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No último episódio da série, a casa 12 é a Casa que gera a busca do sentido de estar nesse planeta, de descobrir o inconsciente e a espiritualidade.
Quem não quer saber do amanhã? A Casa 11, a casa da filantropia e dos grupos sociais é onde o consulente é festivo e lida com mais pessoas, onde também, busca as dicas do futuro.
No décimo episódio é o que o Rider diz ser “o topo do mundo”. A Casa 10 é a casa da realização, da responsabilidade, onde vemos nossas carreiras e como o mundo nos vê também.
Encaminhando para a parte mais alta do mapa, na Casa 9 buscamos vôos mais altos, o algo a mais. É a casa da filosofia, do altruísmo, da fé.
No oitavo episódio da série, chegamos à casa onde o Mapa Astral revela transformação. “É a casa do sexo, de envolvimento e profundidade, onde me transformo. É também a casa da morte”, explica Rider.
Se as seis primeiras casas refletem o lado pessoal do consulente, a partir da sétima descobrimos as casas “sociais”. A casa 7, por exemplo, é a do relacionamento e é nela que encontramos os aliados, assim como os oponentes.
Chegando à metade do Mapa, na Casa 6, aqui aprendemos que essa é uma casa de rotina e funcionamento, por isso fala também do corpo físico e da saúde. Nada mais importante!
O quinto episódio é para os que acreditam no amor e na alegria. Chegamos à Casa 5, que, como diz bem Rider, “é uma casa da diversão, da brincadeira, da nossa criança interior. É a “Disneylândia do zodíaco”, onde busco amor e felicidade”.
No episódio 4 chegamos à quarta casa, que é curiosa.
Depois de nos conhecermos e falarmos de matéria, o terceiro episódio chega à Casa 3. “Essa é uma casa mais leve, é uma casa de ar que fala de interação com o mundo e como lidamos com as pessoas ao nosso redor”, explica Rider. Saber como se colocar é essencial, não é?
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