
Sign up to save your podcasts
Or


Agora tá valendo. Equipe brasileira de skate segue rumo a Califórnia e na sequência já vai pra Tóquio
Qualquer coisa a mais só chegar no https://carma.news/
Resenha do livro do xamã Davi Kopenawa
Qualquer coisa a mais só chegar no https://carma.news/
Jornalista Nelson Motta faz autobiografia onde conta seus dramas, comédias e mistérios de um cabra de sorte.
Qualquer coisa a mais só chegar no https://carma.news/
Dora Varella, Isadora Pacheco e Yndiara Asp estão classificadas para as Olimpíadas!
Qualquer coisa a mais só chegar no https://carma.news/
Entrevista com o jornalista e escritor Eduardo Kazé. Calce os tênis do sujeito e sinta um pouco como foi viver nos anos 90. Grunge, conhaques, internet sem conexão e jornalismo de manivela. Tudo isso em seu novo romance policial Senhor Solitário. Para conseguir alguns dos livros do Kazé só chamar ele na DM do Insta e desenrolar com ele.
Este podcast é um produção Carma News
Capitalismo de Vigilância. É isso que nós viramos. Um produto sendo vendido pelas redes sociais. Somos marionetes nas mãos das grandes empresas de tecnologia. Escute esse episódio antes de assistir ao filme Dilema das Redes da Netflix. Sujeito a Guincho é uma produção Carma News
Neste episódio falamos de Donald Trumph recebendo prêmio nobel; goleiro Bruno agora pode treinar sem tornozeleira eletrônica; aumento do preço do arroz; a fazenda 2020; Prior em novo reality show e Barbara Borges celebra dois anos sem beber cachaça.
E ae beleza
Eu sou o Luiz Américo e seja bem vindo a este estado sujeito a guincho.
No episódio de hoje
Pandemia, Cigarros de Palha e Trabalho Infantil análogo a Escravidão. Não exatamente na mesma ordem mas tipo isso tudo ae.
O estado de caos que o Brasil se encontra, sem grana, trabalho e sem comida faz com que a gente lute do jeito que da. Foi o que está acontecendo em Minas Gerais em cidades como Pitangui, Papagaios e Vargem Grande. Molecada em média abaixo dos seus 16 anos, trabalhando mais que formiga no verão na produção de cigarros de palha.
Direito trabalhista é lenda, proteção contra a Covid 19 é besteira, direito a infância e adolescência só em roteiro de novela. Assim segue essas crianças que chegam a enrolar até mil cigarros por dia
Eu vi isso em um link do site da Folha de SP mas que agora não consigo mais ler porque não sou assinante.
Na reportagem mostrava que as famílias da molecada recebiam em média 100 conto por semana mas que pra isso acontecer tinha que bolar até 2 mil cigarros.
Essa grana é pra ajudar na renda da família que não passa dos 1000 reais por mês. E nessa luta ae ae as crianças trabalham até 12 horas por dia, ali em pé, sentado num toco ou em banquinhos sem encosto matando eles de dores no pescoço, nas costas, fora as dores de cabeça por conta do cheiro do fumo
Em um dos casos, uma das crianças exploradas contraiu o coronavírus e, ao informar que estava doente, viu sua produção inteira ser queimada, e não recebeu um centavo pelo seu trabalho. O Ministério Público do Trabalho afirmou que irá agir contra os abusos denunciados pela reportagem, não para fechar as frentes de trabalho em plena pandemia, mas sim para garantir que todos os enroladores e enroladoras sejam regularizados e recebam condições essenciais de trabalho.
A maior produtora de cigarros de palha do país, a Souza Paiol – acusada de sonegação fiscal e de não pagar cerca de R$ 200 milhões em tributos – ao ser procurada pela reportagem da Folha, afirmou que o problema de usarem menores no trabalho era dos prestadores de serviços, e não deles – para juízes de trabalho procurados, no entanto, a realidade é oposta, e as condições impostas pelas empresas determinam que a situação dos trabalhadores também é de responsabilidade das grandes marcas.
Ou seja. Você ae na sua quarentena dando uns pegas no paieiro pra relaxar na rede, lembre que ele foi feito por uma criança com dor e fome. Só pra lembrar só.
Você que ficou até aqui, valeu, compartilhe ae, se quiser falar com a gente é só dar um toque o [email protected] ou seguir pelo insta @luizamericosk8
O que seria poli bae. Você já ouviu isso antes? Eu também nunca. Se pá quem lançou esse termo foi o pessoal da Agência de tendência WGSN.
Seria um novo perfil de mulheres influenciadoras que são categorizadas como bonitas e politizadas.
É um termo super novo mas daqui a pouco você vai ouvir por toda parte. Mas quem são essas minas? São tipo aquelas mulher que você sempre sonhou que existisse. Com atitude, segura, não tem medo de nada, que vai pra cima do que acredita, que não se conforma com as coisas, que tem opinião, são inteligentes, falam de economia, não tem vergonha de nada e que agora está usando todas essas qualidades para dar início a um fenômeno no mercado de influência, e até do jornalismo mesmo, que antes era regido apenas pelo rosto bonito de uma mulher, mas que não necessariamente tivesse algum conteúdo.
Agora mais do que nunca estamos vivendo um tempo em que é preciso se posicionar. Não tem pra onde fugir. Hoje um influencer tem que saber falar sobre o que tá rolando no mundo, no seu país, na sua cidade e não apenas dentro do seu guarda roupa novo ou dentro da sua mala de viagens. Ninguém quer mais saber da sua vida de mais que perfeita, cheia de ostentação. Look do dia, tutorial pra esconder as cratera do rosto, pose de quebrada, humor de porta de padaria, lual de beira de laje, sarau de fim churrasco, recebidos de sei lá da onde….meio que já era….
Tipo as redes deram voz as mulheres. Várias criaram canais pra se expressar mas continuavam a não falar nada. Só falavam de coisas fúteis. Roupas, maquiagens, sexo, nada que agregasse algo pra alguém.
Mas só que agora, a galera nas redes sociais está cobrando esta postura politizada dos influencers
Hoje o pessoal nas redes sociais quer gente real, eu quero gente real, que sofre como eu sofro, e que tem empatia e compaixão pelos outros, e consigam conversar sobre qualquer assunto. Ou seja, com uma vida mais relevante.
Ouvi dizer que quem inspirou a agência WGSN foi a Kim Kardachian que é uma celebridade americana. Pelo que sei ela não fazia nada além de ter essa vida vazia ae como citei antes. Mas ae de repente ela começou a estudar direito. Logo na sequencia ela começou a falar muito sobre esse lance de como os negros tem sido tratado nos eua a vida toda, racismo e coisa e tal…. dizem que ela foi atrás de estudar exatamente pra defender essa galera que são incriminadas injustamente.
Isso é super válido. Porque assim como ela, aqui no Brasil existe também várias influencer, tipo no instagram que são famosas só por terem gente assistindo a vida delas. Tipo uma Tainara OG da vida. E ok elas serem assim… cada um tem seu tempo de amadurecimento...as vezes algumas amadurecem e vão pra um outro caminho como esse da Kim… já outros passam por essa existência meio que nessa superficialmente mesmo.
Esse lance de rotular é meio estranho, pelo menos é o que eu acho. Rótulo da cara de produto, e produto lembra consumo...enfim...mas por outro lado da pra entender. Meio que muita gente foi criado, educado, eu fui criado assim, achando que mulher é o sexo frágil, e ela tem que ser pra casar, que não pode sentar de perna aberta, tem um jeito certo de mocinha se sentar, tem que se depilar, não pode isso ou aquilo, tem que ser bonita, se não seguir os padrões a sociedade te joga na vala.
Pra saber o resto só escutando o podcast.
From the publisher's feed