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Neste episódio, exploramos uma introdução teórica que assinala o cinquentenário da obra de Erikson, "Identity: Youth and Crisis. O texto propõe revitalizar aspetos da teoria da identidade que foram progressivamente simplificados ou negligenciados pela psicologia académica contemporânea.
Os autores defendem que a investigação recente reduziu a complexidade da teoria de Erikson a modelos individualistas e lineares, ignorando dimensões centrais como o contexto cultural, as relações sociais e a história coletiva. Em resposta, o artigo convida a um retorno à visão mais ampla de Erikson, que entende a identidade como um processo psicossocial, dinâmico e profundamente enraizado na cultura e na estrutura social.
Entre os temas discutidos estão:
Identidade na era digital – o impacto das redes sociais na construção e performance identitária.
Marginalização e opressão – como desigualdades sociais moldam trajetórias de identidade.
Pseudoespeciação e identidade negativa – conceitos eriksonianos pouco explorados que ajudam a compreender polarização, exclusão e conflito intergrupal.
Dimensão inconsciente e intergeracional – a identidade como processo que atravessa gerações e sistemas simbólicos.
Este episódio reflete sobre como atualizar a teoria de Erikson para o século XXI, propondo uma agenda de investigação e prática que reconheça a identidade como um fenómeno relacional, cultural e histórico — essencial para compreender juventudes em contextos de mudança social acelerada.
Schachter, E. P., & Galliher, R. V. (2018). Fifty years since “identity: Youth and crisis”: A renewed look at erikson’s writings on identity. Identity: An International Journal of Theory and Research, 18(4), 247–250. https://doi.org/10.1080/15283488.2018.1529267
By SieratirNeste episódio, exploramos uma introdução teórica que assinala o cinquentenário da obra de Erikson, "Identity: Youth and Crisis. O texto propõe revitalizar aspetos da teoria da identidade que foram progressivamente simplificados ou negligenciados pela psicologia académica contemporânea.
Os autores defendem que a investigação recente reduziu a complexidade da teoria de Erikson a modelos individualistas e lineares, ignorando dimensões centrais como o contexto cultural, as relações sociais e a história coletiva. Em resposta, o artigo convida a um retorno à visão mais ampla de Erikson, que entende a identidade como um processo psicossocial, dinâmico e profundamente enraizado na cultura e na estrutura social.
Entre os temas discutidos estão:
Identidade na era digital – o impacto das redes sociais na construção e performance identitária.
Marginalização e opressão – como desigualdades sociais moldam trajetórias de identidade.
Pseudoespeciação e identidade negativa – conceitos eriksonianos pouco explorados que ajudam a compreender polarização, exclusão e conflito intergrupal.
Dimensão inconsciente e intergeracional – a identidade como processo que atravessa gerações e sistemas simbólicos.
Este episódio reflete sobre como atualizar a teoria de Erikson para o século XXI, propondo uma agenda de investigação e prática que reconheça a identidade como um fenómeno relacional, cultural e histórico — essencial para compreender juventudes em contextos de mudança social acelerada.
Schachter, E. P., & Galliher, R. V. (2018). Fifty years since “identity: Youth and crisis”: A renewed look at erikson’s writings on identity. Identity: An International Journal of Theory and Research, 18(4), 247–250. https://doi.org/10.1080/15283488.2018.1529267