Sintonize Jesus

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By Paulo Lacombe KlingelfusReligion & SpiritualityChristianity
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Sintonize Jesus episodes

  • APOCALIPSE 2

    O Livro de Apocalipse ("O livro da revelação"[1]) e também chamado de Apocalipse de João, é um livro da Bíblia — o livro sagrado do cristianismo — e o último da seleção do Cânon bíblico. Foi escrito por João na ilha de Patmos, no mar Egeu.

    A palavra apocalipse, do grego αποκάλυψις, apokálypsis, significa "revelação", formada por "apo", tirado de, e "kalumna", véu.[1] Um "apocalipse", na mesma terminologia do judaísmo e do cristianismo, é a revelação divina de coisas que até então permaneciam secretas a um profeta escolhido por Deus. Por extensão, passou-se a designar de "apocalipse" aos relatos escritos dessas revelações, que constituem um gênero literário próprio (literatura apocalíptica). Devido ao fato de, na maioria das bíblias em língua portuguesa se usar o título Apocalipse e não Revelação, até o significado da palavra ficou obscuro, sendo às vezes usado como sinónimo de "fim do mundo".

    O título do livro pode sugerir "A Revelação de Jesus Cristo", sendo a ideia básica de que os eventos descritos no livro foram revelados a Jesus Cristo, e este mostrou aos seus servos, há mais de 2000 anos, as coisas que aconteceriam, teoricamente, em breve.[1] João, o escritor do livro, não é o seu autor, apenas o escriba, que escreveu o livro ditado pelo autor, Jesus. Por duas vezes, João relata que o conteúdo do livro foi revelado através de anjos.[1][2][3]

    7 min
  • APOCALIPSE

    O Livro de Apocalipse ("O livro da revelação"[1]) e também chamado de Apocalipse de João, é um livro da Bíblia — o livro sagrado do cristianismo — e o último da seleção do Cânon bíblico. Foi escrito por João na ilha de Patmos, no mar Egeu.

    A palavra apocalipse, do grego αποκάλυψις, apokálypsis, significa "revelação", formada por "apo", tirado de, e "kalumna", véu.[1] Um "apocalipse", na mesma terminologia do judaísmo e do cristianismo, é a revelação divina de coisas que até então permaneciam secretas a um profeta escolhido por Deus. Por extensão, passou-se a designar de "apocalipse" aos relatos escritos dessas revelações, que constituem um gênero literário próprio (literatura apocalíptica). Devido ao fato de, na maioria das bíblias em língua portuguesa se usar o título Apocalipse e não Revelação, até o significado da palavra ficou obscuro, sendo às vezes usado como sinónimo de "fim do mundo".

    O título do livro pode sugerir "A Revelação de Jesus Cristo", sendo a ideia básica de que os eventos descritos no livro foram revelados a Jesus Cristo, e este mostrou aos seus servos, há mais de 2000 anos, as coisas que aconteceriam, teoricamente, em breve.[1] João, o escritor do livro, não é o seu autor, apenas o escriba, que escreveu o livro ditado pelo autor, Jesus. Por duas vezes, João relata que o conteúdo do livro foi revelado através de anjos.[1][2][3]

    5 min
  • JUDAS

    A Epístola de Judas, geralmente referida apenas como Judas, é o vigésimo-sexto e penúltimo livro do Novo Testamento[1] da Bíblia, Autor e destinatário

    A autoria da epístola é do discípulo Judas (Judas, irmão de Tiago) e não do apóstolo Judas Iscariotes. Já os destinatários da epístola poderiam ser judeus convertidos ao cristianismo espalhados pela Ásia Menor, embora a epístola não dê informações cabais para que público específico Judas teria se dirigido. O seu conteúdo apenas indica que os destinatários seriam pessoas conhecedoras do Antigo Testamento e das tradições judaicas, não havendo referências expressas aos gentios.

    Data e local

    Foi escrita provavelmente no ano 65. Outras suposições, porém, induzem que a obra teria sido escrita por volta dos anos 66 e 67,

    6 min
  • I JOÃO 5

    A autoria da epístola é atribuída, pela tradição cristã, ao apóstolo João.

    O peso de evidências externas pode favorecer a autoria "joanina", pois existem possíveis alusões a I João nos escritos de Clemente de Roma (em I Clemente), Inácio de Antioquia e Pseudo-Clemente (na sua II Clemente). Outras, prováveis alusões, podem ser encontradas no Didaquê, Epístola de Barnabé, Pastor de Hermas, Justino Mártir, a Epístola a Diogneto, a Epístola de Policarpo e nos escritos de Pápias preservados em Ireneu. Referências mais obscuras a 1 João em Ireneu, Tertuliano, Clemente de Alexandria, Orígenes, Dionisio e no Cânone Muratori.

    Evidências internas também apóiam a tese tradicional. Geralmente são alistadas três tipos delas, que são:

    1. A familiaridade do autor com a pessoa de Cristo. Ele afirma que é testemunha ocular do ministério de Cristo
    2. Sua reconhecida autoridade entre os primeiros leitores
    3. As grandes semelhanças entre e o Evangelho de João e a 1 epístola de João.
    4. 4 min
    5. I JOÃO 4

      A autoria da epístola é atribuída, pela tradição cristã, ao apóstolo João.

      O peso de evidências externas pode favorecer a autoria "joanina", pois existem possíveis alusões a I João nos escritos de Clemente de Roma (em I Clemente), Inácio de Antioquia e Pseudo-Clemente (na sua II Clemente). Outras, prováveis alusões, podem ser encontradas no Didaquê, Epístola de Barnabé, Pastor de Hermas, Justino Mártir, a Epístola a Diogneto, a Epístola de Policarpo e nos escritos de Pápias preservados em Ireneu. Referências mais obscuras a 1 João em Ireneu, Tertuliano, Clemente de Alexandria, Orígenes, Dionisio e no Cânone Muratori.

      Evidências internas também apóiam a tese tradicional. Geralmente são alistadas três tipos delas, que são:

      1. A familiaridade do autor com a pessoa de Cristo. Ele afirma que é testemunha ocular do ministério de Cristo
      2. Sua reconhecida autoridade entre os primeiros leitores
      3. As grandes semelhanças entre e o Evangelho de João e a 1 epístola de João.
      4. 4 min
      5. I JOÃO 3

        A autoria da epístola é atribuída, pela tradição cristã, ao apóstolo João.

        O peso de evidências externas pode favorecer a autoria "joanina", pois existem possíveis alusões a I João nos escritos de Clemente de Roma (em I Clemente), Inácio de Antioquia e Pseudo-Clemente (na sua II Clemente). Outras, prováveis alusões, podem ser encontradas no Didaquê, Epístola de Barnabé, Pastor de Hermas, Justino Mártir, a Epístola a Diogneto, a Epístola de Policarpo e nos escritos de Pápias preservados em Ireneu. Referências mais obscuras a 1 João em Ireneu, Tertuliano, Clemente de Alexandria, Orígenes, Dionisio e no Cânone Muratori.

        Evidências internas também apóiam a tese tradicional. Geralmente são alistadas três tipos delas, que são:

        1. A familiaridade do autor com a pessoa de Cristo. Ele afirma que é testemunha ocular do ministério de Cristo
        2. Sua reconhecida autoridade entre os primeiros leitores
        3. As grandes semelhanças entre e o Evangelho de João e a 1 epístola de João.
        4. 5 min
        5. I JOÃO 2

          A autoria da epístola é atribuída, pela tradição cristã, ao apóstolo João.

          O peso de evidências externas pode favorecer a autoria "joanina", pois existem possíveis alusões a I João nos escritos de Clemente de Roma (em I Clemente), Inácio de Antioquia e Pseudo-Clemente (na sua II Clemente). Outras, prováveis alusões, podem ser encontradas no Didaquê, Epístola de Barnabé, Pastor de Hermas, Justino Mártir, a Epístola a Diogneto, a Epístola de Policarpo e nos escritos de Pápias preservados em Ireneu. Referências mais obscuras a 1 João em Ireneu, Tertuliano, Clemente de Alexandria, Orígenes, Dionisio e no Cânone Muratori.

          Evidências internas também apóiam a tese tradicional. Geralmente são alistadas três tipos delas, que são:

          1. A familiaridade do autor com a pessoa de Cristo. Ele afirma que é testemunha ocular do ministério de Cristo
          2. Sua reconhecida autoridade entre os primeiros leitores
          3. As grandes semelhanças entre e o Evangelho de João e a 1 epístola de João.
          4. 6 min
          5. I JOÃO 1

            A autoria da epístola é atribuída, pela tradição cristã, ao apóstolo João.

            O peso de evidências externas pode favorecer a autoria "joanina", pois existem possíveis alusões a I João nos escritos de Clemente de Roma (em I Clemente), Inácio de Antioquia e Pseudo-Clemente (na sua II Clemente). Outras, prováveis alusões, podem ser encontradas no Didaquê, Epístola de Barnabé, Pastor de Hermas, Justino Mártir, a Epístola a Diogneto, a Epístola de Policarpo e nos escritos de Pápias preservados em Ireneu. Referências mais obscuras a 1 João em Ireneu, Tertuliano, Clemente de Alexandria, Orígenes, Dionisio e no Cânone Muratori.

            Evidências internas também apóiam a tese tradicional. Geralmente são alistadas três tipos delas, que são:

            1. A familiaridade do autor com a pessoa de Cristo. Ele afirma que é testemunha ocular do ministério de Cristo
            2. Sua reconhecida autoridade entre os primeiros leitores
            3. As grandes semelhanças entre e o Evangelho de João e a 1 epístola de João.
            4. 3 min

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