Surf de Mesa

Surf de Mesa

By FlamboiarSports
Download on the App Store

Surf de Mesa episodes

  • 40 - O surf está seguindo os passos do UFC?
    Se você acompanha as novidades deste mundinho surfístico, já deve ter recebido a notícia de que em 2020 a piscina do Kelly vai ser palco de um reality show de surfistas que dará aos vencedores um lugar no CT (não se sabe ainda se para competir todo o circuito ou uma etapa apenas). Vai ser aquela coisa... 8 episódios com homens e mulheres competindo em desafios individuais e em grupo, com eliminações semanais entre muitas "alianças e rivalidades", diz o site da WSL.

    Alguns episódios atrás, o Surf de Mesa já tinha cantado a bola de que o surf competição gerenciado pela WSL tinha tudo para seguir os passos do UFC. E como não podia deixar de ser, agora que isso se desenha de uma forma mais concreta, Junior Faria, Carolina Bridi e Raphael Tognini conversam sobre os possíveis desdobramentos desse novo degrau galgado no surf como negócio de entretenimento.

    Enquanto a franquia do Ultimate Surfer não chega à edição Brasil, você pode se entreter aqui mesmo com esse podcast mais real do que qualquer reality :P

    Dá o play aí...
    48 min
  • 39 - A WSL censura os surfistas?
    Na semana passada, em sua eterna saga provocativa, o jornalista Chas Smith publicou no Beach Grit um recente achado seu no livro de regras da WSL (WSL Rule Book) - o Artigo 189, que determina que nenhum indivíduo vinculado àqueles termos deve se envolver em condutas que possam causar dano à imagem do esporte surf.

    Isso significa que, para participar das competições da WSL, qualquer surfista deve abdicar de expressar qualquer opinião que possa conter um tom mais crítico não só à WSL, mas ao surf em geral, sob pena de receber multa que pode variar de 1 mil a 50 mil dólares, podendo ainda sofrer suspensão e expulsão do circuito. Trocando em miúdos, é um "shhhh! cala essa boquinha" pros surfistas que competem profissionalmente nos circuitos da WSL, que, no caso, são os únicos disponíveis, portanto, não necessariamente uma opção pra quem decidiu seguir carreira no surf profissional.

    Vale nos questionarmos sobre o quanto isso impacta no surf que assistimos, vivemos e praticamos? Siiiim! Por isso, esse episódio do Surf de Mesa passeia não só pelos significados de uma regra como essa existir em um código de conduta que o surfista é compelido a aceitar, como pelos limites relacionados aos direitos do surfista e da empresa WSL, e pelos reflexos práticos que isso representa pro surf como o conhecemos.

    Dá o play e opina com a gente, que aqui todo mundo pode pensar, falar e criticar o que quiser...
    54 min
  • 38 - O surfista ex-profissional
    Assim como a flecha lançada, a palavra dita e a oportunidade perdida, a sensação da onda surfada também nunca volta atrás. É por isso que aqui na Flamboiar não acreditamos na existência do ex-surfista.

    Mas quando isso parte para o lado profissional, as coisas podem mudar um pouco de figura. Todo atleta sabe que, cedo ou tarde, a hora de parar de competir será inevitável. Independente de todo o amor pelo surf (ou pela adrenalina da competição), o surfista profissional irá se tornar o surfista EX-profissional. Aposentadoria precoce? Fim de uma vida de sonhos? O declínio da mamata? A libertação de uma vida de desafios e perrengues?

    E aí, o que é feito dele? A mídia gosta de chamar de aposentado um sujeito em plena idade produtiva, mas a realidade é que nem todos, ou, melhor dizendo, a maioria dos surfistas ex-profissionais estão muito longe da chance de pendurar a lycra enquanto gozam a vida despreocupadamente.

    Para entender como acontece essa transição de vida e tentar mensurar seus impactos práticos e psicológicos, esse episódio do Surf de Mesa coloca no fogo o seu próprio surfista ex-profissional, Junior Faria. Tá a fim de entender a "real realidade" de quem precisa lidar com essa situação? Clica no play e vem nessa onda festeira!
    57 min
  • 37 - Um brasileiro vale mais torcida do que outro?
    Neste episódio, tendo suas indignações devidamente registradas contra a ignorância que mirou no Caio Ibelli e atingiu um espectro bem maior, Junior Faria, Carolina Bridi e Raphael Tognini resolveram conversar sobre a forma como nós, brasileiros, tratamos os surfistas profissionais. Falando aqui de toda uma classe profissional, e não somente dos heróis destacados por seus feitos honráveis, pela mídia e, convenhamos, também por uma parcela de sorte na vida (porque não adianta ter talento e não ter oportunidade), este episódio passa por conflitos que só a realidade brasileira, em toda a sua complexidade, é capaz de proporcionar.

    Tá a fim de aprofundar um pouco mais sobre essa loucura que botou fogo na água em pleno mar do colonizador? Dá o play aí e vem!
    49 min
  • 36 - O surf pode ser sustentável?
    Pranchas ecológicas, parafinas orgânicas, wetsuits reciclados. Isso é suficiente para tornar o surf sustentável?
    Será que nós, surfistas, somos mesmo protetores tão ferrenhos da natureza? Ou estamos apenas idealizando uma fantasia que nem sabemos direito qual é?
    A maior parte da cultura surf que conhecemos hoje em dia foi formatada com base em um mercado que, no final do dia, precisa vender seus produtos.
    Isso é ruim? É errado? Deveria e poderia ser diferente?
    É com base nesses e muitos outros questionamentos que nesse episódio do Surf de Mesa, Junior Faria, Carolina Bridi e Raphael Tognini conversam sobre a sustentabilidade no surf e qual o papel de todos nós nessa história.
    Quer se questionar e conversar de coração aberto sobre o tema?
    Então clica aí no play e vem com a gente!
    40 min
  • 35 - Existencialismo surfístico
    Conduzido a partir de confissões, divagações e bastante sinceridade, o papo passou por assuntos como a vontade, ou não, de surfar; a linha de aprendizado; as variáveis que influenciam a evolução da performance; o nem sempre admitido desejo de já nascer sabendo; a incômoda sensação de impotência surfística após longos tempos longe do mar; o nível de dificuldade do surf em relação a outros esportes; e a relação entre idealização e as muitas vezes inevitáveis limitações. Pode-se dizer que este, talvez, tenha sido o mais introspectivo e existencialista entre todos os episódios do Surf de Mesa, e o resultado da exposição pessoal sobre assuntos que às vezes não gostamos de admitir nem em pensamento, talvez atinja em cheio o coraçãozinho de muita gente por aí. Afinal, o surf é, antes de tudo, um belo exercício prático para aprender a lidar com frustrações. No mar e na vida.

    Tá a fim de contemplar a beleza nua e crua das imperfeições da vida sob um ponto de vista surfístico? Dá o play aí...
    40 min
  • 34 - O surf e as redes sociais
    Que as redes sociais estão infiltradas em cada cantinho das nossas elaboradas e descontroladas existências, não é mais novidade para ninguém. O que dói e não dá mais para negar, é que ela tem sido fator de distorção de realidades de uma forma cada vez mais contundente e irreversível nessa armadilha chamada existência moderna.

    Você já parou pra pensar que o número de seguidores tem sido critério de decisão para demissões e contratações de surfistas profissionais, por exemplo?

    Por essas e outras, esse episódio do Surf de Mesa é praticamente uma ode (só que ao contrário) às redes sociais - essa bacia de ilusões que constrói conflitos psicológicos cada dia mais arraigados ao tempo espaço que ocupamos na história da humanidade.
    50 min
  • 33 - O que a venda da Rip Curl tem a ver com você?
    Esta semana veio a público a venda da Rip Curl para uma empresa de varejo outdoor neo zeolandesa chamada Kathmandu. Números impressionantes foram usados para destacar a notícia, como o montante de US$ 350 milhões envolvido na transação ou o fato de que a aquisição acontece no ano em que a marca completa 50 anos. Mas um detalhe talvez um pouco mais relevante para nós, reles surfistas, tenha recebido menos atenção no teor geral do acontecido. A Rip Curl era a última remanescente entre as marcas globais de surf que se mantinha independente de grandes conglomerados focados prioritariamente na visão econômica do negócio. Isso significa dizer que, ainda que estivesse longe do purismo, era ainda uma empresa comandada por uma visão autenticamente originária do surf, orgulhosamente representada pela bandeira da eterna busca pela onda perfeita a qualquer custo.

    Os possíveis reflexos desse fato que tem sim muito a ver com a gente, com você e com todo surfista, foram alimentados pelas filosofias e desejos escondidos nas possibilidades aventadas por Junior Faria, Carolina Bridi e Raphael Tognini nesse episódio do Surf de Mesa recheado de esperanças em dias melhores para um surf muito mais real do que ideal... Quem sabe agora passaremos a valorizar aquele surf real que todos vivemos e alimentamos todos os dias em nossas vidas possíveis, levantando, a partir da desconstrução do velho padrão, um novo surf feito muito mais por nossas incansáveis buscas pessoais de realizações do que de ideais do surf como um mundo perfeito alimentado para gerar desejos insanos de consumo.
    52 min
  • 32 - O surf pode alienar?
    Na tentativa de nunca virarem monotemáticos e surfões, neste episódio do Surf de Mesa, Junior Faria, Carolina Bridi e Raphael Tognini se dão conta de que até no surf é saudável ter limites, e que olhar pra fora do clubinho pode ser tão saudável e prazeroso quanto lavar a alma no mar. Surfar pode sempre ter sido, e continuar sendo, uma das partes mais empolgantes de muitos e muitos dias... Resta saber quantas vezes fazemos isso com a consciência de que as novas descobertas vindas de múltiplas origens de interesse podem garantir uma expressão individual muito mais realizada, inclusive e especialmente no próprio surf. E então... Qual foi a última vez que você se expressou genuinamente dentro e fora d´água? Quanto de você tem no seu próprio surf?

    Ouve aí e conta pra gente!
    50 min
  • 31 - Ser prego é surfar mal?
    A não ser que surfar seja sua profissão, não está escrito em lugar algum - nem no cartório, nem nas escrituras, nem nas estrelas - que você, eu ou qualquer um no planeta tem obrigação de surfar bem. Por que raios, então, o surf é contaminado irreversivelmente com essa necessidade autoimposta coletivamente?
    É como se um tratado silencioso estabelecesse que ninguém tem o direito e a liberdade de ser ruim no surf sem ser rotulado por isso, de modo que nesse episódio do Surf de Mesa, Junior Faria, Carolina Bridi e Raphael Tognini viagem nos significados e implicações da temida expressão "prego".

    Depois desse episódio, estamos certos de que não se trata de uma completa utopia almejar a liberdade de surfar estranho sem aquela incômoda desconfiança de impotência técnica que martela silenciosa lá no fundo da auto-estima.

    Quer ter a liberdade de se saber prego sem se sentir inadequado? Então, faça as pazes com a sua própria vulnerabilidade, dê o play e venha nessa!
    51 min

About Surf de Mesa

From the publisher's feed

Junior Faria, Carolina Bridi e Raphael Tognini vivem (d)o surf todo dia o dia inteiro. Como se ainda não fosse suficiente, sempre que se encontram têm o incontrolável hábito de desenrolar opiniões e…