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Olá, bem vindos.
Mais cedo do que habitualmente por uma boa razão:
há um novo podcast para ouvir. Correcção: mais um, neste universo repleto de opções, no qual é cada vez mais difícil ser original.
Desta vez não ousei originalidade, preferi documentar a realidade, tal como ela é.
À confiança e sem medo, posso pedir-te para subscreveres no Spotify ou iTunes?
Obrigada!
Fiz 15 episódios, de 15 minutos cada, para os quais convidei 15 pessoas para se juntarem a mim e conversarmos sobre esta nossa vida, que também é digital.
Um mês depois do lançamento do Vida Instagramável, decidi avançar e transformar os principais temas do livro numa história que também fica registada através de várias vozes, num podcast documental que, espero, possa ser um contributo para aumentar o nosso conhecimento sobre o lado menos visível das redes sociais, o impacto que a constante ligação e procura de atenção podem ter nas nossas vidas.
Assim, da identidade à auto-estima, passando pela dismorfia corporal e os filtros, a segurança (ou falta dela) e a privacidade, o famoso engagement, a grande ilusão e a ainda maior, desilusão, o funcionamento do nosso cérebro e as razões que nos levam a depender de gostos e partilhas, as personas digitais e a forma como a influência dos outros actua sobre nós. Tudo isto (e muito mais) a partir de hoje, num processo que inverte a lógica dos podcasts: sai primeiro aqui, para poderem ouvir, depois no Instagram e, só depois, no Spotify. Sim, decidi inverter a distribuição e promoção de um podcast, espero que gostem 🤩
De resto, não tive muito tempo para grandes reflexões, excepto aquela que me diz que há muito a fazer em relação a esta nossa relação com “o digital”, como gostamos de lhe chamar e que, pela sua conveniência e vantagens, se introduziu de mansinho nas nossas vidas para as controlar. Eu não gosto de teorias da conspiração, menos ainda de pensar que sou uma espécie de grilo falante, mas porque me sinto assim, demasiadas vezes, procurei pessoas com ideias diferentes das minhas. Foi essa a intenção, a concretização acabou por revelar que pensamos todos mais ou menos da mesma forma, conscientes de que é urgente a tomada de consciência em relação à forma como nos expomos online, as coisas que fazemos e dizemos, aqueles que seguimos e os conteúdos que consumimos. No final disto tudo, fiquei com duas grandes dúvidas:
Se criticamos a exposição gratuita, se questionamos o funcionamento das redes, se temos consciência da sua intrusão nas nossas vidas, porque continuamos a usar? Se questionamos o valor de muitos conteúdos, se criticamos a exaltação do ego, se duvidamos dos números e dos valores, então quem são os milhões que seguem influenciadores?
Fica no ar. Beijos e até ao próximo episódio.
Na sábado, outros três temas sobre os quais vale a pena conversar
A polarização de opiniões e extremismo de posições nunca foi tão grande, como se ser moderado fosse esse vazio quase inqualificado de quem responde "tanto faz" para escolher água ou vinho.
Agora sim, até para a semana 💋💋💋
By Paula CordeiroOlá, bem vindos.
Mais cedo do que habitualmente por uma boa razão:
há um novo podcast para ouvir. Correcção: mais um, neste universo repleto de opções, no qual é cada vez mais difícil ser original.
Desta vez não ousei originalidade, preferi documentar a realidade, tal como ela é.
À confiança e sem medo, posso pedir-te para subscreveres no Spotify ou iTunes?
Obrigada!
Fiz 15 episódios, de 15 minutos cada, para os quais convidei 15 pessoas para se juntarem a mim e conversarmos sobre esta nossa vida, que também é digital.
Um mês depois do lançamento do Vida Instagramável, decidi avançar e transformar os principais temas do livro numa história que também fica registada através de várias vozes, num podcast documental que, espero, possa ser um contributo para aumentar o nosso conhecimento sobre o lado menos visível das redes sociais, o impacto que a constante ligação e procura de atenção podem ter nas nossas vidas.
Assim, da identidade à auto-estima, passando pela dismorfia corporal e os filtros, a segurança (ou falta dela) e a privacidade, o famoso engagement, a grande ilusão e a ainda maior, desilusão, o funcionamento do nosso cérebro e as razões que nos levam a depender de gostos e partilhas, as personas digitais e a forma como a influência dos outros actua sobre nós. Tudo isto (e muito mais) a partir de hoje, num processo que inverte a lógica dos podcasts: sai primeiro aqui, para poderem ouvir, depois no Instagram e, só depois, no Spotify. Sim, decidi inverter a distribuição e promoção de um podcast, espero que gostem 🤩
De resto, não tive muito tempo para grandes reflexões, excepto aquela que me diz que há muito a fazer em relação a esta nossa relação com “o digital”, como gostamos de lhe chamar e que, pela sua conveniência e vantagens, se introduziu de mansinho nas nossas vidas para as controlar. Eu não gosto de teorias da conspiração, menos ainda de pensar que sou uma espécie de grilo falante, mas porque me sinto assim, demasiadas vezes, procurei pessoas com ideias diferentes das minhas. Foi essa a intenção, a concretização acabou por revelar que pensamos todos mais ou menos da mesma forma, conscientes de que é urgente a tomada de consciência em relação à forma como nos expomos online, as coisas que fazemos e dizemos, aqueles que seguimos e os conteúdos que consumimos. No final disto tudo, fiquei com duas grandes dúvidas:
Se criticamos a exposição gratuita, se questionamos o funcionamento das redes, se temos consciência da sua intrusão nas nossas vidas, porque continuamos a usar? Se questionamos o valor de muitos conteúdos, se criticamos a exaltação do ego, se duvidamos dos números e dos valores, então quem são os milhões que seguem influenciadores?
Fica no ar. Beijos e até ao próximo episódio.
Na sábado, outros três temas sobre os quais vale a pena conversar
A polarização de opiniões e extremismo de posições nunca foi tão grande, como se ser moderado fosse esse vazio quase inqualificado de quem responde "tanto faz" para escolher água ou vinho.
Agora sim, até para a semana 💋💋💋