O Jorge aceita o seu lado feminino com orgulho, não tivesse sido sempre fascinado pelas mulheres que o educaram. Desde o primeiro dia em que saiu à rua como Lola Bunny, há 4 anos, que defende que a arte drag é muito mais do que plumas e glitter e que tem um significado político. Para além disso, pede inacreditáveis habilidades de maquilhagem, cabelos, produção de indumentárias e styling, criação de personagem, representação e um à-vontade que nem tod@s conseguimos levar avante sem algumas reservas.
Aceitar o lado feminino, desenvolver a criatividade e ter a capacidade de criar uma performance forte são pontos incontornáveis desta profissão, que vai muito além da comunidade LGBTQI+