Tradução do Beatriz Cannabrava, Revista Diálogos do Sul Desperta como todos os dias às três da madrugada, se pega um estirão na cama de metal que têm uma perna torta e dá um salto, cai em pé no chão de terra. Destranca a porta feita com pedaços de tábuas e sai para o quintal a escovar os dentes e lavar-se a cara com a água fria que recebeu o sereno à noite. Corta um limão pelo meio, deixa cair um pouco de bicarbonato e passa nos sovacos. Amarra o cabelo em um rabo de cavalo, termina de pôr os sapatos e…
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