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Ceará x Fortaleza: o clássico rei nas telas. Esse é o tema do O POVO Tecnologia de hoje. Explicando: eu falei nas telas, mas não me refiro às telas da TV. Falo das telas dos computadores e dos celulares. De preferência bem robustos com ótimo nível de processamento para dar conta dos jogos cada vez mais sofisticados. E quanto ao Vozão e ao Leão, me refiro aos esportes digitais que podem ser individuais ou coletivos para efeito de campeonato e são mantidos pelos seus respectivos clubes, assim como os jogadores convencionais que você conhece. Sim, tem jogador de game pago pelo clube para disputar campeonatos digitais.
Guerra Híbrida é a conjunção estratégica de dois movimentos, ambos estruturados nos conflitos entre nações. Um desses movimentos é a utilização das armas convencionais com poder de fogo letal. E o outro: ataques cibernéticos na forma de negação de serviço, roubo de credencial e indisponibilidade de ativos de TI, entre outros, além da promoção da desinformação. Detalhe: isso pode ser letal também. Imagine a indisponibilidade técnica de um hospital, a título de exemplo.
Quando se fala em Inteligência artificial, têm-se duas sensações: a primeira é de uma grandeza infinita na aplicação da tecnologia e a outra até em decorrência da primeira, uma certa incapacidade de enxergar os limites, o todo, até onde efetivamente esse novo conceito pode ir. Falemos um pouco sobre a materialidade do uso da inteligência artificial por meio de aplicações práticas, a exemplo de velocidade do sequenciamento genético em doenças assolam o planeta, aumento no desempenho de robôs móveis autônomos que atuam em grandes parques logísticos e o cada vez mais próximo conjunto de funções confiáveis para os carros autônomos.
De acordo com dados da NewZoo, fonte de insights do mercado de games, o setor deverá movimentar, até final de 2023, cerca US$ 200 bilhões. No ano passado, o segmento rendeu US$ 175,8 bilhões, segundo o mesmo levantamento. Isso é para que você veja o potencial de crescimento em um curto período de tempo. Vamos falar um pouco sobre o mercado, perfil do jogador brasileiro e ainda um pouco sobre os devices que são procurados por esses consumidores.
No O POVO Tecnologia de hoje vamos falar sobre um assunto que tem tudo a ver com Brasil, tem tudo a ver com futuro, desenvolvimento, economia, geopolítica e tecnologia. Eu me refiro ao meio ambiente. Mais especificamente: Tecnologias empresariais que preservam o meio ambiente. Conversaremos com Vítor Amendola e Miguel Lanna, respectivamente, CEO e Head de Digital startups. Ambos da Techedge Brasil.
Vamos conversar sobre um mundo maior do que você pode imaginar. O mundo dos games. Com o olhar local vamos tentar traduzir essa sedução global que os jogos eletrônicos exercem sobre, particularmente, os jovens. É bom que se diga desde já que particularizar os jogos digitais a um hábito diversionista dos jovens é achar gostar de futebol é acompanhar o campeonato brasileiro. Este é importante, mas tem um mundo muito maior. E essa compreensão se dá a partir da conversa com o founder e CEO da Studio Games, Felipe Figueiredo – um jovem matemático especializado em análise de sistemas.
Não é fácil essa a abstração, mas NFT (Not Fungible Token) e ativos digitais de forma geral exigem compreensão nesse sentido. Materializar o imaterializável. Arte digital, gifs, cards, mas também trechos de músicas e outros. Não apenas criações artísticas de forma geral, mas também momentos únicos como um gol meio por acaso, ou uma jogada inesquecível de basquete, disponibilizadas em plataformas feitas para esse tipo de negócio. Convido você para fazer parte da discussão sobre NFTs e ativos digitais na live do O POVO Tecnologia.
O Vyse Brasil é um aplicativo de mobilidade que se vende como 100% cearense. Nosso convidado é o CEO da empresa, Iure Barroso. Sim, igual ao 99 táxi, ao Uber e a outros que vão surgindo com suas segmentações e seus focos: tem o de ônibus, o de jatos executivos o de carro só para mulheres, enfim. Uma coisa é certa, é época de ter boas ideias, buscar a melhor implementação e um lugar ao sol. E o sol do Ceará, você sabe, está aí muita força, muitas necessidades e muitas oportunidades.
A tecnologia envolvida na geração distribuída tende a evoluir muito, mas por ora trabalha-se com a melhor eficácia disponível, e melhorando pouco a pouco o custo-benefício. Não raro aparecem anúncios de telhas com placas solares integradas, ou vidros para janelas que cumprem essa função. Até mesmo telhas que aplicadas às paredes externas, fariam a captação solar para jogar energia no sistema interno.
O POVO Tecnologia conversa com Pedro Vasconcelos, Fundador e Diretor do Instituto Solar. O instituto que começou como grande produtor de conteúdo do segmento, hoje oferta serviço de toda forma, inclusive instalação dos sistemas.
Inovando na forma de produzir eventos, foi o gancho usado, foi um dos eventos de tecnologia do jornal O POVO que é o For Town. Você pode saber mais acessando o 4town.digital. Abordamos, na verdade, múltiplas perspectivas de produção e exposição de conhecimento. Porém - e é nesse porém que mora o perigo - não basta expor, não basta produzir, tem que envolver, tem que proporcionar a experiência para aquele ou aquela de quem você quer a atenção.
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Estamos cada vez mais conectados, cada vez mais digitais. E daqui para a frente, quais são os caminhos? Em meio a tanta evolução, onde vamos chegar? São essas e outras perguntas que queremos…