Depois de anos viajando pelo universo, ele decide se despedir da Andromena a nave que foi sua casa, refúgio e testemunha de amores, perdas e silêncios. Em um ato final de amor, preserva seu casco, transfere parte de sua mente para o sistema da nave e a esconde em um setor esquecido do espaço. Ao lançar o acionador no vazio e partir em uma nave auxiliar, deixa para trás não apenas metal e tecnologia… mas uma parte de si. Uma despedida melancólica entre homem e máquina, onde memória é a única forma de eternidade.