através de ferramentas de videoconferência e aplicativos diversos de inteiração virtual. Para os profissionais onde a atividade permitiu esta mudança, houve um momento inicial de euforia e satisfação absoluta, afinal, aqueles minutos (para muitos, horas) ganhos entre o levantar da cama e se sentar na frente do computador, agora em casa e não na empresa representaram inúmeros adjetivos e várias reportagens sobre os benefícios de um home-office(escritório em casa) que estava mais para um home-stay (ficar em casa). Passada a empolgação, mais de um ano depois do início das restrições em nosso país, surge uma questão muito importante: será que isso funcionará nos médio e longo prazos?
Hoje vamos falar sobre produtividade. Tão falada e desejada. E desde que começamos a trabalhar remotamente, forçados pela pandemia, o tópico ganhou mais espaço ainda como tópico de discussão.
Do ponto de vista gerencial, liderar remotamente é um desafio. A linha entre subestimar ou superestimar o volume de trabalho é muito tênue. Com os colaboradores dentro da empresa, é possível simplesmente visitar as pessoas em suas mesas para entender melhor o que estão fazendo, se há entraves, como eles estão. Porém, com os colaboradores trabalhando de forma remota, os lideres precisam ajudar neste auto-gerenciamento de demandas, ser proativos no contato com os liderados, exercitarem a empatia e confiança, para manter a roda dos projetos girando, o cumprimento de metas e o essencial engajamento.
Quando a expressão “mundo VUCA" (acrónimo das quatro características que o mundo atual vive: Volatility/Volatilidade, Uncertainty/Incerteza, Complexity/Complexidade e Ambiguity/Ambiguidade.) foi criada na década de 1990, pelo exército norte-americano, para descrever o contexto pós 11 de setembro, certamente, nenhum dos envolvidos no batismo imaginou que 30 anos depois esta expressão estaria mais adequada que nunca em nossa realidade pandêmica. A cada dia, o mundo mais conectado tem evoluído cada vez mais rápido, além disso, diversas tendências foram aceleradas durante a pandemia, pelo fato das necessidades de o consumidor estarem diferentes, com novas exigências e expectativas, como por exemplo, a velocidade de entrega, seja de um bem ou serviço.
Você pode achar estranho que este podcast tenha um título tão direto e talvez, intrigante, mas a verdade é que na velocidade em que o mundo atual muda, conforme o contexto se modifica, expressões e jargões também precisam se adequar. Os termos hard-skills e soft-skills surgiram em 1972, nos manuais das forças armadas norte-americanas, com o objetivo de humanizar os militares e aproximá-los da sociedade. Quase meio século depois vimos escutamos estes termos como nunca.
Venha com a gente para entender o porque estamos propondo o fim das soft-skils!
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