Apesar dos avanços no tratamento e prevenção do HIV, o Brasil ainda registra aumento no número de casos, especialmente entre jovens. Como resposta, o SUS está ampliando a oferta de preservativos, trazendo mais opções e acessibilidade para a população numa tentativa de reforçar a prevenção e combater a transmissão do vírus. Nesta edição do Pílula Farmacêutica, o acadêmico Felipe Rodrigues, orientado pela professora Regina Andrade da Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP) da USP, fala sobre as mudanças adotadas pelo SUS.
Segundo o acadêmico, além dos preservativos internos e externos, feitos de látex ou borracha nitrílicas, já ofertados no SUS, o Ministério da Saúde também optou por oferecer novos modelos de preservativos, texturizados e finos. "Essas novas versões de preservativos integram a estratégia de prevenção combinada que associa diferentes métodos de proteção contra o HIV e outras infecções sexualmente transmissíveis", acrescenta, adiantando que a diversificação da oferta deve estimular o uso contínuo e correto do preservativo, "de forma mais atraente e buscando atender a preferências diversificadas da população".
Quanto ao acesso aos novos preservativos, Rodrigues informa que será realizado da mesma maneira que a dos preservativos tradicionais, oferecidos gratuitamente em todas as Unidades Básicas de Saúde e também pelas várias outras instituições públicas de saúde do País.
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