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Nesta live, o professor Ronald Carvalho, a partir do simbolismo chinês do Tao, trata filosoficamente do difícil caminho do equilíbrio da consciência, ou da tensão entre a imperfeição e a perfeição em nossa caminhada de existência. para tanto, relacionando esta ideia com a famosa frase nietzscheana “o homem é uma corda esticada entre o animal e o super-homem”, coloca-se a:
1. Discorrer sobre a tensão que nos constitui e nos define como seres humanos, qual seja, a de vivermos em um “entremundo”, e não em um mundo.
2. Explicar por que, embora não possamos alcançar a perfeição em nossa experiência concreta de vida, jamais poderemos apagála do horizonte de nossa consciência.
3. Apresentar exemplos de registros culturais dessa tensão, o que inclui passagens sobre a vida de Jesus, trechos do Bhagavad Gita, comentários sobre a condição do herói, e citações de filósofos como Santo Agostinho e Pascal.
4. Refletir sobre as consequências da substituição, nos dias de hoje, desta tensão pelas tensões apequenadoras e psicopatológicas, a partir do pensamento de Carl Gustav Jung.
5. Explicar por que isso liberou na contemporaneidade massas insandecidas a se entregarem ao deleite da feiúra, do vulgar, do pequeno, do efêmero e de tudo mais que diminui o homem.
6. E, finalmente, a apontar como a percepção do mistério interior, o cultivo da dúvida filosófica, e a busca pela vivência das virtudes em meio às contrariedades cotidianas nos reinstala naquela tensão que nos faz crescer.
By Ronald CarvalhoNesta live, o professor Ronald Carvalho, a partir do simbolismo chinês do Tao, trata filosoficamente do difícil caminho do equilíbrio da consciência, ou da tensão entre a imperfeição e a perfeição em nossa caminhada de existência. para tanto, relacionando esta ideia com a famosa frase nietzscheana “o homem é uma corda esticada entre o animal e o super-homem”, coloca-se a:
1. Discorrer sobre a tensão que nos constitui e nos define como seres humanos, qual seja, a de vivermos em um “entremundo”, e não em um mundo.
2. Explicar por que, embora não possamos alcançar a perfeição em nossa experiência concreta de vida, jamais poderemos apagála do horizonte de nossa consciência.
3. Apresentar exemplos de registros culturais dessa tensão, o que inclui passagens sobre a vida de Jesus, trechos do Bhagavad Gita, comentários sobre a condição do herói, e citações de filósofos como Santo Agostinho e Pascal.
4. Refletir sobre as consequências da substituição, nos dias de hoje, desta tensão pelas tensões apequenadoras e psicopatológicas, a partir do pensamento de Carl Gustav Jung.
5. Explicar por que isso liberou na contemporaneidade massas insandecidas a se entregarem ao deleite da feiúra, do vulgar, do pequeno, do efêmero e de tudo mais que diminui o homem.
6. E, finalmente, a apontar como a percepção do mistério interior, o cultivo da dúvida filosófica, e a busca pela vivência das virtudes em meio às contrariedades cotidianas nos reinstala naquela tensão que nos faz crescer.