SILVA, GD

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SILVA, GD episodes

  • Propostas principais para a agricultura

    Alhandra é urbana e é rural, mas é majoritarimente rural.

    Contudo, a despeito desta sua principal característica nunca foi implementada nesta cidade uma política de fomento à atividade rural, sobretudo da pequena e do pequeno agricultor que lavoram o ano inteiro, muitas vezes contando apenas com a ajuda da família, e ao final, quando vão colher, acabam sendo vítimas de atravessadores que adquirem suas safras por preços injustos e revendem por um alto valor.

    Esse ciclo vicioso e perverso condena os pequenos agricultores desta cidade à eterna situação de precariedade, de trabalharem de forma extenuante com o desgaste de suas saúde e sonhos, para que outros se enriqueçam às suas custas.

    O município possui meios de sanar essas desigualdades, mas nunca houve vontade daqueles que ocuparam o poder até o presente momento, assim o que sempre vimos foi o favorecimentos de uns poucos privilegiados aliados de quem esteve ou está no poder, porque essa retórica não muda nunca, só mudam os personagens.

    Filha de pequenos agricultores, trabalhadores rurais, que sou. Tendo crescido e passado a maior parte da vida lidando coma agricultura, sei bem pelo que passam cada uma das famílias que com dificuldades produzem os alimentos que vão à mesa de todos e que quase nunca têm este trabalho tão essencial valorizado.

    Foi crescendo vendo o quanto exploravam meu pai e ao trabalho de todos nós que sempre pensei num projeto de valorização da agricultura em nosso município, com foco principalmente nas famílias de pequenos agricultores que, como a minha, se viu inviabilizada de evoluir financeira e socialmente, graças à ganância dos exploradores do trabalho alheio.

    Por isto ao desenhar nossa proposta de governo, dediquei um espaço todo especial à questão destas famílias, cujos pontos principais, dentre outros, abrangem:

    1. Aquisição do excedente da produção dos pequenos e médios agricultores para o abastecimento de creches, escolas, hospitais e para os dois restaurantes populares que serão instalados, um em Alhandra e outro no Distrito de Mata Redonda;

    2. Incentivar a criação de cooperativas de pequenos produtores rurais para que possam concorrer nos processos licitatórios promovidos pelo município;

    3. Criar zonas livres de agrotóxicos e o selo de qualidade para produtos orgânicos

    4. Criar programa de fossas sépticas e banheiros adequados na zona rural;

    5. Fomentar uma rede de qualidade de transporte intramunicipal entre Alhandra/ Mata Redonda e a Zona Rural;

    6. Construir uma escola técnico agrícola visando revalorizar a atividade do campo e capacitar, dentre os agricultores e seus filhos, futuros profissionais para incrementar a produção agrícola em nossa cidade;

    7. Incentivar a agroecologia como um meio seguro de desenvolvimento sustentável;

    8. Construção de um entreposto comercial para o escoamento e comercialização da produção rural no município, bem como a criação de meio de facilitação para que os pequenos agricultores possam retirar suas produções da zona rural e levá-las a comercialização na cidade, sem o intermédio de atravessadores.

    São esses alguns pontos de nossas propostas para a agricultura. E não, não é impossível de fazer, o que faltou até o presente momento foi capacidade, mas principalmente vontade de fazer. Quem nunca pisou a terra quente descalço, não sabe o dano que ela causa ao pé. Quem vive na agricultura, mas explorando o trabalho alheio não entende o que sofre a trabalhadora e o trabalhador que leva o sol nas constas de domingo a domingo e remove a dureza do solo com as poucas forças dos braços para muitas vezes mal conseguir sustentar a família; eu sei, porque já estive neste lugar. E a cabeça e o coração da gente pensam soluções para a terra que a gente pisa e os problemas que temos ou que já vivemos.

    Acredite: para mudar, vote 50!

    6 min
  • Resumo da proposta do Programa de inclusão digital no município

    A emergência da pandemia do novo Corona Vírus, nos fez atentar, de forma ainda mais conclusiva, a importância de garantir acesso à internet de qualidade de forma ampla e democrática.

    E é com esta certeza que incluímos em nossa proposta de governo, dentre muitos outros meios facilitadores de acesso da população à internet, a implementação de zonas de WIFI livre em toda a cidade da periferia (área de acesso é, historicamente, mais restrito) ao Centro de Alhandra e no Distrito de Mata Redonda.

    Bem como, cientes da necessidade que enfrentam os moradores da zona rural em acesso a uma internet de qualidade, o município fomentará o implemento desse fornecimento afim de garantir uma maior igualdade de acesso a todos os moradores de Alhandra.

    1 min
  • Motivação para a candidatura

    Nesse podcast esclarecemos quem somos e os motivos que nos levaram a disputar a Prefeitura de Alhandra-PB

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    Send in a voice message: https://anchor.fm/gilvaniaprefeita50/message
    9 min
  • Resumo da proposta para a agricultura

    Alhandra é urbana e é rural, mas é majoritarimente rural.

    Contudo, a despeito desta sua principal característica nunca foi implementada nesta cidade uma política de fomento à atividade rural, sobretudo da pequena e do pequeno agricultor que lavoram o ano inteiro, muitas vezes contando apenas com a ajuda da família, e ao final, quando vão colher, acabam sendo vítimas de atravessadores que adquirem suas safras por preços injustos e revendem por um alto valor.

    Esse ciclo vicioso e perverso condena os pequenos agricultores desta cidade à eterna situação de precariedade, de trabalharem de forma extenuante com o desgaste de suas saúde e sonhos, para que outros se enriqueçam às suas custas.

    O município possui meios de sanar essas desigualdades, mas nunca houve vontade daqueles que ocuparam o poder até o presente momento, assim o que sempre vimos foi o favorecimentos de uns poucos privilegiados aliados de quem esteve ou está no poder, porque essa retórica não muda nunca, só mudam os personagens.

    Filha de pequenos agricultores, trabalhadores rurais, que sou. Tendo crescido e passado a maior parte da vida lidando coma agricultura, sei bem pelo que passam cada uma das famílias que com dificuldades produzem os alimentos que vão à mesa de todos e que quase nunca têm este trabalho tão essencial valorizado.

    Foi crescendo vendo o quanto exploravam meu pai e ao trabalho de todos nós que sempre pensei num projeto de valorização da agricultura em nosso município, com foco principalmente nas famílias de pequenos agricultores que, como a minha, se viu inviabilizada de evoluir financeira e socialmente, graças à ganância dos exploradores do trabalho alheio.

    Por isto ao desenhar nossa proposta de governo, dediquei um espaço todo especial à questão destas famílias, cujos pontos principais, dentre outros, abrangem:

    1. Aquisição do excedente da produção dos pequenos e médios agricultores para o abastecimento de creches, escolas, hospitais e para os dois restaurantes populares que serão instalados, um em Alhandra e outro no Distrito de Mata Redonda;

    2. Incentivar a criação de cooperativas de pequenos produtores rurais para que possam concorrer nos processos licitatórios promovidos pelo município;

    3. Criar zonas livres de agrotóxicos e o selo de qualidade para produtos orgânicos

    4. Criar programa de fossas sépticas e banheiros adequados na zona rural;

    5. Fomentar uma rede de qualidade de transporte intramunicipal entre Alhandra/ Mata Redonda e a Zona Rural;

    6. Construir uma escola técnico agrícola visando revalorizar a atividade do campo e capacitar, dentre os agricultores e seus filhos, futuros profissionais para incrementar a produção agrícola em nossa cidade;

    7. Incentivar a agroecologia como um meio seguro de desenvolvimento sustentável;

    8. Construção de um entreposto comercial para o escoamento e comercialização da produção rural no município, bem como a criação de meio de facilitação para que os pequenos agricultores possam retirar suas produções da zona rural e levá-las a comercialização na cidade, sem o intermédio de atravessadores.

    São esses alguns pontos de nossas propostas para a agricultura. E não, não é impossível de fazer, o que faltou até o presente momento foi capacidade, mas principalmente vontade de fazer. Quem nunca pisou a terra quente descalço, não sabe o dano que ela causa ao pé. Quem vive na agricultura, mas explorando o trabalho alheio não entende o que sofre a trabalhadora e o trabalhador que leva o sol nas constas de domingo a domingo e remove a dureza do solo com as poucas forças dos braços para muitas vezes mal conseguir sustentar a família; eu sei, porque já estive neste lugar. E a cabeça e o coração da gente pensam soluções para a terra que a gente pisa e os problemas que temos ou que já vivemos.

    Acredite: para mudar, vote 50!

    1 min
  • Resumo da proposta de implatação da economia solidária

    Economia solidária é o conjunto de ações de natureza econômicas relativas à produção, distribuição e consumo de modo sustentável, com a finalidade de incrementar e fazer circular a renda dentro do munícipio, fortalecendo o trabalhador urbano e rural, o pequeno comerciante e o consumidor de modo a revalorizar o ser humano e harmonizar o meio ambiente dividido por todos os cidadãos alhandrenses.

    1 min
  • Resumo das propostas para a área de saúde

    Um dos principais intentos do nosso projeto na área de saúde é a construção de um Centro Materno-Infantil para garantir que as alhandrenses possam ter seus filhos em Alhandra, garantindo-se seu acompanhamento e tratamento humanizado e, paralelamente, resgatando o orgulho de se nascer na terra em que se cresce; direito que foi retirado dos filhos dos alhandrense há décadas e que jamais foi restituído porque é de interesse dos políticos descompromissados que ocuparam a prefeitura até este momento, que as gerações que estão se desenvolvendo não tenham um vínculo afetivos intransponível com a cidade na qual crescem, mas não tiveram o direito de nascer.

    No corpo do projeto, dentre outras ações: 

    Defesa intransigente do SUS com atenção reforçada à saúde básica e assunção gradual de todos os serviços básicos prestados à população, evitando-se a contratação de serviços privados que além de encarecer a prestação para o município, obriga os cidadãos alhandrenses a se deslocarem para outras cidades.

    Ampliação dos horários e locais de atendimento com implementação qualitativa e quantitativa das especialidades colocadas a disposição da população, também para evitar deslocamentos para outras cidades, bem como implementar o sistema de busca ativa pelo pacientes afim de evitar o agravamento de seus estados de saúde.

    Treinamento contínuo dos profissionais para um atendimento mais humanizado com incremento dos equipamentos de atenção à saúde em Alhandra, Mata Redonda e zona Rural.

    Criação de um núcleo de educação sexual e reprodutiva com foco na orientação, estruturação e encaminhamento psicossocial das famílias.

    Reorientação do processo de trabalho das equipes do NASF.  Abertura de concurso público para a área de saúde. Fortalecimento e fomento ao trabalho dos Agentes Comunitários de Saúde. Ampliação da participação popular na gestão da saúde com o fomento aos conselhos e conferências municipais de saúde, criando políticas de inclusão da população negra e LGBTQIA+.

    Criação do Centro de Práticas integrativas e criação de Farmácias vivas.

    Criar e fortalecer núcleos de atendimento à saúde da mulher, que inclui a proteção ao parto normal e a integração e proteção de todas as mulheres cis e trans vítimas de violência doméstica. 

    Dentre muitas outras, inclusive não contempladas pelo plano apresentado, mas que demandem atuação do poder público.




    1 min
  • Apresentação da candidata Gilvânia Dias

    Gilvânia nasceu em Alhandra na maternidade Rivalina Arraes, filha dos agricultores Maria José e Genival Dias. Ambos sem educação formal, tiveram muita dificuldade para oferecer, diante da muita precariedade da vida na década de 90, educação aos filhos em idade escolar. Assim, nossa candidata teve que driblar a miséria que parecia condenara toda família à não evolução na vida, com uma tenaz persistência na atividade do estudo a qual teve que conciliar com o trabalho na roça ao qual fora acostumada desde muito criança. Aos 14 anos, com o adoecimento de seu pai, teve que assumir, juntamente com sua mãe os trabalhos na agricultura para sustento da família, mas nunca descurou dos estudos, tampouco do gosto por ensinar e foi assim, que embora sem habilitação formal, alfabetizou muitas pessoas. Muitas vezes deixou de tentar o ingresso na faculdade por falta de recursos, conseguindo aprovação com nota máxima em redação do ENEM, para cursar Direito com bolsa integral no ano de 2006, ano em que também foi eleita para o Conselho Tutelar, órgão do qual assumiu a presidência de 2007 a 2009. Durante o período de conselheira tutelar cujo um terço do mandato não recebeu remuneração, acumulou a faculdade, e os estágios na Defensoria Pública, TJPB, TRT e, posteriormente, Justiça Federal. Tendo se formado em dezembro de 2010 e começado a atuar como advogada, de forma majoritariamente dativa, a partir de fevereiro de 2011. Fez duas pós- graduações, sendo uma em Gestão Pública, com ênfase em Políticas Públicas. Hoje é advogada popular, defensora dos direitos das crianças, adolescentes de idosos, direitos da mulher, dos negros e pessoas com deficiência. Por acreditar que estudar é o maior ato de rebeldia contra o sistema, defende o amplo direito do acesso de todos à educação sem que precisem passar por todas as privações e dificuldades que passou, eis um dos motivos de, paralelamente à sua atividade profissional e política, também é estudante no Curso de Filosofia na UFPB. Por pensar que devemos fazer no mundo a mudança que desejamos, é candidata pelo PSOL à Prefeitura de Alhandra, pois acredita firmemente que uma cidade mais justa, mais inclusa, que promova e cuide de suas pessoas é possível e é preciso trabalhar por isso.

    1 min

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Apresentação e Propostas da candidata pelo PSOL à Prefeitura de Alhandra - PB em 2020