#SÓQNÃO

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By RTP Antena 1 - RTPSociety & Culture
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#SÓQNÃO episodes

  • Simone: Anã e dependente #SÓQNÃO
    A Simone tem 99 cêntimetros. Deixou de crescer com 4 anos, o que, sem nenhum caso de nanismo na família, atrasou o seu diagnóstico. Passou por algumas operações enquanto era criança, mas na escola nunca se sentiu à parte das brincadeiras dos colegas. Hoje, adulta, é uma mulher que supera quaisquer expectativas; não sonha, tem objetivos. É atleta paralímpica, professora de natação e já foi professora de música. Tem uma vida adaptada, no que diz respeito às infraestruturas disponíveis, mas em tudo o resto garante que não fica atrás de nenhum outro adulto com uma estatura dentro dos padrões da Organização Mundial de Saúde. É ouvir para ser contagiado por esta boa energia!
    15 min
  • João: Os gays não devem ser pais #SÓQNÃO
    O João é pai de dois meninos, ambos com três anos e com apenas três meses de diferença. O Paul e o Pierre são o resultado de um processo de gestação de substituição - vulgo, barriga de aluguer - levado a cabo no Canadá por ele e pelo companheiro José, que foi o dador. Em Portugal, o processo ainda não está liberalizado, o que levanta dúvidas burocráticas sobre a paternidade do João, que será o pai adotante. As novas famílias LGBT já são uma realidade no nosso país, mas a Lei ainda não consegue acompanhar as mudanças.
    20 min
  • Bruna: Surda e incompreensível | #SÓQNÃO
    A participação da Bruna na II Temporada do #SÓQNÃO mudou definitivamente o formato do programa. A protagonista da entrevista em destaque desta semana expôs as dificuldades de comunicação com que a comunidade surda lida diariamente e que se agravaram a propósito das máscaras a que a COVID-19 nos obrigou.
    Poderia a Língua Gestual Portuguesa passar a fazer parte do nosso currículo escolar? Por que hesitamos em adaptar as conversas (também) a uma comunicação mais visual?
    12 min
  • Jorge : Todos os Drag Queen querem ser mulheres #SÓQNÃO
    O Jorge aceita o seu lado feminino com orgulho, não tivesse sido sempre fascinado pelas mulheres que o educaram. Desde o primeiro dia em que saiu à rua como Lola Bunny, há 4 anos, que defende que a arte drag é muito mais do que plumas e glitter e que tem um significado político. Para além disso, pede inacreditáveis habilidades de maquilhagem, cabelos, produção de indumentárias e styling, criação de personagem, representação e um à-vontade que nem tod@s conseguimos levar avante sem algumas reservas.
    Aceitar o lado feminino, desenvolver a criatividade e ter a capacidade de criar uma performance forte são pontos incontornáveis desta profissão, que vai muito além da comunidade LGBTQI+
    26 min

About #SÓQNÃO

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A série de entrevistas #SÓQNÃO, da autoria de Joana Martins reflete sobre identidades. O #SÓQNÃO é sobretudo sobre o quanto podemos ser todos iguais nas nossas diferenças.