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Manoela Carvalhaes, 54 anos, psicóloga mineira especializada em atender mulheres com mais de 50 anos, sempre amou viajar. Para ela, as viagens são uma fonte de liberdade e alegria. Durante os 30 anos de casamento, o marido cuidava de tudo, e Manoela apenas aproveitava. Quando se separou, em 2019, descobriu que precisava aprender a viajar sozinha. Logo surgiram as dúvidas: “Será que vou dar conta? Como vou para o aeroporto? Como vou me sentir sem alguém ao meu lado?” Percebeu então que estava ficando ansiosa. “Mas eu não queria ter ansiedade; queria leveza na vida”, diz ela, na entrevista ao podcast em que conta como, gradualmente, foi vencendo a insegurança e está ganhando o mundo novamente. Sua estratégia? Muita pesquisa e planejamento. E, o mais importante, respeitar seus limites. Um alerta essencial: viajar sozinha significa apenas não ter alguém conhecido como companhia; não significa estar em solidão. “Eu descobri uma Manoela que estava adormecida.”
By Maria Tereza GomesManoela Carvalhaes, 54 anos, psicóloga mineira especializada em atender mulheres com mais de 50 anos, sempre amou viajar. Para ela, as viagens são uma fonte de liberdade e alegria. Durante os 30 anos de casamento, o marido cuidava de tudo, e Manoela apenas aproveitava. Quando se separou, em 2019, descobriu que precisava aprender a viajar sozinha. Logo surgiram as dúvidas: “Será que vou dar conta? Como vou para o aeroporto? Como vou me sentir sem alguém ao meu lado?” Percebeu então que estava ficando ansiosa. “Mas eu não queria ter ansiedade; queria leveza na vida”, diz ela, na entrevista ao podcast em que conta como, gradualmente, foi vencendo a insegurança e está ganhando o mundo novamente. Sua estratégia? Muita pesquisa e planejamento. E, o mais importante, respeitar seus limites. Um alerta essencial: viajar sozinha significa apenas não ter alguém conhecido como companhia; não significa estar em solidão. “Eu descobri uma Manoela que estava adormecida.”