Surf de Mesa

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By FlamboiarSports
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Surf de Mesa episodes

  • 90 - Para que serve cada prancha de surf?
    Que prancha é boa para que, para onde e para quem? Se você também vive às voltas com essas questões quando o assunto é equipamento e escolha das suas pranchas, este episódio do Surf de Mesa é para você. Junior Faria, Carolina Bridi e Raphael Tognini conversam sobre o que se pode esperar de cada tipo de prancha, criando uma espécie de guia radiofônico sobre pranchas de surf. Na parte 1, uma introdução sobre o momento em que estamos na história das pranchas de surf, além de opiniões sobre softboards tradicionais, softboards modernas e longboards iniciam a longa conversa sobre equipamento.
    52 min
  • 89 - Surf de Mesa freestyle com os ouvintes
    Como já está virando praxe, os ouvintes do Surf de Mesa voltam a fazer um episódio junto com Junior Faria, Carolina Bridi e Raphael Tognini. Desta vez, a conversa foi instantânea... Um pouco antes de começar a gravação, rolou uma chamada no grupo do Telegram. Quem estava online, entrou na conversa mandando as perguntas que passavam pela cabeça. O resultado foi um episódio freestyle do Surf de Mesa, com nosso trio de vozes mostrando que, com boa companhia, estão sempre prontos para uma boa conversa sobre surf. Seja lá qual for o assunto.

    Nesse episódio, provocados pelos ouvintes Vitor Barboza, André Trindade, Evandro Edone, Pedro Pereira e Jade da Costa, surgiram temas como barreiras de acesso ao surf, surfistas preferidos, uma breve e comedida passagem pelo localismo, importância das viagens para os surfistas e a discussão sobre mini simmons ser uma prancha boa ou não.

    Como eles falam demais, nem todas as perguntas que surgiram entraram nesse episódio, mas acabaram sendo respondidas nas internas mesmo ou consideradas como temas para futuros episódios. Quer ouvir a conversa que rolou em tempo real com os ouvintes? Dá o play e vem teorizar sobre tudo que a gente mais gosta nessa vida!
    57 min
  • 88 - Ser ou parecer surfista | O que você quer do surf?
    O que é mais importante para você: O ato de surfar em si ou representar o personagem surfista? O episódio de hoje do Surf de Mesa começa com essa pergunta que parece muito simples de ser respondida, mas que, levada aos limites da sinceridade, requer uma profunda e honesta reflexão pessoal.

    O que cada um de nós está realmente buscando no surf? Ser ou parecer um surfista? Ou os dois? A questão vai se tornando mais complexa na medida em que, buscando a resposta, surge a impossibilidade de separar completamente uma coisa da outra. São raras, senão inexistentes, as pessoas que só querem surfar sem expectativa de reconhecimento. Assim como ninguém consegue representar sem se expor minimamente ao ato de ao menos tentar surfar.

    Quantas vezes você já julgou alguém como poser e sentiu que, lá no fundo, surfista mesmo, era você? Lamentamos dizer que, quando isso aconteceu, você estava justamente considerando o teu papel de surfista mais legítimo que o dele? E a razão, nesse caso, é totalmente questionável porque surfar é uma prática de verdades relativas e subjetivas.

    Sim, tudo depende da personalidade de cada um e do quanto a firmeza do "eu próprio" é capaz de sustentar comportamentos autênticos completamente desvinculados da expectativa relacionada à própria imagem. Mas, por mais seguro que o sujeito seja do seu surf, quanto ele consegue de fato surfar sem a pressão para se encaixar nas referências culturais, reais ou imaginárias, que ditam o estereótipo do surfista padrão, é a grande incógnita.

    Se você curte encarar as próprias ideias, entre com Junior Faria, Carolina Bridi e Raphael Tognini nessa conversa sem respostas certas e erradas.

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    1 hr 4 min
  • 87 - A diferença entre ondas do Brasil e do mundo
    Quando certa manhã Raphael Tognini acordou de sonhos californianos, encontrou-se no pico de sempre metamorfoseando num surfista insatisfeito. Quando viu, era a própria figura do desgosto mirando um mar mexido no quintal de casa, almejando ter nascido em Malibu. Peru já servia.

    O saudosismo de surfar ondas mais fáceis, traduzido em um discreto retrogosto de tristeza, foi dividido com Junior Faria e Carolina Bridi. E não poderia dar outra. Virou episódio do Surf de Mesa.

    O que Rapha, assim como todo surfista, talvez esteja sentindo falta, é daquele previsível fator piscinesco. Os prazeres proporcionados por uma onda quebrando clássica, levantando da mesma forma, no mesmo lugar, e se desenvolvendo com o mesmo comportamento série após série. Ignorantemente idealizando: uma máquina natural. Em um resumo viável da realidade: ondas de point break e classe internacional. Sem arrebentação, fácil de entrar, abrindo e quebrando sempre no mesmo lugar.

    Convenhamos que isso também pode ser um compreensível reflexo do momento em que vivemos, onde viagens internacionais se tornaram, além de pouco recomendadas, também um tanto mais salgadas. Algo que atinge diretamente a cultura onde o surf se desenvolveu, da viagem, de um mundo sem fronteiras, de sair sempre em busca de melhores ondas. Estamos falando das surf trips, praticamente um rito de passagem para qualquer surfista. Uma espécie de afirmação como surfista. O que, de certa forma, faz sentido, principalmente para o surfista brasileiro. Afinal, o que se evolui surfando um point break durante cinco ou seis dias dificilmente se evolui em um período bem mais longo no Brasil.

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    49 min
  • 86 - Surf, Bolsa Atleta e títulos fumegantes | Onde está o verdadeiro problema?
    Você também se assustou e foi tomado por um misto de indignação e absurdo quando leu manchetes por aí dando conta de que Gabriel Medina havia sido contemplado com um negócio chamado Bolsa Atleta? Sabemos que sim. Natural, visto que as manchetes hoje em dia batalham pesado na concorrência por cliques como nunca se viu na história.

    Gabriel Medina e bolsa atleta numa mesma frase transformam qualquer chamada em uma granada sem pino. Existe, sim, um grande problema por trás do tema, mas não é exatamente aquele que as manchetes pareciam querer indicar.

    É por esse motivo que Junior Faria, Carolina Bridi e Raphael Tognini trouxeram o assunto nesse episódio do Surf de Mesa.

    Aqui se tem um breve resumo da ópera, e tudo que você precisa saber sobre surfistas, famosos ou não, e o Bolsa Atleta.
    48 min
  • 85- O que é mídia de surf?
    Estimulados pela comoção que toma conta das pessoas de tempos em tempos sempre que vem à tona a notícia de fechamento de uma revista de surf, neste episódio do Surf de Mesa, Junior Faria, Carolina Bridi e Raphael Tognini trazem as mídias de surf ao cerne da questão. Em uma longa trajetória de decadência do mercado editorial, o desaparecimento das versões impressas de títulos tradicionais da mídia especializada deixa as pessoas saudosas de algo que, em muito, moldou suas relações apaixonadas com o surf.

    Desta vez, foi a súbita notícia do fechamento da sexagenária Surfer que trouxe a questão à baila. Não só por ser a mais tradicional das revistas de surf do mundo, mas principalmente pelo fato de não somente a versão impressa, mas também sua presença digital ter sido abruptamente interrompida, a mídia de surf entrou na pauta do podcast depois de muito adiada. Adiada, sim, porque não é de hoje que o assunto surge nos pedidos dos ouvintes, sempre com as melhores sugestões de pauta para nossos episódios.

    Mas, por que, então, resolvemos falar disso só agora? Porque diz respeito a nós mesmos e aos dilemas que enfrentamos diariamente na cruzada épica que é fazer conteúdo profissional de surf em tempos de completa confusão e incompreensão generalizada sobre os conceitos relacionados ao termo mídia.

    Se você quer saber o que pega realmente por trás das telas, telinha e telões que determinam a contraditória realidade midiática que vivemos atualmente, dá o play aqui:
    1 hr 1 min
  • 84 - Surfista bom é surfista calado
    Neste episódio, resolvemos trazer ao ar uma pergunta que tem surgido desde que os boicotes de atletas do basquete americano chamaram atenção do mundo: Por que os surfistas não se posicionam publicamente sobre os mais diversos assuntos que dizem respeito a si mesmos e à sociedade em que vivem? Visto que muitos são referência para um grande público, não poderiam usar suas plataformas de grande alcance para apoiar causas em que acreditam?

    E, antes que alguém brade o lema "não estrague meu surf com política", é necessário lembrar que poucas coisas nas quais estamos envolvidos diariamente em nossas rotinas não estão relacionadas a política. Se você quer reclamar da sua própria liga esportiva, isso é política. Proteger a sua praia é política. Criticar patrocinadores, mídia ou mesmo surfistas é política. Se você quer praticar um esporte nativo de uma terra invadida por colonizadores que tentaram banir esse esporte, isso é política. Inclusive, se você quer ficar quieto, isso também é política.

    Dito isso, esqueça que existem lado A e lado B, desconstrua a ideia simplificada de que política é só situação e oposição, largue essas pedras que tem na mão, e vem ouvir e falar junto com a gente. A conversa aqui independe do lado em que você se vê porque, no fim, vivemos todo dia lado a lado e dividimos o mesmo mundo.
    54 min
  • 83 - Esqueça a WSL e vá surfar
    Estaria a WSL, na visão de muitos surfistas, sendo confundida com o próprio surf?

    A dúvida ocorreu por aqui depois do fiasquento evento Onda do Bem, realizado pela WSL no dia 18 setembro. Não faltam motivos para perceber que as escolhas para a realização do evento foram, no mínimo, mal calculadas. Mas o que chamou mais atenção foi a reação de surpresa generalizada que tomou conta das vielas da internet nos dias seguintes à sua realização. É natural que, para muita gente, aquele tenha sido o primeiro momento de questionamento sobre as motivações que estão por trás das estratégias e decisões tomadas pela WSL, uma empresa privada de mídia e entretenimento que tem no esporte seu objeto.
    50 min
  • 82 - Evoluir no surf é preciso?
    Você também tem sido atingido por uma avalanche de anúncios comerciais de recursos para evoluir seu surf? De surf coachs, treinos online, simuladores, tecnologias mágicas, até benção do Medina, tem se visto de tudo em nome de melhorar a performance no surf. Mas, será que isso tudo é mesmo preciso ou estamos caminhando para a instituição definitiva do surf recreação de alto rendimento?

    Desafiados pelo ouvinte Marcelo Lopes, Junior Faria, Carolina Bridi e Raphael Tognini tentam responder a seguinte pergunta: Evoluir é preciso?
    58 min
  • 81 - Quer se mudar para a praia? Um guia para saber chegar!
    Não entrando nos reflexos dramáticos da situação pandêmica para muitas das pessoas desassistidas que tentam sobreviver no Brasil, esse episódio do Surf de Mesa tenta isolar o impacto percebido nas cidades litorâneas, que passaram pela estação menos típica de suas histórias. É inverno, dizem, mas nas praias o movimento é de plena temporada de verão. Nem o clima contribuiu. Tem ondas como em qualquer inverno, mas faz calor como se não houvesse amanhã. O cenário perfeito para quem quer tentar fugir de qualquer realidade.

    Novamente, reforçando que a constatação não se trata de um problema diante dos reais problemas que muita gente vive desde o início da pandemia, Junior Faria, Carolina Bridi e Raphael Tognini buscam analisar se a procissão fora de temporada pode passar a ser definitiva no cenário das cidades de praia e compreender como isso pode se refletir nas atividades locais e no próprio surf.
    49 min

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Junior Faria, Carolina Bridi e Raphael Tognini vivem (d)o surf todo dia o dia inteiro. Como se ainda não fosse suficiente, sempre que se encontram têm o incontrolável hábito de desenrolar opiniões e…