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Os repórteres do programa Terra da Gente e o biólogo Luciano Lima falam de natureza em um bate-papo descontraído e recheado de informação.... more
FAQs about Sons da Terra:How many episodes does Sons da Terra have?The podcast currently has 262 episodes available.
July 27, 2023A fascinante vida dos urubusNo Brasil existem cinco espécies diferentes de urubus, entre elas está uma realeza, o urubu-rei (Sarcoramphus papa). Considerado o urubu mais imponente, ele se difere pela plumagem e por apresentar um colorido único na região da cabeça. Mas afinal, o que faz dessa ave ser a soberana entre os demais?Nesse episódio do Sons da Terra os repórteres do programa Terra da Gente e o biólogo Luciano Lima trazem diversas curiosidades sobre essas aves que sofrem muito preconceito pela grande maioria da população, mas que na realidade tem muitos motivos para serem admiradas. Aliás, o compositor Tom Jobim era um grande admirador dos urubus, e já declarou o encanto pela ave em forma de poesia e álbum. Da forma de voar, ao papel ecológico e comportamento social os urubus apresentam particularidades que os diferem de outras aves, confira! Foto: Paulo Couto...more42minPlay
July 20, 2023Saí-andorinha: a ave colorida que planta florestaQuem não se encanta em ver uma ave colorida? O saí-andorinha (Tersina viridis) é uma dessas espécies que surpreende sempre que aparece. Macho e fêmea se diferem, mas ambos chamam a atenção pela beleza das penas. Enquanto ele apresenta um azul claro vivo e metálico em boa parte do corpo, a parceira é esverdeada.Há quem confunda, num primeiro momento, a espécie com outra ave: o saí-azul (Dacnis cayana). De fato esses parentes se assemelham, mas basta estar atento a alguns detalhes do saí-andorinha para perceber a diferença. O macho tem como marca registrada o ventre esbranquiçado e ainda um estriado em preto entre as penas coloridas e brancas da parte frontal. Além disso, ele apresenta uma máscara negra na face que atinge a região dos olhos e a parte inferior do bico. Já a fêmea não apresenta essa máscara, mas tem, como o par, a barriga esbranquiçada. A diferença é que o estriado é branco também, e não negro.Essa ave é considerada uma excelente dispersora de sementes e tem ampla distribuição pelo nosso país, porém nem sempre é avistada com facilidade. O melhor momento para encontrá-la é no período de frutificação de algumas árvores.A espécie costuma "aparecer" e "desaparecer" dos nossos olhares com facilidade e o comportamento dela ainda é pouco conhecido pela ciência. Então, afinal, o saí-andorinha é considerado uma ave migratória? E o motivo desse nome? Seria essa ave parente das andorinhas? Essas e outras curiosidades são abordadas nesse bate-papo do “Sons da Terra”, com os repórteres do programa e o biólogo Luciano Lima.Foto: Rudimar Narciso Cipriani...more16minPlay
July 13, 2023Jacaré-de-papo-amareloNão é difícil encontrar por aí alguém que tenha medo ou aflição de jacaré. Muitos sentimentos assim surgem devido à lendas, histórias e até filmes que mostram esses animais como símbolo de perigoso, mas na realidade é possível conviver em harmonia com esses seres, sem precisar temê-los ou até feri-los.A equipe do Terra da Gente conversou com o Gabriel Dias, coordenador operacional do Projeto Caiman, que trabalha com o jacaré-de-papo-amarelo no Espírito Santo, para saber curiosidades sobre o essa espécie e ainda como é a atuação do projeto para a conservação dela.O jacaré-de-papo-amarelo possui ampla distribuição na América do Sul, porém 70% dos indivíduos dessa espécie estão no nosso país. Na Mata Atlântica esse bicho considerado como "guardião da água e da floresta" enfrenta muitas ameaças. Mas com a conscientização ambiental e atual de pesquisadores o cenário crítico pode ser revertido.No verão, o jacaré-de-papo-amarelo se reproduz, e é nessa estação que eles chamam mais atenção da população de um modo geral, pois começam aparecer em áreas urbanas. Gabriel Dias conta um pouco sobre os desafios enfrentados pela espécie nessa época e como eles ajudam nos resgates desses animais.E será que jacaré canta? Eles emitem diferentes sons, porém não são fáceis de serem escutados na natureza. Geralmente são mais ativos no período reprodutivo e esse termo está associado ao momento em que tentam atrair um par. O som da conquista é feito com o abdômen, gerando uma vibração na água e causando um som assustador. Uma curiosidade é que a fêmea é protetora e cuida do filhote até um ano de vida.Foto: Leonardo Merçon...more24minPlay
July 06, 2023O besourinho-de-bico-vermelhoVocê já parou para ouvir o som de um beija-flor? Muitas pessoas não reparam que essa ave ágil pode ser também sonora. Um bom exemplo de colibri que tem um repertório de respeito é o besourinho-de-bico-vermelho (Chlorostilbon lucidus), um beija-flor que pode ser encontrado facilmente em áreas urbanas, jardins e parques. Esse beija-flor emite diferentes tipos de vocalizações, seja em voo, ou ainda pousado. Ele pode ser facilmente detectado a partir do momento em que emite algum desses sons. Do nome científico ao popular, o besourinho, como também é conhecido traz características marcantes, como por exemplo a coloração do bico e também das penas. A espécie que não ultrapassa os 10,5 cm possui dimorfismo sexual, ou seja, macho e fêmea se disferem na aparência. O macho é mais chamativo, apresentando um colorido esverdeado brilhante por todo o corpo, e na região inferior do pescoço o azulado em diferentes tons metálicos chama atenção. Já a fêmea nessa mesma parte ventral é totalmente esbranquiçada. O bico vermelho possui um detalhe preto na ponta. Quer aprender mais sobre esse pequeno e encantador colibri?Nesse episódio do Sons da Terra os repórteres Paulo Augusto e Ananda Porto e o biólogo Luciano Lima apresentam algumas curiosidades dessa espécie que vive pertinho da gente.Foto: Leonardo Casadei...more15minPlay
June 29, 2023Pato-mergulhão: os desafios da vida do embaixador das águas brasileirasVocê pode nunca ter visto um pato-mergulhão (Mergus octosetaceus), mas certamente já ouviu falar dessa ave brasileira. Isso porque essa espécie é considerada uma das aves aquáticas mais ameaçadas do mundo. Atualmente ela pode ser encontrada apenas em alguns territórios do nosso país, como Jalapão (TO), Chapada dos Veadeiros (GO) e entornos da Serra da Canastra (MG). Mas afinal, por qual motivo esse pato se encontra em estado crítico de ameaça? A espécie depende de ambientes preservados e de águas cristalinas para sobreviver, e cada vez mais a destruição do habitat tem impactado na vida desse animal. Para tentar ajudar essa ave rara, ações são desenvolvidas especificamente para a conservação dela, como o Plano de Ação Nacional (PAN), desenvolvido pelo ICMBio. Nesse episódio, o repórter Marcelo Ferri conversa com o médico veterinário Alexandre Resende, gestor de projetos socioambientais da BluestOne, empresa de reciclagem de resíduos de Saltinho (SP), que patrocina projetos de conservação, entre eles o do pato-mergulhão. Além de informações sobre a espécie, no bate-papo eles abordam também sobre como a reprodução da espécie em cativeiro pode ajudar no futuro desta ave, que leva o título de embaixador das águas brasileiras. Foto: Claudia Brasileiro...more37minPlay
June 22, 2023Gambá: marsupial brasileiro não fede e come até 4 mil carrapatos por semanaQual é a principal estratégia de defesa do gambá? Se você respondeu “exalar um cheiro desagradável” está errado! Para espantar predadores ou outros inimigos o gambá rosna e mostra os dentes. Ele ainda pode se fingir de morto, uma estratégia conhecida como tanatose e, ao contrário do que a maioria pensa, não libera nenhum fedor.Mau cheiro do gambá: verdade ou mito?Nesse episódio de Sons da Terra, o biólogo Luciano Lima e os repórteres do Terra da Gente explicam que a má fama do gambá é fruto da mais pura confusão: quem exala o cheiro ruim é um outro animal com nome parecido, o cangambá (Mephitis mephitis) que nem sequer pertence à mesma família dos gambás. O Brasil tem quatro espécies de gambás sendo que duas delas são bem comuns nas cidades. O gambá-de-orelha-preta (Didelphis aurita) que, além de preta, não tem pelos. O dorso é preto ou grisalho e o ventre claro. Já o gambá-de-orelha-branca (Didelphis albiventris) tem uma faixa preta bem acentuada na face e pelos pretos ao redor dos olhos. Ambos costumam viver em áreas urbanas e muitas vezes entram nas casas principalmente em busca de comida. São ótimos escaladores, por isso aparecem nos forros das residências e tem hábitos noturnos. Muita gente acha que o gambá é parente do rato, mas na verdade ele é próximo dos coalas e cangurus. Assim como os primos australianos, é um marsupial, ou seja, carrega os filhotes em uma espécie de bolsa. Foto de capa: Henry Stranz / Projeto Dacnis...more16minPlay
June 15, 2023Maxalalagá: a ave fantasma que virou xodóVocê já ouviu falar em "ave fantasma"? Esse é o termo usado para se referir a espécies que são escutadas, porém raramente observadas. É o caso da maxalalagá (Micropygia schomburgkii). A espécie que chama atenção pelo nome é uma representante da família Rallidae, a mesma das sanãs, saracuras e carquejas. E assim como a maioria dos parentes é arisca e difícil de ser avistada a olho nu no ambiente natural, um fator que também não facilita a observação é que essa ave é pequena, sendo considerada do tamanho de um pardal. No Brasil existem registros fotográficos e sonoros da ocorrência da ave em diferentes regiões do país. Porém, o estado com maior índice de cliques e encontros com esse bicho é Minas Gerais. E entre as cidades em que foram observados indivíduos dessa espécie, uma em especial se destaca: Pompéu (MG).O município é considerado há alguns anos a "terra dos maxalalagás", graças aos esforços de dois jovens irmãos observadores: Afonso Carlos e Luiz Alberto. Os gêmeos conhecidos como "Irmãos Pompéu" ouviram e gravaram o som da espécie na cidade em 2017, e de lá para cá a relação deles com essa ave só aumentou. Por conta desse e outros achados a dupla se tornou referência e passou a guiar observadores do Brasil e do mundo em passarinhadas locais.Nesse episódio de Sons da Terra, os repórteres do programa e o biólogo Luciano Lima trazem curiosidades e informações sobre essa ave misteriosa que cada vez mais está deixando de ser uma espécie "fantasma".Foto: Irmãos Pompéu...more16minPlay
June 08, 2023O som dos oceanosO dia dos oceanos, 8 de junho, foi comemorado pela primeira vez durante a Conferência das Nações Unidas pelo Meio Ambiente no Rio de Janeiro em 1992. É dia de chamar atenção para a importância dos ecossistemas marinhos, de todos os organismos que vivem e dependem dos mares.Nessa edição de Sons da Terra, o repórter Marcelo Ferri e o biólogo Luciano Lima conversam com o professor Raul Rio Ribeiro, da Universidade Federal de Juiz de Fora. Raul é pós-doutor em acústica submarina e coordenador da ONG Ocean Sound, que reúne cientistas pela conservação dos oceanos além de promover a conscientização através da arte.Foto de capa: Leonardo Merçon...more20minPlay
June 01, 2023O raro canto da pararu-espelhoProcura-se uma pomba brasileira com cerca de 22 centímetros de comprimento, entre 200 e 250 gramas e três faixas grossas nas asas em tom metálico que dão origem ao nome popular: pararu-espelho (Paraclaravis geoffroyi). Ela habitava a Mata Atlântica desde o Sul da Bahia até o Norte da Argentina, mas não é vista na natureza desde os anos 80. A principal hipótese para o desparecimento é a fragmentação das florestas onde ela vivia. Essa edição do podcast Sons da Terra discute a esperança dos conservacionistas e pesquisadores de encontrar a espécie. O repórter Marcelo Ferri e o biólogo Luciano Lima conversam com o biólogo Carlos Araújo, especialista em bioacústica que recuperou o som da pararu gravado numa velha fita VHS de um antigo criador. Foto de capa: Carlos Keller...more24minPlay
May 25, 2023A Rolinha do PlanaltoFoi o canto até então desconhecido que chamou a atenção do biólogo Rafael Bessa durante uma passarinhada no município de Botumirim, Norte de Minas Gerais. Ao se aproximar e ver o dono da voz ele se surpreendeu ainda mais. Tratava-se de uma espécie de ave que estava desparecida há 75 anos: a rolinha-do-planalto (Columbina cyanopis). A redescoberta ocorreu em 2015 e foi anunciada dois anos depois no Congresso Avistar, em São Paulo. Nessa edição de Sons da Terra, o repórter Marcelo Ferri e o biólogo Luciano Lima conversam com Pedro Develey, diretor da SAVE Brasil, Ong responsável pelo projeto de conservação da rolinha-do-planalto. Ele explicou que a área de ocorrência da espécie foi transformada em parque estadual. Atualmente a população é de apenas 15 indivíduos e foi necessário coletar ovos na natureza para reprodução em cativeiro. Foto: Ciro Albano...more34minPlay
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