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Esta é a Parte 2 do nosso especial sobre as perturbações de ansiedade.
Neste episódio mergulhamos no modelo cognitivo da ansiedade, partindo de um princípio fundamental: não são os acontecimentos que geram sofrimento emocional, mas a forma como os interpretamos.
Exploramos como as pessoas ansiosas vivem num estado de vulnerabilidade acrescida, onde tendem a:
sobrestimar a probabilidade e a gravidade das ameaças
subestimar a sua capacidade de lidar com elas
ignorar sinais de segurança do ambiente
Falamos do funcionamento em dois tempos da mente: um sistema automático e rápido de deteção de perigo e um processamento mais elaborado que, em vez de tranquilizar, pode alimentar ciclos viciosos de preocupação, vigilância corporal e catastrofização.
Analisamos como esquemas primitivos de ameaça ativam respostas fisiológicas de sobrevivência — luta, fuga ou congelamento — que, no mundo moderno, acabam por se tornar desadaptativas.
O foco central do episódio está no ciclo de manutenção da ansiedade: evitamento, comportamentos de segurança, raciocínio emocional e memória seletiva impedem a desconfirmação dos medos e mantêm o organismo em alerta constante.
Fechamos com uma visão integrativa da intervenção terapêutica, combinando técnicas cognitivas, comportamentais e físicas para ajudar a restaurar uma perceção realista de segurança.
By SieratirEsta é a Parte 2 do nosso especial sobre as perturbações de ansiedade.
Neste episódio mergulhamos no modelo cognitivo da ansiedade, partindo de um princípio fundamental: não são os acontecimentos que geram sofrimento emocional, mas a forma como os interpretamos.
Exploramos como as pessoas ansiosas vivem num estado de vulnerabilidade acrescida, onde tendem a:
sobrestimar a probabilidade e a gravidade das ameaças
subestimar a sua capacidade de lidar com elas
ignorar sinais de segurança do ambiente
Falamos do funcionamento em dois tempos da mente: um sistema automático e rápido de deteção de perigo e um processamento mais elaborado que, em vez de tranquilizar, pode alimentar ciclos viciosos de preocupação, vigilância corporal e catastrofização.
Analisamos como esquemas primitivos de ameaça ativam respostas fisiológicas de sobrevivência — luta, fuga ou congelamento — que, no mundo moderno, acabam por se tornar desadaptativas.
O foco central do episódio está no ciclo de manutenção da ansiedade: evitamento, comportamentos de segurança, raciocínio emocional e memória seletiva impedem a desconfirmação dos medos e mantêm o organismo em alerta constante.
Fechamos com uma visão integrativa da intervenção terapêutica, combinando técnicas cognitivas, comportamentais e físicas para ajudar a restaurar uma perceção realista de segurança.