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Criado em meados dos anos 1940 como um coadjuvante malvado das tramas da Família Marvel, aquela do "Shazam!", o Adão Negro se renova como anti-herói e ganha o carisma de Dwayne Johnson, o The Rock, nas telas, em filme da Warner com a grife DC Comics.
Realizador chileno ilumina o festival espanhol, na disputa pela Concha de Ouro, com um thriller psicológico estrelado por Florence Pugh, ambientado na Irlanda do século XIX. A direção de Sebastián Lelio é um assombro.
Começa neste fim de semana uma nova empreitada para o Festival de San Sebastián. Em sua 70ª edição, o evento, ambietado no norte da Espanha, firma a relevância cultural da terra dos pintos (acepipes da culinária ibérica à base de frutos do mar, presunto, batatas e outras iguarias), onde se fala o euskera, a língua mais antiga da Europa. Nesse idioma do País Basco, o nome da cidade é Donostia. E é lá, no centro de convenções chamado Kursaal, e numa série de salas de projeção adjacentes, que vai se passar uma maratona de longas-metragens. A abertura será com o thriller carcerário “Modelo 77”, de Alberto Rodríguez. No encerramento será exibido “Marlowe”, suspense noir de Neil Jordan, com Liam Neeson.
Astro de "A Múmia", fenômeno de bilheteria de 1999, Brendan Fraser pode sair de Veneza com a Copa Volpi de Melhor Interpretação por seu desempenho em "The Whale", de Darren Aronofsky. Entre as dicas brasileiras imperdíveis, confira "O Grande Irmão - O Dia Que Durou 21 Anos 2".
Consagrado por sua ousadia e por sua abordagem semiológica dos signos sociais da cultura brasileira, Luiz Fernando Carvalho leva à TV Cultura um estudo sobre o legado colonial das Américas numa narrativa de visual estonteante.
Aos 76 anos, o eterno Rambo (Sylvester Stallone) desafia as convenções das narrativas de super-herói, indo além dos códigos da Marvel e da DC, com "Samaritano", thriller de tons fantásticos que estreia nesta sexta na Amazon Prime.
Laureado com o Oscar de Melhor Filme Internacional, em março, por “Drive My Car” (hoje na MUBI), e coroado em Cannes com o Prêmio do Júri Ecumênico pelo ainda inédito “Broker”, o cinema japonês vive hoje um momento de apogeu em narrativas guiadas pelo afeto, como é “Yamabuki”, drama disputado por alguns dos principais festivais do mundo. Revelado pela mostra competitiva de Roterdã, na Holanda, em janeiro, quando disputou o troféu Tigre, o painel de solidões construído por Juichiro Yamasaki vem colhendo elogios planeta adentro. Seu filme assume como arena uma região montanhosa, utilizada como área de mineração.
Neste sábado chega ao fim a edição de número 75 de Locarno, um dos maiores festivais de cinema do mundo, que pode dar ao longa brasileiro REGRA 34 o Leopardo de Ouro de 2022. Confira neste Sextou o que o evento viu de melhor, com direito a uma entrevista com o diretor de NOSSA SENHORA DA LOJA DO CHINÊS, de Angola.
Um ano depois de ter renovado sua programação e seu conceito estético com a festejada escolha do crítico Giona A. Nazzaro como seu diretor artístico, o Festival de Locarno acaba de inaugurar sua 75ª edição, a segunda sob o comando desse pilar da literatura ensaística cinematográfica, trazendo o novo filme protagonizado por Brad Pitt como sua atração de abertura: “Trem-Bala” (“Bullet Train”). Ano passado, ainda sob a sombra da pandemia, quando todas as entradas nas sessões do evento dependiam de testes de covid-19, a abertura foi feita por um thriller Netflix: “Beckett”. Agora, Nazzaro - cujo trabalho se desenha numa conversa fina com narrativas de gênero – resolveu apostar num longa que pode desarranjar as cifras das bilheterias mundiais. E vai ter Brasil na competição de longas: "Regra 34", de Julia Murat.
Às vésperas de completar 80 anos, um dos mais ativos pilares da Nova Hollywood adia para maio a estreia de seu esperado "Killers of the Flower Moon", com De Niro e Leonardo DiCaprio. Sua obra está sendo estudada numa jornada do projeto Cinema365. Ainda neste Sextou, novidades sobre o Festival de Locarno e sobre "Samaritan", com Sylvester Stallone
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