APRESENTAÇÃO
A Estufa Fria de Lisboa é um equipamento municipal e um espaço verde único no coração
da cidade de Lisboa!
Insere-se no Parque Eduardo VII e num corredor verde da cidade, o Corredor Verde de
Monsanto, sendo um equipamento singular no país, com uma importante coleção botânica
e com objetos arquitetónicos e de estatuária com valor patrimonial.
Tem uma área de 11.500m2 que se divide em 3 zonas distintas - estufa fria, estufa quente
e estufa doce. Integra ainda um Centro Interpretativo que acolhe exposições e atividades
alusivas à botânica e à estrutura verde da cidade.
HISTÓRIA
A história deste jardim é muito curiosa, nos finais do século XIX Lisboa era muito diferente!
Aqui existia um lago e uma pedreira, mas as várias nascentes levaram ao abandono da
extração da pedra.
Em 1933 a Estufa Fria de Lisboa é inaugurada, com desenho e obra de Raul Carapinha, e
alguns anos mais tarde, já nos anos 40 ganha novas estruturas, o seu pórtico de entrada e
lago exterior, da autoria do Arquiteto Keil do Amaral.
Nos anos 50 é construída a Nave, uma sala ampla abobadada, da autoria de Edgar Cardoso,
conhecido engenheiro das pontes do séc. XX. O objetivo desta construção foi vencer o vão
existente na antiga pedreira e permitir a continuidade da alameda central do Parque
Eduardo VII.
A sala esteve adaptada ao teatro, onde a companhia de Teatro Popular de Lisboa
representou peças de autores portugueses. Após 1974, o teatro foi desativado e o espaço
adaptado para a realização de eventos.
Em 1975 inaugura-se então a estufa quente e a estufa doce, e em 2016, o Centro de
Interpretação Ambiental.
fonte: Estufa fria de Lisboa - CML