Papotência Podcast

“Sempre haverá um amanhã” – Cia Poeme


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ADVERTÊNCIA: Se você é diabético, favor não ler este texto. Se você é do Grupo Brinquedo Torto, provavelmente sentirá ciúmes, também não leia. Mas se você quer conhecer um elenco fofo, apaixonante e um trabalho lindo, boa leitura. Sem mais explicações, vamos à ficha técnica:
Projeto Cultural  Vivarte ”Daniel Comboni” – São Paulo – SP



Companhia Poeme de Teatro



Espetáculo: Sempre haverá um amanhã. Criação Coletiva.



Sinopse: O espetáculo Sempre haverá um amanhã é um conjunto de perguntas e respostas, na visão do próprio adolescente – com suas mais variadas indagações na vida cotidiana e familiar. A falta de relacionamento entre pais e filhos, e de interação de qualidade, ilustram como se estabelecem as relações em uma família com adolescentes.



Tempo de duração: 45 min.



Classificação etária: 10 anos



Elenco: Ana Beatriz da Silva Neves, Ayara Fernanda Nunes da Silva, Eliezer Rodrigues, Estela Souza Oliveira, Gabriel  Negroni, Gabryela  Moraes, Geovanna Aparecida  Costa, Ilana Grasielle, Jady Raquel Ferreira da Silva, Renan Rodrigues, Tamires  Cavalcanti, Thayssa  Méllo.



Ficha técnica: Direção/Orientação: Monique Tomazi. Assistente de Direção: Fernanda Borges. Figurino: Gabryela Moraes e Tamires Cavalcante. Cenografia: Monique Tomazi e Ayara Fernanda. Sonoplastia: Monique Tomazi Gondin de Lima e Carla Domiciano. Iluminação: Monique Tomazi Gondin de Lima e Carla Domiciano.

Isso não é uma crítica
(… é minha vontade de morder.)
Todos sabem o quanto eu gosto dos pequenos. Isso gera uma ciumeira entre meus meninos do Brinquedo Torto. E quando eu os vejo em cena então? Paixão. E quando eu os vejo BEM em cena, num trabalho bacana, bem construído e cheio de verdade?  Vontade de morder, coisa linda de viver. Já nas primeiras cenas eu me via entortando a cabeça, colocando a mão nas minhas bochechas e suspirando apaixonado.
Sim, vocês me arrancaram suspiros. Os jovens do meu lado, como se fossem meus filhos pensavam “Para o jovem não tem nada de abraço e de carinho.”. Rolou uma cena de ciúmes ali, na hora, durante a peça. Mas a magia de vocês é tão forte, vocês são tão verdadeiros e tão incrivelmente fofos que o ciúme se transformou em olhares cute-cute e suspiros cheios de “owwnnn”. Vontade absoluta de morder! E depois da peça? Todos de mãos dadas, ouvindo atentamente as apreciações da banca examinadora. Querem acabar comigo, né?
Alguns desavisados podem pensar que desvio para a fofura de vocês com o intuito não falar do trabalho em si, o que definitivamente não é verdade. Acontece que o trabalho, muito bem feito, pensado e embasado, é tão genuíno, tão verdadeiro, tão vocês mesmos, que falar de vocês é falar do espetáculo. E ele é lindo. Lindo como cada um do grupo que o concebeu. Fico pensando o quão orgulhosa deve estar a professora de vocês. O quão orgulhosos devem ou deveriam estar seus familiares. “Sempre haverá um amanhã”, pois há no mundo gente como os meninos do Projeto Vivarte. Gente que se preocupa com o entorno, com os amigos e pensa em melhorá-lo usando a arte. O espetáculo me fez sair do teatro melhor do que eu entrei. E acredito que a arte deve ter esta função. Vocês me tocaram da forma mais linda que alguém poderia tocar. Sejam sempre assim, e os amanhãs serão melhores. Muito melhores.
  
Preparados para ouvir Ilana e Eliezer? É fofura demais!

E fiquei tão encantado com a turma que fui ao camarim pedir ...
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Papotência PodcastBy Varlei Xavier Nogueira