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O que acontece quando um chef francês, formado na tradição mais clássica da gastronomia europeia, decide recomeçar do zero no Brasil? Neste episódio do SommCast, Benoit Mathurin, chef e proprietário do Esther Rooftop, compartilha uma trajetória que mistura disciplina francesa, inquietação criativa e uma conexão cada vez mais profunda com os sabores brasileiros. Da infância na França — onde o vinho já fazia parte da mesa desde cedo — até a construção de um dos restaurantes mais relevantes de São Paulo, Benoit revela como cultura, memória e identidade moldam o jeito de cozinhar e servir.
A conversa mergulha em temas que vão muito além da cozinha. Benoit fala sobre a diferença brutal entre a relação do francês e do brasileiro com o vinho, sobre como precisou reaprender a liderar equipes no Brasil e, principalmente, sobre sua decisão ousada de ter uma carta 100% de vinhos brasileiros no Esther. Um movimento que começou como provocação e virou posicionamento — e que hoje impacta consumidores, produtores e até o mercado internacional. Entre histórias de bastidores, reflexões sobre harmonização e experiências sensoriais, ele mostra que vinho não é só técnica: é contexto, momento e companhia.
No fim, o episódio deixa uma provocação clara: será que a gente valoriza de verdade o que é nosso? Benoit encontrou no Brasil não só um novo lar, mas também uma nova forma de enxergar a gastronomia — mais livre, mais diversa e cheia de possibilidades. Se você quer entender como tradição e inovação podem coexistir na taça e no prato, esse episódio é obrigatório.
Destaques
🍷 Vinho como cultura — não como produto
Benoit mostra como, na França, o vinho é parte do cotidiano desde a infância — não como algo elitizado, mas como elemento natural da vida. Essa base muda completamente a forma de consumir, entender e se relacionar com a bebida.
🇧🇷 A virada para o vinho brasileiro
A decisão de ter uma carta 100% nacional no Esther não foi estratégica no início — foi quase instintiva. Mas virou um marco: uma provocação direta ao “complexo de vira-lata” e um convite para o brasileiro olhar para sua própria produção com mais respeito.
🔥 Do clássico francês à cozinha com identidade
Depois de anos explorando técnicas modernas e influências globais, Benoit retorna à essência: cozinha simples, bem feita, baseada em memória e produto. Uma maturidade que mostra que sofisticação não é complicação — é precisão.
🧠 Harmonização: técnica ou contexto?
Para Benoit, harmonização perfeita é mito quando ignoramos o fator humano. Humor, companhia, momento e até o ambiente influenciam mais do que qualquer regra clássica. Um grande vinho no momento errado pode ser só… um vinho qualquer.
🌍 Brasil como potência emergente do vinho
Ao levar rótulos brasileiros para a Europa, Benoit viu algo curioso: menos resistência dos estrangeiros do que dos próprios brasileiros. O projeto abre portas para exportação e reposiciona o Brasil no mapa global do vinho.
🍽️ Cozinha, memória e afeto
Das refeições em família na França aos ingredientes brasileiros descobertos com surpresa, Benoit reforça uma ideia simples e poderosa: comida boa é aquela que cria memória. O resto é acessório.
🧩 Liderança e adaptação cultural
Chegar ao Brasil exigiu mais do que adaptar receitas — exigiu repensar comportamento, comunicação e gestão. A cozinha deixou de ser um ambiente rígido para se tornar um espaço mais humano e colaborativo.
✨ Luxo redefinido
Para Benoit, luxo não está no rótulo caro ou na técnica complexa. Está no gesto: um ingrediente de qualidade, um prato bem feito e pessoas certas ao redor da mesa. Simples — e profundo.
By SommCast T VO que acontece quando um chef francês, formado na tradição mais clássica da gastronomia europeia, decide recomeçar do zero no Brasil? Neste episódio do SommCast, Benoit Mathurin, chef e proprietário do Esther Rooftop, compartilha uma trajetória que mistura disciplina francesa, inquietação criativa e uma conexão cada vez mais profunda com os sabores brasileiros. Da infância na França — onde o vinho já fazia parte da mesa desde cedo — até a construção de um dos restaurantes mais relevantes de São Paulo, Benoit revela como cultura, memória e identidade moldam o jeito de cozinhar e servir.
A conversa mergulha em temas que vão muito além da cozinha. Benoit fala sobre a diferença brutal entre a relação do francês e do brasileiro com o vinho, sobre como precisou reaprender a liderar equipes no Brasil e, principalmente, sobre sua decisão ousada de ter uma carta 100% de vinhos brasileiros no Esther. Um movimento que começou como provocação e virou posicionamento — e que hoje impacta consumidores, produtores e até o mercado internacional. Entre histórias de bastidores, reflexões sobre harmonização e experiências sensoriais, ele mostra que vinho não é só técnica: é contexto, momento e companhia.
No fim, o episódio deixa uma provocação clara: será que a gente valoriza de verdade o que é nosso? Benoit encontrou no Brasil não só um novo lar, mas também uma nova forma de enxergar a gastronomia — mais livre, mais diversa e cheia de possibilidades. Se você quer entender como tradição e inovação podem coexistir na taça e no prato, esse episódio é obrigatório.
Destaques
🍷 Vinho como cultura — não como produto
Benoit mostra como, na França, o vinho é parte do cotidiano desde a infância — não como algo elitizado, mas como elemento natural da vida. Essa base muda completamente a forma de consumir, entender e se relacionar com a bebida.
🇧🇷 A virada para o vinho brasileiro
A decisão de ter uma carta 100% nacional no Esther não foi estratégica no início — foi quase instintiva. Mas virou um marco: uma provocação direta ao “complexo de vira-lata” e um convite para o brasileiro olhar para sua própria produção com mais respeito.
🔥 Do clássico francês à cozinha com identidade
Depois de anos explorando técnicas modernas e influências globais, Benoit retorna à essência: cozinha simples, bem feita, baseada em memória e produto. Uma maturidade que mostra que sofisticação não é complicação — é precisão.
🧠 Harmonização: técnica ou contexto?
Para Benoit, harmonização perfeita é mito quando ignoramos o fator humano. Humor, companhia, momento e até o ambiente influenciam mais do que qualquer regra clássica. Um grande vinho no momento errado pode ser só… um vinho qualquer.
🌍 Brasil como potência emergente do vinho
Ao levar rótulos brasileiros para a Europa, Benoit viu algo curioso: menos resistência dos estrangeiros do que dos próprios brasileiros. O projeto abre portas para exportação e reposiciona o Brasil no mapa global do vinho.
🍽️ Cozinha, memória e afeto
Das refeições em família na França aos ingredientes brasileiros descobertos com surpresa, Benoit reforça uma ideia simples e poderosa: comida boa é aquela que cria memória. O resto é acessório.
🧩 Liderança e adaptação cultural
Chegar ao Brasil exigiu mais do que adaptar receitas — exigiu repensar comportamento, comunicação e gestão. A cozinha deixou de ser um ambiente rígido para se tornar um espaço mais humano e colaborativo.
✨ Luxo redefinido
Para Benoit, luxo não está no rótulo caro ou na técnica complexa. Está no gesto: um ingrediente de qualidade, um prato bem feito e pessoas certas ao redor da mesa. Simples — e profundo.