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Neste episódio, compartilho como a obra de Zerocalcare me fez refletir sobre a forma como encerramos ciclos. Percebi que, mesmo quando algo termina, a presença das pessoas não desaparece simplesmente de dentro de mim. Os papéis podem mudar, mas os lugares que elas ocuparam permanecem vivos na memória e no afeto. Entre a dor e a delícia de ser quem se é, discorro sobre a dificuldade de dar um ponto final onde só existem reticências... É nesse espaço entre o fim e o recomeço que moram a imaginação, a sensibilidade e o devaneio. Espero que você ainda esteja por aqui, apesar dos meus silêncios e sumiços. :)
By Laudicéia BorgesNeste episódio, compartilho como a obra de Zerocalcare me fez refletir sobre a forma como encerramos ciclos. Percebi que, mesmo quando algo termina, a presença das pessoas não desaparece simplesmente de dentro de mim. Os papéis podem mudar, mas os lugares que elas ocuparam permanecem vivos na memória e no afeto. Entre a dor e a delícia de ser quem se é, discorro sobre a dificuldade de dar um ponto final onde só existem reticências... É nesse espaço entre o fim e o recomeço que moram a imaginação, a sensibilidade e o devaneio. Espero que você ainda esteja por aqui, apesar dos meus silêncios e sumiços. :)